Perdão pelo sumiço, meus caros 9 leitores do Blog.
10 dias afastado daqui. Não me recordo, salvo quando me permito tirar férias desse espaço, de ter ficado tanto tempo sem dar notícia.
Muita coisa pra fazer nesses 10 dias: atividades cotidianas do lockdown que me impus na casa da mulher amada, a reta final do Doutorado (graças a Deus), e início das atividades referentes a pré-campanha do pré candidato a Prefeito que estou apoiando.
Quem é o pré-candidato?
Amanhã eu posto aqui.
Assim não fico tanto tempo sumido.
sexta-feira, 31 de julho de 2020
terça-feira, 21 de julho de 2020
Racismo? No Brasil?
Se você acha que no Brasil o racismo é velado, você precisa procurar conhecer esses dois conceitos.
sábado, 18 de julho de 2020
Presidentes do Brasil e seus times.
Apesar de se dizer Palmeirense (e deve ser, ninguém confessaria algo assim sem um mínimo de vergonha se não fosse) mas usar camisas de muitos clubes do Rio de Janeiro (Estado onde tem sua base eleitoral) e, mais recentemente, usar camisas de vários times menos a do Corinthians (no que agradeço profundamente), o Presidente Jair Bolsonaro não foi o único a se declarar por um time de futebol.
Outros Presidentes o fizeram e, outros, foram descobertos em sua torcida por investigação jornalística.
Abaixo, segue a lista dos times de futebol para quem torcia alguns Presidentes do Brasil.
PS1: Alguns Presidentes torcem para dois times, o que era normal antigamente.
PS2: A pesquisa mostra apenas os Presidentes de Eurico Gaspar Dutra pra frente e apenas Brasileiros, mas não tenho a menor sombra de dúvidas que se fizesse em escala mundial, daria Corinthians disparado. Obama por exemplo tem cara e jeito de ser maloqueiro sofredor, ou não?
PS 3: A fonte é o jornal Correio Brasiliense, que investigou e revelou. Os comentários em azul são meus mesmo.
Eurico Gaspar Dutra - Flamengo.
Na tentativa de unificar o país dividido politicamente ao final do Estado Novo, nada melhor que um torcedor do time com a maior torcida do país, àquela época.
Getúlio Vargas - Grêmio e Vasco.
Para quem entrou na Guerra ao lado dos Aliados (França, Inglaterra, EUA) mesmo simpatizante do Eixo (Itália, Alemanha e Japão), torcer para dois times deve ter sido normal. Qual deles seria os Aliados e qual seria o Eixo?
Café Filho - Alecrin/RN.
O Potiguar Café Filho torcia para um clube de seu estado natal e para ser mandato terminar logo.
Juscelino Kubitschek - Cruzeiro, América/MG e Vasco.
Cruzeiro na infância, América para ficar em cima do muro e Vasco quando conheceu a Bossa Nova.
Jânio Quadros - Corinthians.
Dizem que após a frase "fi-lo porque qui-lo" eles prosseguiu: "Torcê-lo-ei para o Clube de maior expressão no estado".
João Goulart - Grêmio e Vasco.
Discípulo de GV na política e no futebol. Logo se vê.
Castelo Branco e Costa e Silva: Não se sabe.
Deviam estar preocupados implantando a Ditadura no Brasil.
Emílio Garrastazu Médici - Grêmio e Flamengo.
Outro Gaúcho a torcer por dois clubes. Esse optou pelo clube de maior torcida, para poder tentar ficar de bem com a maioria.
Ernesto Geisel - Botafogo.
Deveria ter se deixado influenciar pelo Garrincha e driblar a Ditadura.
João Figueiredo - Fluminense e Grêmio.
Gaúcho torcer para time carioca já tínhamos visto, mas carioca para time gaúcho, Figueiredo foi o 1º. E escolheu o time elitista do Rio, nada melhor para quem disse que preferia o cheiro de cavalo ao cheiro do povo".
Tancredo Neves - América/MG.
Para ficar de bem com todos os mineiros (e brasileiros), um time sem antipatia. Fosse paulista, Tancredo seria Portuguesa.
José Sarney - Sampaio Corrêa/MA e Flamengo.
Faltou um time do Amapá, estado que ele criou para fazer seu curral eleitoral. Sugestões: Santana, Santos (Macapá), São Paulo (Macapá), Trem, Ypiranga, Independente, Lagoa, SERB,...
Fernando Collor - CSA.
Time que ele foi dirigente e sua família tem estreitas ligações, sabe-se lá por quais intere$$e$.
Itamar Franco - SC Juiz de Fora.
Vindo dele, nada a estranhar.
Fernando Henrique Cardoso - Corinthians e Fluminense.
Sua "dupla cidadania" o fez torcer para dois times. Diziam que ele não entendia nada de futebol, mas a julgar pelo time paulista, parece que alguma coisa entendia sim.
