sábado, 30 de junho de 2012

Com o giz na mão

Aproveitando o gancho das eleições municipais, o "Com o giz na mão" de hoje é uma curiosidade, nem tão curiosa assim, mas que eu, obcecado por encontrar padrão e lógica em tudo na vida, eu percebi dias atrás:
- Nunca trabalhei como professor em Ipuã em período de eleição municipal.
Em 2000, último ano de faculdade e eu trabalhava no Cursinho da Unesp, em Franca/SP.
2004, até comecei o ano trabalhando na Emef Antonio Francisco D'ávila aqui em Ipuã, mas pedi demissão ainda no 1° bimestre por problemas profissionais. Naquele ano, já estava trabalhando em Guaíra/SP.
Em 2008 eu trabalhava apenas na vizinha Guaíra.
Agora em 2012 terei a experiência, até então, inédita. Continuo a trabalhar em escola particular de Guaíra, porém também o faço em uma escola particular aqui da minha cidade.
A menos que seja demitido até lá, evidentemente.
Esperemos.

PS: O Blog, por não ter ficado de recuperação, dará férias à série a série "Com o giz na mão", que volta em agosto. Até lá.

PS2: O Blog continua normal!

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Start eleitoral.

Fim de tarde animado aqui em Ipuã hoje: Convenções municipais dos dois partidos que vão polarizar a disputa à Prefeitura da cidade.
PPS e PMDB começam hoje a busca pelo cargo máximo da política Ipuanense.
O 1° tenta sua 3ª eleição em 3 disputadas. O 2° tenta voltar a vencer uma eleição para Executivo, o que não acontece desde o ano 2000.
Logo mais, lembrando que campanha só é permitida a partir de 8 de julho, será dada a largada para mais uma eleição municipal em nossa cidade.
Não nego que é nessas horas que sinto falta de fazer parte.
O frio na barriga, a busca do voto, os bastidores, as encrencas...
Até que paro, olho para um lado e olho para o outro, e não consigo me enxergar fazendo parte de nenhum dos lados.
Em breve, boas curiosidades sobre essa que, venho chamando há um bom tempo, de a mais interessante eleição ipuanense nos últimos anos.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Briga na cozinha.

Ainda falando sobre partidos, os fatos abaixo descritos não deixam de revelar as curiosidades sobre nossa legislação eleitoral.
O Diretório do PTB Ipuanense queria apoiar o candidato oposicionista, e com o PMDB coligar-se. Alguns filiados, não querendo tal coligação, mobilizaram-se para fazer valer a vontade da, segundo eles, maioria do partido.
Criou-se um impasse: Prevalece a decisão do diretório (claramente oposicionista), ou a decisão da suposta maioria (declaradamente situacionista)?
A celeuma foi parar no Diretório Estadual do partido que decretou: O PTB vai pra quem indicar alguém dos quadros do partido como vice Prefeito.
Não acontecerá, a chapa oposicionista será "puro sangue" (a menos que haja mudanças até a decisão final).
Mesmo assim o Diretório Estadual "recomendou" ao Municipal, a coligação com o PMDB.
O Diretório do PSDB Municipal Ipuanense decidiu entre a maioria de seus membros, também apoiar a oposição. Entretanto, o Diretório Estadual interveio em favor da coligação oposicionista, e "recomendou" a coligação com o PPS.
Certamente motivado pela indicação de um vice e, evidentemente, pelo excelente trânsito do atual prefeito junto ao partido na esfera estadual.
Nesses casos prevalecem a vontade de quem?
Não sei dizer!
Acredito que geralmente, a decisão do Diretório Estadual (que nem sempre, ou quase nunca, entende as peculiaridades da política regional.) prevalece, em detrimento da vontade do Diretório Municipal.
E acredito também que essas brigas domésticas, sempre terminam com a desfiliação daqueles que se sentiram, com certa razão, prejudicados.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Partido pra que partido?