Lulla - Corinthians.
Única admiração minha que ainda restou sobre ele, é o mais Corinthiano dos Presidentes. Mas ficou de nos dar um estádio e nada, a dívida só aumenta.
Dilma - Internacional e Atlético/MG.
Assim ela explicaria: Porque o Atlético/MG sendo um time internacional, e o Internacional sendo um clube, portanto trabalha a parte atlética, optei por optar ser Atlético e Internacional.
Michel Temer - São Paulo.
Para nenhum outro Presidente a escolha foi tão evidente. Tá... talvez o Lulla, mas vai falar que não tinha certeza que o Temer era tricolor?
Jair Bolsonaro - Palmeiras.
Apesar de vestir camiseta de quem for conveniente. Lembra dele e do Moro torcendo pro Flamengo?
Outros Presidentes o fizeram e, outros, foram descobertos em sua torcida por investigação jornalística.
Abaixo, segue a lista dos times de futebol para quem torcia alguns Presidentes do Brasil.
PS1: Alguns Presidentes torcem para dois times, o que era normal antigamente.
PS2: A pesquisa mostra apenas os Presidentes de Eurico Gaspar Dutra pra frente e apenas Brasileiros, mas não tenho a menor sombra de dúvidas que se fizesse em escala mundial, daria Corinthians disparado. Obama por exemplo tem cara e jeito de ser maloqueiro sofredor, ou não?
PS 3: A fonte é o jornal Correio Brasiliense, que investigou e revelou. Os comentários em azul são meus mesmo.
Eurico Gaspar Dutra - Flamengo.
Na tentativa de unificar o país dividido politicamente ao final do Estado Novo, nada melhor que um torcedor do time com a maior torcida do país, àquela época.
Getúlio Vargas - Grêmio e Vasco.
Para quem entrou na Guerra ao lado dos Aliados (França, Inglaterra, EUA) mesmo simpatizante do Eixo (Itália, Alemanha e Japão), torcer para dois times deve ter sido normal. Qual deles seria os Aliados e qual seria o Eixo?
Café Filho - Alecrin/RN.
O Potiguar Café Filho torcia para um clube de seu estado natal e para ser mandato terminar logo.
Juscelino Kubitschek - Cruzeiro, América/MG e Vasco.
Cruzeiro na infância, América para ficar em cima do muro e Vasco quando conheceu a Bossa Nova.
Jânio Quadros - Corinthians.
Dizem que após a frase "fi-lo porque qui-lo" eles prosseguiu: "Torcê-lo-ei para o Clube de maior expressão no estado".
João Goulart - Grêmio e Vasco.
Discípulo de GV na política e no futebol. Logo se vê.
Castelo Branco e Costa e Silva: Não se sabe.
Deviam estar preocupados implantando a Ditadura no Brasil.
Emílio Garrastazu Médici - Grêmio e Flamengo.
Outro Gaúcho a torcer por dois clubes. Esse optou pelo clube de maior torcida, para poder tentar ficar de bem com a maioria.
Ernesto Geisel - Botafogo.
Deveria ter se deixado influenciar pelo Garrincha e driblar a Ditadura.
João Figueiredo - Fluminense e Grêmio.
Gaúcho torcer para time carioca já tínhamos visto, mas carioca para time gaúcho, Figueiredo foi o 1º. E escolheu o time elitista do Rio, nada melhor para quem disse que preferia o cheiro de cavalo ao cheiro do povo".
Tancredo Neves - América/MG.
Para ficar de bem com todos os mineiros (e brasileiros), um time sem antipatia. Fosse paulista, Tancredo seria Portuguesa.
José Sarney - Sampaio Corrêa/MA e Flamengo.
Faltou um time do Amapá, estado que ele criou para fazer seu curral eleitoral. Sugestões: Santana, Santos (Macapá), São Paulo (Macapá), Trem, Ypiranga, Independente, Lagoa, SERB,...
Fernando Collor - CSA.
Time que ele foi dirigente e sua família tem estreitas ligações, sabe-se lá por quais intere$$e$.
Itamar Franco - SC Juiz de Fora.
Vindo dele, nada a estranhar.
Fernando Henrique Cardoso - Corinthians e Fluminense.
Sua "dupla cidadania" o fez torcer para dois times. Diziam que ele não entendia nada de futebol, mas a julgar pelo time paulista, parece que alguma coisa entendia sim.
Lulla - Corinthians.
Única admiração minha que ainda restou sobre ele, é o mais Corinthiano dos Presidentes. Mas ficou de nos dar um estádio e nada, a dívida só aumenta.
Dilma - Internacional e Atlético/MG.
Assim ela explicaria: Porque o Atlético/MG sendo um time internacional, e o Internacional sendo um clube, portanto trabalha a parte atlética, optei por optar ser Atlético e Internacional.
Michel Temer - São Paulo.
Para nenhum outro Presidente a escolha foi tão evidente. Tá... talvez o Lulla, mas vai falar que não tinha certeza que o Temer era tricolor?
Jair Bolsonaro - Palmeiras.
Apesar de vestir camiseta de quem for conveniente. Lembra dele e do Moro torcendo pro Flamengo?
quinta-feira, 16 de julho de 2020
70 anos de uma tragédia.
Tudo bem, eu sei que o Prof Cortella ensina que tragédia é aquilo que não pode ser evitado, aquele infortúnio que tem interferência divida cujos homens são impotentes diante dela: Um furacão, um vulcão, terremoto ou tsunami, por exemplo.
Mas aplico o termo tragédia aqui no sentido do senso comum. Ou talvez os Deuses do Futebol tenham interferido no fato que vou narrar e não sabemos.
Há 70 anos atrás o Brasil perdia a Copa de 50, em casa, para o Uruguai.
A última Copa do Mundo antes de 50 havia sido a de 1938, vencido pela Itália. Depois daquela Copa, a II Guerra impôs um hiato em Copas do Mundo, cancelando por motivos óbvios, as duas seguintes.
Com a Europa em reconstrução após a Guerra e a América do Norte sem tradição no futebol, a escolha da sede recaiu sobre o Brasil.
A final, no recém inaugurado Maracanã, teve mais de 200 mil pessoas e o empate era do Brasil, que saiu na frente e tomou a virada perdendo por 2 x 1 aquela que sempre foi chamada de maior tragédia do futebol nacional.
Até vir 1982, com a tragédia do Sarriá, que há quem diga que foi mais doída.
Qual das duas tragédias foi pior? Sinceramente não sei: a de 50 por ser final e estar ganha até os últimos minutos certamente foi dolorosa, mas minha simpatia pelo time de 82 (que eu vi jogar) e as tristezas que lembro ter sentido naquele dia, me fazem ser suspeito em afirmar.
E há quem diga que a maior tragédia foi o 7x1, no que eu discordo pelo fato de que não foi tragédia, foi vergonha mesmo, humilhação, achincalhe, algo tão inimaginável, que virou piada no mesmo instante e assim perdura até hoje.
O 7x1 foi a maior vergonha futebolística da História das Copas, pelo seguinte: Um time Pentacampeão disputando uma semifinal em casa, levar um couro que só não foi maior porque o adversário preferiu "tirar o pé", seja por modéstia, seja por preparação para a final, seja por piedade.
Não tenho dúvida que 7 foi o número que a Alemanha escolheu para fechar a conta. Aliás escolheu os 5 gols do primeiro tempo, os 2 a mais na etapa final foi o enxerido reserva que entrou no 2º tempo e deve ter pensado: "Vou perder a chance de me consagrar? Nunca na vida!".
Acredito, e ninguém me prova o contrário, que naquele dia, se a Alemanha quisesse, poderia facilmente feito 10 ou 12 gols.
Mas aplico o termo tragédia aqui no sentido do senso comum. Ou talvez os Deuses do Futebol tenham interferido no fato que vou narrar e não sabemos.
Há 70 anos atrás o Brasil perdia a Copa de 50, em casa, para o Uruguai.
A última Copa do Mundo antes de 50 havia sido a de 1938, vencido pela Itália. Depois daquela Copa, a II Guerra impôs um hiato em Copas do Mundo, cancelando por motivos óbvios, as duas seguintes.
Com a Europa em reconstrução após a Guerra e a América do Norte sem tradição no futebol, a escolha da sede recaiu sobre o Brasil.
A final, no recém inaugurado Maracanã, teve mais de 200 mil pessoas e o empate era do Brasil, que saiu na frente e tomou a virada perdendo por 2 x 1 aquela que sempre foi chamada de maior tragédia do futebol nacional.
Até vir 1982, com a tragédia do Sarriá, que há quem diga que foi mais doída.
Qual das duas tragédias foi pior? Sinceramente não sei: a de 50 por ser final e estar ganha até os últimos minutos certamente foi dolorosa, mas minha simpatia pelo time de 82 (que eu vi jogar) e as tristezas que lembro ter sentido naquele dia, me fazem ser suspeito em afirmar.
E há quem diga que a maior tragédia foi o 7x1, no que eu discordo pelo fato de que não foi tragédia, foi vergonha mesmo, humilhação, achincalhe, algo tão inimaginável, que virou piada no mesmo instante e assim perdura até hoje.
O 7x1 foi a maior vergonha futebolística da História das Copas, pelo seguinte: Um time Pentacampeão disputando uma semifinal em casa, levar um couro que só não foi maior porque o adversário preferiu "tirar o pé", seja por modéstia, seja por preparação para a final, seja por piedade.