Partidos políticos são agremiações onde os eleitores filiam-se naqueles que melhor representa seus ideais.
Num passado não muito distante, o que inicialmente balizava a escolha dos eleitores ao filiarem-se filiados era o posicionamento ideológico do partido: Direita, Esquerda, Centro Esquerda, Extrema Esquerda, etc...
Até FHC se unir ao antigo PFL, e o PT chegar ao poder, todo mundo, ou quase todo mundo, passou a estar desde então, no mesmo balaio.
A Era das Ideologias chegava ao fim no Brasil, cuja data de sepultamento foi no dia da foto de Lulla apertando a mão do Maluf.
Hoje, poucos são aqueles que votam no partido. As campanhas são muito mais centradas em nomes, que na ideologia partidária.
Vota-se nesse ou naquele de acordo com as mais diferentes variáveis: carisma, histórico, proposta, etc... tudo, menos partido.
E candidatos escolhem seus partidos muito mais em função da possibilidade de eleger-se que, necessariamente, a ideologia expressa no programa do partido.
Por isso tantos trocam de partido, por isso tantos são filiados em determinado partido e assim, ajudam o candidato mais votado.
E é errado?
Não posso dizer que sim, pois uma legislação eleitoral anacrônica permite, ou melhor, compele os candidatos a recorrem de tais expedientes.
Também não posso dizer que é certo, afinal sempre primei pela coerência ideológica na minha vida pública.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Vice... e versa.

Definidos os nomes da contenda eleitoral municipal, e teremos, a exemplo da contenda passada, apenas 2 debatedores; é chegada a hora mais angustiante: escolha do vice.
Nenhum partido filia prováveis vices, e agora no fatídico momento, correm suas listas, nome a nome para escolher o melhor copiloto.
Ninguém diz abertamenteido quem convidou para ser seu vice, pois uma eventual recusa pode atrapalhar o "plano B".
Mas bastidores da política são como águas pluviais, difícil de se conter.
Ligo daqui, ligo dali, e-mail pra cá e pra lá e parece que a coisa vai clareando.
Ao que me parece, a oposição vai de "mais do mesmo".
Enquanto a situação, ainda em fase de mobilização, tenta "a volta do que não foi".
No meu entender:
- A primeira opção não soma nem subtrai.
- A segunda, soma e subtrai. Resta saber qual será o produto final dessa conta.
Mas como ainda não se concretizaram, deixo para analisar no momento apropriado.

domingo, 24 de junho de 2012

Nos palanques da vida.

O ano era 2002.
Eu era vereador e tive a ideia de montar um site para mim.
Algo que eu pudesse divulgar minhas ideias, meu trabalho na vereança, que pudesse dar notícias etc...
Comprei o domínio www.orandesrocha.com e um amigo fez toda a parte estrutural, funcional e gráfica do site.
Não tinha a mesma atualização que o Blog, meu espaço virtual atual que faz o que o site fazia há 10 anos, nem a possibilidade de divulgação que o feicebuqui proporciona hoje em dia, mas foi uma experiência muito bacana.
A vantagem do site em relação ao blog é a possibilidade da criação de "sessões", links para os mais variados temas. Ou seja, uma melhor compartimentação das ideias.
Dentre esses links, recordo:
- O Estudante: era um breve resumo de minha vida em sala de aula. Escolas onde estudei, experiências vividas etc...
- O Professor: Nesse link, os leitores podiam ver minha trajetória como professor. Onde e como comecei, escolas em que trabalhei, experiências,...
- Ágora: Era um espaço onde quinzenalmente eu sugeria um tema para os leitores discutirem. As discussões eram enviadas por e-mail e uma equipe de 3 ou 4 amigos me ajudava a analisar quais textos mereciam ser publicados. Eliminávamos: anônimos, ofensivos, deselegantes, entre outros.
O nome, Ágora, remete ao nome que recebiam as praças nas polis gregas onde os cidadãos exerciam sua cidadania e principalemnte, participavam da vida política.
- Atuação Legislativa: Nesse link e relatava meus requerimentos, indicações, projetos de lei, emendas, enfim, todo o meu trabalho como vereador.
- Notícias: desde internacionais a notícias municipais mesmo. Embora sem muito rigor jornalístico.
Como podem ver, a utilização das mídias eletrônicas como forma de manifestar o que penso, não é novidade na minha vida.

sábado, 23 de junho de 2012

Com o lápis na mão.