Não tenho dúvida que 7 foi o número que a Alemanha escolheu para fechar a conta. Aliás escolheu os 5 gols do primeiro tempo, os 2 a mais na etapa final foi o enxerido reserva que entrou no 2º tempo e deve ter pensado: "Vou perder a chance de me consagrar? Nunca na vida!".
Acredito, e ninguém me prova o contrário, que naquele dia, se a Alemanha quisesse, poderia facilmente feito 10 ou 12 gols.
terça-feira, 7 de julho de 2020
O destino pode ficar irônico.
Não que eu deseje, jamais.
Pelo contrário, desejo ele bem vivo para ver sua ruína política.
Mas que o destino pode ficar irônico, ah isso pode:
"E daí? Lamento. Quer que eu faça o que? Não faço milagre"
"A gente lamenta todos os mortos, mas é o destino".
"Vão morrer alguns [idosos e pessoas vulneráveis] pelo vírus? Sim, vão morrer. Se tiver um com deficiência, pegou no contrapé, eu lamento".
"Uma pessoa não é estatística".
“Pelo meu histórico de atleta, caso fosse contaminado pelo vírus, não precisaria me preocupar. Nada sentiria ou teria. Quando muito, seria acometido por uma gripezinha ou um resfriadinho, como bem disse aquele conhecido médico, daquela conhecida televisão”
"Depois da facada, não vai ser uma gripezinha que vai me derrubar, tá ok?”
"Tem que se cuidar. Eu estou com 65 anos tenho que cuidar de mim mesmo, (de) minha mãe que está viva. E toca o barco. É a vida, é a realidade. Morre muito mais gente de pavor do que do ato em si. Então o pavor também mata, leva ao estresse, ao cansaço, a pessoa não dorme direito, fica sempre preocupada, (pensando) 'se esse vírus pegar vou morrer'"
"A chuva está aí, vamos nos molhar e alguns vão morrer afogados".
Pelo contrário, desejo ele bem vivo para ver sua ruína política.
Mas que o destino pode ficar irônico, ah isso pode:
"E daí? Lamento. Quer que eu faça o que? Não faço milagre"
"A gente lamenta todos os mortos, mas é o destino".
"Vão morrer alguns [idosos e pessoas vulneráveis] pelo vírus? Sim, vão morrer. Se tiver um com deficiência, pegou no contrapé, eu lamento".
"Uma pessoa não é estatística".
“Pelo meu histórico de atleta, caso fosse contaminado pelo vírus, não precisaria me preocupar. Nada sentiria ou teria. Quando muito, seria acometido por uma gripezinha ou um resfriadinho, como bem disse aquele conhecido médico, daquela conhecida televisão”
"Depois da facada, não vai ser uma gripezinha que vai me derrubar, tá ok?”
"Tem que se cuidar. Eu estou com 65 anos tenho que cuidar de mim mesmo, (de) minha mãe que está viva. E toca o barco. É a vida, é a realidade. Morre muito mais gente de pavor do que do ato em si. Então o pavor também mata, leva ao estresse, ao cansaço, a pessoa não dorme direito, fica sempre preocupada, (pensando) 'se esse vírus pegar vou morrer'"
"A chuva está aí, vamos nos molhar e alguns vão morrer afogados".
Vão morrer alguns
[idosos e pessoas mais vulneráveis] pelo vírus? Sim, vão morrer. Se
tiver um com deficiência, pegou no contrapé, eu lamento... - Veja mais
em
https://noticias.uol.com.br/colunas/leonardo-sakamoto/2020/03/27/bolsonaro-quer-convencer-que-vida-de-idoso-e-pedagio-a-pagar-ao-coronavirus.htm?cmpid=copiaecola
Vão morrer alguns
[idosos e pessoas mais vulneráveis] pelo vírus? Sim, vão morrer. Se
tiver um com deficiência, pegou no contrapé, eu lamento... - Veja mais
em
https://noticias.uol.com.br/colunas/leonardo-sakamoto/2020/03/27/bolsonaro-quer-convencer-que-vida-de-idoso-e-pedagio-a-pagar-ao-coronavirus.htm?cmpid=copiaecola
quarta-feira, 1 de julho de 2020
Uma conta para se fazer (e lamentar).
Ontem, 30//06 terminou a metade do ano.
Foram 6 meses.
Exatos 183 dias.
Desses, estamos de quarentena desde meados de março, portanto, mais de 3 meses de reclusão.
Mais da metade, da metade desse ano.
Algo em torno de 60% do semestre.
Quanto tempo mais ficaremos?
Como será essa conta depois de passarmos pelos mesmos 6 meses que vivemos até aqui?
E a pior pergunta de todas: o que fizemos nesses últimos 6 meses?
Foram 6 meses.
Exatos 183 dias.
Desses, estamos de quarentena desde meados de março, portanto, mais de 3 meses de reclusão.