Aos pouco vou criando coragem de, quem sabe um dia, tornar público o que ainda é apenas particular.
Não sei se será aqui nesse blog, se irei fazer em pdf e distribuir ou quem sabe, não custa sonhar, gaste um dinheiro e publique.
Gostaria muito de publicar, não pra ganhar dinheiro, mas porque só me faltaria então ter um filho, uma vez que árvore já plantei, várias inclusive.
Seja como for, segue abaixo o começo dessa empreitada, curiosamente 90% escrita e ainda sem nome.
Como também, ainda está sem revisão.
Espero que compreendam e perdoem os, por enquanto, muitos erros gramaticais.


- “Vou pedir a todos para retirarem-se por alguns minutos, para que a Banca delibere sobre a nota da Dissertação do mestrando Orandes Carlos da Rocha Jr e tão logo terminemos, todos serão chamados novamente para a leitura da ata e atribuição da nota”.
Essas palavras foram uma espécie de penúltimo capítulo na minha história como aluno do Mestrado em Educação: Currículo da PUC/SP.
Dentro de alguns minutos eu seria chamado novamente à sala onde apresentei minha Dissertação para ouvir o resultado da banca examinadora.
O curioso é que ao me retirar da sala, com a cabeça a mil e ansioso em saber o resultado, toda a minha vida dentro de uma sala de aula começou a passar na cabeça como um filme. Algumas cenas em branco e preto é verdade, outras coloridas, mas tudo me veio à mente em flash back...

Como quase todo mundo, eu comecei meus estudos pelo “Pré Escola”, termo que hoje é para mim, bastante pejorativo, pois trata-se de uma fase muito importante na vida de um estudante para ser considerada como “pré”.
Essa denominação indica, erroneamente, tratar-se de uma fase anterior à escola, portanto algo que não pertence ainda ao mundo escolar. Melhor então  usar a denominação oficial e mais correta: Educação Infantil.
Pois bem, comecei na Educação Infantil aqui na minha cidade, Ipuã/SP, no prédio hoje denominado de CEPEM 1. Corria o ano 1981, tinha eu 5 anos e fui levado à escola pela minha mãe.
Recordo que, como a maioria das mães cujas crianças choravam por ficarem sozinhas, a minha mãe teve que se sentar no lado de fora da sala de aula, no pátio da escola como forma de ajudar na minha adaptação.
Ela havia levado um bordado ou algo parecido para passar o tempo, afinal seriam 4 horas sem fazer nada. Entretanto bastou uma leve distração minha para que ela fosse embora. Não apenas ela, mas penso que todas as mães na mesma situação. E além do mais, minha mãe tinha uma casa pra cuidar e não podia ficar à disposição de manha de filho.
O chororô inicial pela ausência da minha mãe, logo foi substituído pelas atividades da escola. Lembro do parquinho e das brincadeiras com massinha e lápis de cor, aliás essa é uma memória que tenho viva como se fosse ontem:
Eu estava triste, choramingando pelo fato de ter ficado sozinho. Eu estava sentado junto a outros alunos na sala de aula quando comecei a desenhar alguma coisa. Como sentávamos vários alunos numa mesma mesa (quem não se lembra disso?), os materiais se misturavam de modo que eu não sabia mais o que era meu e o que era dos outros.
Peguei um lápis de cor, cuja parte de baixo estava raspada e com um nome escrito (quem também não se lembra?). Como ainda era iletrado, perguntei a coleguinha ao lado:
- Que nome está escrito aqui?
Ela respondeu:
- Orandes.
- E nesse aqui? Insisti com outro lápis.
E ela acenando com a cabeça e sorrindo me respondeu:
- Orandes!
Hoje eu fico admirado com o fato de que a garotinha, com a mesma idade que, já sabia ler; enquanto eu, mal conseguia ficar na escola com saudade da mãe.
Lamentavelmente não lembro seu rosto, sequer sei seu nome, mas adoraria poder encontrá-la hoje e dizer o quanto ela foi gentil comigo naquele dia, e que não fosse seu gesto, talvez eu tivesse chorado aquela tarde toda.
PS: Se você tem entre 35 e 36 anos e leu o nome num lápis para um garotinho choroso quando fez pré escola, favor entrar em contato.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

E por falar em série.

Esse ano, em outubro mais precisamente, completo 10 anos que pago TV por assinatura.
É, ao lado da internet, meu grande vício. Todos os dias tenho de "brincar" um pouquinho em ambos.
Costumo dizer a amigos e familiares que, se tivesse TV por assinatura e Internet na casinha do sítio, eu já teria me mudado pra lá há muito tempo. Por sinal, esse tem sido meu sonho de consumo atual.
Das vasta programação disponível, programas esportivos, jogos, filmes e principalmente, séries, fazem parte do meu dia a dia nessa última década.
Nesse anos todos, muitas séries entraram e saíram do foco das minhas atenções. Umas por desinteresse, outras sumariamente canceladas, muitas das quais, sequer sem final; o que sempre achei desrespeito para com nós, telespectadores.
Segue abaixo algumas a que o Blogueiro acompanhou nesses anos de viciado:

- Friends: Comecei a acompanhar a série já estava quase no final. Felizmente havia reprises em horários alternativos e assim pude acompanhar toda a trajetória dos 6 amigos de NY. A série durou 10 temporadas e manteve-se fiel ao longo dos anos e teve um final decente.
- Smallville: Interessei-me pelas aventuras do Super Homem antes de virar Super Homem. Perdi a 1ª temporada (também recuperada graças aos reprises). Perdeu a graça depois da 5ª temporada, porém continuei assistindo, mas sem o entusiasmo inicial.
- Supernatural: Ainda em exibição, também perdi o interesse. Assisto quando dá certo, mas como passa de quarta bem na hora dos jogos do Timão na Libertadores, tenho perdido muitos episódios; felizmente, pois significa que o Timão está avançando na competição.
- John Doe: Uma baita série, que me prendeu desde o 1° episódio. O último capítulo da 1ª temporada foi surpreendente e a segunda temporada... não teve, a série foi cancelada.
Enviei vários e-mails reclamando do fato para o canal. Inutilmente.
- One Tree Hill: Começou num ritmo excelente, com boas tramas mas foi outra série que se perdeu no meio do caminho e ficou chata. Assisti até à 4ª temporada.
- Lost: Fenômeno de audiência, fiquei viciado logo no 1° episódio; mas as enrolações, a inclusão de novos mistérios sem a explicação dos antigos me fez perder a graça. Comecei a assistir apenas para ver o final, que por sinal foi chato.
- Two and a half man: A comédia que eu mais gostava. Eu disse "gostava".
Sem o Charlie Sheen eu parei de assistir.
- Law and Order: Uma série que durou 23 anos e eu pude acompanhar boa parte, seja inédito, seja nos reprises. Até porque, adoro filme de julgamento.

Atualmente...
Tirando House, nenhuma série recente me faz "parar tudo" para assistir.
Entretanto, há aquelas em que faço questão de acompanhar e assim preencher minhas noites de meio de semana:
- Law and Order - SVU: 13ª temporada. Já vi a série completa.
- The Big Bang Theory: A única comédia que me restou.
- The Mentalist: Por mais que ache que está na hora de acabar, ainda assisto na esperança de me surpreender.
- Criminal Minds: Com o fim de House, essa se tornou minha série n°1.
O bom é que agora tenho apenas as segundas e terças ocupadas por séries.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

O último adeus.