Mais da metade, da metade desse ano.
Algo em torno de 60% do semestre.
Quanto tempo mais ficaremos?
Como será essa conta depois de passarmos pelos mesmos 6 meses que vivemos até aqui?
E a pior pergunta de todas: o que fizemos nesses últimos 6 meses?
terça-feira, 30 de junho de 2020
Desenhando a Covid 19 em Ipuã nos últimos 45 dias.
Ipuã encerra junho com o 100º caso confirmado da Covid 19 em apenas 2 meses.
Se você não entende esse gráfico:
Talvez entenda esse:
O gráfico acima representa a quantidade de pessoas em nossa cidade em condições de transmitir o vírus.
É a diferença entre as pessoas doentes, menos as pessoas que se curaram ao longo dos últimos 50 dias.
Significa que existem hoje em Ipuã, 26 pessoas acometidas pela Covid 19 em tratamento.
Esse número já foi Zero (dia 19/05) e há 15 dias esse não sai da casa dos dois dígitos (dezena).
Pela curva, podemos ver que a doença se agrava em nossa cidade.
Se você não entende que medidas mais duras necessitam ser tomadas urgentemente, talvez você não entenda a gravidade da doença.
O que não justifica os decretos mal feitos por parte da Administração Municipal que ora restringe, ora libera conforme as pressões da sociedade ou de eminências pardas.
Parecem estar perdidos em meio ao tiroteio que vem de todos os lados. Só isso para explicar porque proibir delivery, principal motor do comércio atualmente, ou não colocar pet shop como essencial (nós podemos comer, os animais domésticos não?).
E já que a conscientização da população, que todos pedem, talvez demore um pouco mais para acontecer, seguem medidas que talvez possam ajudar:
* Divulgar os casos da doença por bairros, seja para criar uma situação de insegurança nos moradores, seja para aproximar a doença ainda mais dos moradores, ambos os casos, poderiam contribuir para elevar as medidas protetivas por parte dos cidadãos.
* Divulgar no portal transparência da Prefeitura, as multas e notificações aplicadas pelo descumprimento das regras.
* Deixar de usar o antigo prédio da Prefeitura e definir um dos Postos de Saúde como centro exclusivo de tratamento da Covid 19, e ali não tratar mais nenhum outro paciente.
Se você não entende esse gráfico:
Talvez entenda esse:
O gráfico acima representa a quantidade de pessoas em nossa cidade em condições de transmitir o vírus.
É a diferença entre as pessoas doentes, menos as pessoas que se curaram ao longo dos últimos 50 dias.
Significa que existem hoje em Ipuã, 26 pessoas acometidas pela Covid 19 em tratamento.
Esse número já foi Zero (dia 19/05) e há 15 dias esse não sai da casa dos dois dígitos (dezena).
Pela curva, podemos ver que a doença se agrava em nossa cidade.
Se você não entende que medidas mais duras necessitam ser tomadas urgentemente, talvez você não entenda a gravidade da doença.
O que não justifica os decretos mal feitos por parte da Administração Municipal que ora restringe, ora libera conforme as pressões da sociedade ou de eminências pardas.
Parecem estar perdidos em meio ao tiroteio que vem de todos os lados. Só isso para explicar porque proibir delivery, principal motor do comércio atualmente, ou não colocar pet shop como essencial (nós podemos comer, os animais domésticos não?).
E já que a conscientização da população, que todos pedem, talvez demore um pouco mais para acontecer, seguem medidas que talvez possam ajudar:
* Divulgar os casos da doença por bairros, seja para criar uma situação de insegurança nos moradores, seja para aproximar a doença ainda mais dos moradores, ambos os casos, poderiam contribuir para elevar as medidas protetivas por parte dos cidadãos.
* Divulgar no portal transparência da Prefeitura, as multas e notificações aplicadas pelo descumprimento das regras.
* Deixar de usar o antigo prédio da Prefeitura e definir um dos Postos de Saúde como centro exclusivo de tratamento da Covid 19, e ali não tratar mais nenhum outro paciente.
domingo, 28 de junho de 2020
Doutor é quem faz Doutorado?
Sempre que me deparo com essa pergunta fico tentado a responder: "Também".
E quem sabe uma versão estendida da minha resposta, mesmo que fique repetitiva: "Também; mas não só".
Isso porque não é de hoje que defendo que Doutor não é só quem tem Doutorado. E por que defendo que não apenas concluintes da Pós Graduação (Strictu Senso) em nível de Doutorado podem ser chamados de doutores?
Essa resposta, que difere da grande maioria dos colegas acadêmicos que conheço e convivo (muitos desses já escrevendo para me xingar), requer uma explicação baseada em um contexto histórico, na tradição e na reverência (respeito).
Vou explicar.
A maioria dos acadêmicos rechaça o uso do "Dr" para os não Doutorados alegando que "Doutor" é título e não Pronome de Tratamento.
Mas como nasceu o uso de "Dr" para os não doutorados?
Vejamos...
A 1ª instituição de ensino superior no Brasil (ainda não chamada de Faculdade) foi a Escola de Cirurgia da Bahia, em Salvador no ano de 1808. Esta é considerada a 1ª faculdade de Medicina e a 1ª faculdade do País.
Depois vieram a Faculdade de Direito em São Paulo (Largo do São Francisco, hoje USP) e a Faculdade de Direito de Olinda/PE, ambas em 1827.
Estamos falando no período de 200 anos atrás, século retrasado (XIX), e se hoje se formar em Medicina ou Direito é privilégio para poucos, ainda que haja centenas de cursos, imagine o privilégio que não era no distante século XIX.
Não tenho os dados, mas suponhamos que a 1ª turma de medicina no Brasil formou algo do tipo 50 médicos? Ser médico no país, à época, era quase um endeusamento.
Por essa razão, ser médico ou advogado há 200 anos atrás, era tratado com veneração, usando como distinção, dessas pessoas com tamanho prestígio, o termo "Doutor".
Doutor vem do latin "Docere", que significa ensinar. Dele deriva a palavra "Douto", que significa "pessoa que possui extensos conhecimentos, muito instruído, que revela erudição".
Ser Médico ou Advogado no Brasil Imperial era algo tão raro que, a esta minoria da sociedade brasileira, justificava-se serem chamados de "Doutor"; afinal pertenciam a uma elite acadêmica e profissional do Brasil, cujo elevado grau de especialização era enaltecido com o "Dr".
O tempo passou, felizmente os cursos superiores se expandiram e muitas faculdades e cursos foram abertos no país.
Manteve-se assim a tradição de chamar de "Dr" os profissionais da Medicina e do Direito, estendendo-se a outras áreas da saúde como Dentistas, Veterinários, Biomédicos, Fisioterapeutas e Psicólogos.
E do Direito, estendeu-se também o uso do "Doutor" a Juízes e Promotores, também como forma de reverência a tão valiosa carreira que requer elevado grau de especialização e distinção na sociedade. E assim, "Doutor" virou uma forma respeitosa de se chamar esses profissionais, substituindo o Excelência (mais usado para autoridades políticas) e o Meritíssimo (que fora do contexto do tribunal pode soar irônico, ou você se imagina na fila do açougue cumprimentando o juiz de sua cidade com um "boa tarde Meritíssimo"?).
Já o "Doutor" de quem fez Doutorado veio muito tempo depois das primeiras faculdades.
A Pós-Graduação Stricto Sensu (Mestrado e Doutorado) no Brasil surgiu em 1965, pelo menos como parte integrante de Universidades. À época, já se chamavam médicos, dentistas, advogados e outros de "Doutor", termo já consagrado desde o século anterior ao surgimento dos primeiros cursos de Doutorado.
Antes de existirem os Doutores (Pós Graduados) já existiam ou Doutores (Graduados em Medicina, Direito, Odontologia,...).
E desde então o embate, nada produtivo, permanece: Doutor é quem tem Doutorado? Doutor é pronome de tratamento? Médico é Doutor? Advogado é Doutor?
Penso que trata-se de uma tradição legitimada pelo uso, a de chamar de "Doutor" esses profissionais de enorme distinção dentro de nossa sociedade.
Essa tradição é tão forte que, se você chamar alguém que tenha feito Doutorado (seja em qual área for) de "Dr fulano de tal", quem ouvir pensará tratar-se de um médico ou advogado, jamais de um pesquisador que defendeu uma Tese e concluiu seu Doutorado.
Além do mais, trata-se de uma reverência, pois não me imagino chamando meu médico de "médico fulano de tal", sendo que não tenho a intimidade de chamá-lo apenas pelo nome.
Tenho inúmeros amigos e parentes advogados e os chamo pelo nome dada a intimidade que temos, porém em um ambiente formal ou em documentos oficiais que eu possa lhes dirigir, certamente usarei o "Dr" na frente de seus nomes.
Concluindo: seja pela tradição e pela reverência que determinadas carreiras possuem, dada a alta complexidade de suas funções e importância dentro da sociedade e suas raízes históricas, entendo ser legítimo o uso do "Dr" para referir-se à inúmeros profissionais, ainda que em sua grande maioria, não possuam o título acadêmico de Doutor.
E quem sabe uma versão estendida da minha resposta, mesmo que fique repetitiva: "Também; mas não só".
Isso porque não é de hoje que defendo que Doutor não é só quem tem Doutorado. E por que defendo que não apenas concluintes da Pós Graduação (Strictu Senso) em nível de Doutorado podem ser chamados de doutores?
Essa resposta, que difere da grande maioria dos colegas acadêmicos que conheço e convivo (muitos desses já escrevendo para me xingar), requer uma explicação baseada em um contexto histórico, na tradição e na reverência (respeito).