Quem nunca sonhou em ser gênio e mundialmente respeitado na sua área?
Ser aquela pessoa a quem todos procuram quando nada mais deu certo, e saber que só você consegue resolver os problemas?
Quem nunca sonhou em romper o contrato social e fazer e dizer rigorosamente apenas o que pensa?
Vai dizer que não gostaria de não dar a mínima pra opinião dos outros?
Que nunca pensou em respostas sarcásticas pra dar quando alguém te enche o saco?
Quem nunca quis um dia enfiar o carro na sala da patroa e sair numa boa?
Quando imaginamos que ser mau humorado, sarcástico, arrogante e sociopata seria visto como qualidade, não como defeito?
Quantas vezes não suportamos pessoas indesejáveis quando nossa vontade era evitá-las?
Ele fez isso tudo e muito mais:
Hoje é dia de darmos o último adeus ao médico mais famoso da TV.
É impossível não tê-lo acompanhado e hoje, no adeus, perceber que ficou um pouco de suas características em nós. Assim como fica um pouco de tinta de um carro em outro, quando há um choque entre eles (para usar metáfora, sua figura de linguagem preferida).
Acredito que todos nós, Housemaníacos, fomos influenciado pelo melhor anti herói que a TV produziu.
Não tenho receio de afirmar que muitas vezes recorri a sua “filosofia” para tomar alguma decisão. E antes que alguém me acuse de falta de personalidade, reitero que usar social com tênis é coisa que eu faço muito antes do Dr House entrar em nossas vidas.
Não me recordo de ter acompanhado outra série com tanto afinco. Nem de ter ficado tão triste ao término de alguma delas. Remarquei ou cancelei muitos compromissos as quintas à noite, só para ver algum capítulo inédito.
Logo mais, será como um parente estivesse indo para uma terra distante, após 8 anos de boa convivência.
Há quem aposte que eu vá chorar, outros que eu, ao término do capítulo, irei apenas levantar e aplaudir de pé, solitariamente.
Acredito porém que o estoicismo e a misantropia do meu ídolo produziu marcas tão profundas na minha personalidade, que irei apenas levantar e dizer:
- Será mesmo que acabou? Afinal, everybody lies...


Bem Vindos a... como chama essa cidade mesmo???

Tenho estado confuso quando à cidade onde moro.
Apesar da certidão de nascimento indicar Ipuã/SP, confesso que não sei se, de fato, moro na referida cidade.
Talvez as constantes viagens a São Paulo nesses últimos 2 anos tenha criado em mim essa confusão, ou quem sabe, numa teoria até então absurda, eu esteja vivendo em mundos paralelos, hora na Ipuã/SP, hora em outra, ainda indefinida cidade.
Calma 9 leitores, não fiquei maluco. Pelo menos não ainda...
É que a cada jogo do Corinthians, vejo brotar na cidade uma legião de cidadãos de outros municípios que me fazem questionar: Em que raios de cidade estou???
Desde as oitavas de final que começo a pensar na hipótese de pedir ao Prefeito, para que a cada jogo do Corinthians, troque a placa na entrada da cidade. Aquela placa com os dizeres: "Bem Vindos a Ipuã".
Contra o Emelec, nas oitavas de final, a quantidade de "equatorianos" presentes na cidade, seria o bastante para a placa ser: "Bienvenido a Guayaquil".
Na quartas, contra o Vasco: "Bem Vindos ao Rio de Janeiro".
E ontem, a placa bem que poderia ser: "Bem Vindos a Santos".
Resta a essa "legião estrangeira" agora fazer o que eles sabem de melhor (e a única coisa que lhes resta): secar.
Enquanto eu, espero para saber qual placa pedir: "Bienvenido a Buenos Aires" ou "Bienvenido a Santiago".