Vou explicar.
A maioria dos acadêmicos rechaça o uso do "Dr" para os não Doutorados alegando que "Doutor" é título e não Pronome de Tratamento.
Mas como nasceu o uso de "Dr" para os não doutorados?
Vejamos...
A 1ª instituição de ensino superior no Brasil (ainda não chamada de Faculdade) foi a Escola de Cirurgia da Bahia, em Salvador no ano de 1808. Esta é considerada a 1ª faculdade de Medicina e a 1ª faculdade do País.
Depois vieram a Faculdade de Direito em São Paulo (Largo do São Francisco, hoje USP) e a Faculdade de Direito de Olinda/PE, ambas em 1827.
Estamos falando no período de 200 anos atrás, século retrasado (XIX), e se hoje se formar em Medicina ou Direito é privilégio para poucos, ainda que haja centenas de cursos, imagine o privilégio que não era no distante século XIX.
Não tenho os dados, mas suponhamos que a 1ª turma de medicina no Brasil formou algo do tipo 50 médicos? Ser médico no país, à época, era quase um endeusamento.
Por essa razão, ser médico ou advogado há 200 anos atrás, era tratado com veneração, usando como distinção, dessas pessoas com tamanho prestígio, o termo "Doutor".
Doutor vem do latin "Docere", que significa ensinar. Dele deriva a palavra "Douto", que significa "pessoa que possui extensos conhecimentos, muito instruído, que revela erudição".
Ser Médico ou Advogado no Brasil Imperial era algo tão raro que, a esta minoria da sociedade brasileira, justificava-se serem chamados de "Doutor"; afinal pertenciam a uma elite acadêmica e profissional do Brasil, cujo elevado grau de especialização era enaltecido com o "Dr".
O tempo passou, felizmente os cursos superiores se expandiram e muitas faculdades e cursos foram abertos no país.
Manteve-se assim a tradição de chamar de "Dr" os profissionais da Medicina e do Direito, estendendo-se a outras áreas da saúde como Dentistas, Veterinários, Biomédicos, Fisioterapeutas e Psicólogos.
E do Direito, estendeu-se também o uso do "Doutor" a Juízes e Promotores, também como forma de reverência a tão valiosa carreira que requer elevado grau de especialização e distinção na sociedade. E assim, "Doutor" virou uma forma respeitosa de se chamar esses profissionais, substituindo o Excelência (mais usado para autoridades políticas) e o Meritíssimo (que fora do contexto do tribunal pode soar irônico, ou você se imagina na fila do açougue cumprimentando o juiz de sua cidade com um "boa tarde Meritíssimo"?).
Já o "Doutor" de quem fez Doutorado veio muito tempo depois das primeiras faculdades.
A Pós-Graduação Stricto Sensu (Mestrado e Doutorado) no Brasil surgiu em 1965, pelo menos como parte integrante de Universidades. À época, já se chamavam médicos, dentistas, advogados e outros de "Doutor", termo já consagrado desde o século anterior ao surgimento dos primeiros cursos de Doutorado.
Antes de existirem os Doutores (Pós Graduados) já existiam ou Doutores (Graduados em Medicina, Direito, Odontologia,...).
E desde então o embate, nada produtivo, permanece: Doutor é quem tem Doutorado? Doutor é pronome de tratamento? Médico é Doutor? Advogado é Doutor?
Penso que trata-se de uma tradição legitimada pelo uso, a de chamar de "Doutor" esses profissionais de enorme distinção dentro de nossa sociedade.
Essa tradição é tão forte que, se você chamar alguém que tenha feito Doutorado (seja em qual área for) de "Dr fulano de tal", quem ouvir pensará tratar-se de um médico ou advogado, jamais de um pesquisador que defendeu uma Tese e concluiu seu Doutorado.
Além do mais, trata-se de uma reverência, pois não me imagino chamando meu médico de "médico fulano de tal", sendo que não tenho a intimidade de chamá-lo apenas pelo nome.
Tenho inúmeros amigos e parentes advogados e os chamo pelo nome dada a intimidade que temos, porém em um ambiente formal ou em documentos oficiais que eu possa lhes dirigir, certamente usarei o "Dr" na frente de seus nomes.
Concluindo: seja pela tradição e pela reverência que determinadas carreiras possuem, dada a alta complexidade de suas funções e importância dentro da sociedade e suas raízes históricas, entendo ser legítimo o uso do "Dr" para referir-se à inúmeros profissionais, ainda que em sua grande maioria, não possuam o título acadêmico de Doutor.
quarta-feira, 24 de junho de 2020
Novo (e ainda provisório) Calendário Eleitoral 2020.
O Senado Federal aprovou novo Calendário Eleitoral para 2020.
O texto agora segue para a Câmara, para ser votado. Caso haja alterações, volta para o Senado.
Tudo isso por causa da "gripezinha" que cancelou futebol, Fórmula 1 e Olimpíadas do Japão. Não iria alterar nossas eleições?
Graças ao Bom Deus não prorrogou mandatos, como foi aventada a possibilidade. Já pensou 2 anos a mais???
Mas como muita coisa no país é feita pelas metades, ainda resta saber por exemplo como fica a questão dos afastamentos de servidores e funcionários públicos que serão candidatos.
O lado bom da nova data: Acaba com o "pacote de maldades" que todos Prefeito lança após as eleições.
Com a intenção de "fechar as contas", grande parte dos Prefeitos deixavam para adotar medidas de controle de gastos apenas após as eleições, seja para se reeleger, seja para eleger sucessor. Com a eleição em Novembro, ou ele adota essas medidas antes ou corre o risco de fechar no vermelho e sofrer as sanções da lei.
O lado ruim: Pouco intervalo de tempo para os novos Prefeitos fazer o "Governo de transição".
Candidatos eleitos terão pouco mais de 1 mês para pensar em seu Governo: definir prioridades, estabelecer estratégias, urgências, montar a equipe, etc... O prazo apertado agrava quando há necessidades urgentes a serem tomadas logo no início do mandato.
O lado ruim 2: Menos tempo para a justiça julgar os casos de crimes eleitorais.
Ficará com o tempo mais apertado para a Justiça Eleitoral analisar e julgar casos de abusos que sempre ocorrem em eleições e que após diplomados os eleitos, não que seja impossível, mas é sempre um pouco mais difícil de serem punidos os eleitos.
Seja como for, o novo calendário (que ainda pode ser alterado) ficou assim:
O texto agora segue para a Câmara, para ser votado. Caso haja alterações, volta para o Senado.
Tudo isso por causa da "gripezinha" que cancelou futebol, Fórmula 1 e Olimpíadas do Japão. Não iria alterar nossas eleições?
Graças ao Bom Deus não prorrogou mandatos, como foi aventada a possibilidade. Já pensou 2 anos a mais???
Mas como muita coisa no país é feita pelas metades, ainda resta saber por exemplo como fica a questão dos afastamentos de servidores e funcionários públicos que serão candidatos.
O lado bom da nova data: Acaba com o "pacote de maldades" que todos Prefeito lança após as eleições.
Com a intenção de "fechar as contas", grande parte dos Prefeitos deixavam para adotar medidas de controle de gastos apenas após as eleições, seja para se reeleger, seja para eleger sucessor. Com a eleição em Novembro, ou ele adota essas medidas antes ou corre o risco de fechar no vermelho e sofrer as sanções da lei.
O lado ruim: Pouco intervalo de tempo para os novos Prefeitos fazer o "Governo de transição".
Candidatos eleitos terão pouco mais de 1 mês para pensar em seu Governo: definir prioridades, estabelecer estratégias, urgências, montar a equipe, etc... O prazo apertado agrava quando há necessidades urgentes a serem tomadas logo no início do mandato.
O lado ruim 2: Menos tempo para a justiça julgar os casos de crimes eleitorais.
Ficará com o tempo mais apertado para a Justiça Eleitoral analisar e julgar casos de abusos que sempre ocorrem em eleições e que após diplomados os eleitos, não que seja impossível, mas é sempre um pouco mais difícil de serem punidos os eleitos.
Seja como for, o novo calendário (que ainda pode ser alterado) ficou assim:
quinta-feira, 18 de junho de 2020
Hashtags que podem ser úteis.
A hashtag #FechadoComBolsonaro já perdeu força.
Assim, esse Blog ajuda você a encontrar outra que melhor se adeque às suas aspirações.
#MoroTraíra
#SomosTodosQueirós
#QueirósNãoEstavaForagidoEstavaEmIsolamentoSocial
#FicaWeintraub
#SaraLivre
#Somos300ETantos
#VoteiNoPaiNãoVoteiNoFilho
#FlávioÉInocente
#MenosGloboMaisSBT
#MenosCNNMaisJovemPan
#ForçaRenanSena
#AtibaiaZicada
#CloroquinhaÉMelhorQueDexametasona
#STFComunista
#PFComunista
Assim, esse Blog ajuda você a encontrar outra que melhor se adeque às suas aspirações.
#MoroTraíra
#SomosTodosQueirós
#QueirósNãoEstavaForagidoEstavaEmIsolamentoSocial
#FicaWeintraub
#SaraLivre
#Somos300ETantos
#VoteiNoPaiNãoVoteiNoFilho
#FlávioÉInocente
#MenosGloboMaisSBT
#MenosCNNMaisJovemPan
#ForçaRenanSena
#AtibaiaZicada
#CloroquinhaÉMelhorQueDexametasona
#STFComunista
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