Está achando a caça aos Pokemóns uma febre caro e-leitor?
Aguarde o jogo novo que se inicia hoje: a Caça aos PokeVotos.
Em cada cantinho de Ipuã e Capelinha pode haver um PokeVoto escondido.
Uns
serão capturados de graça, outros terão algum custo; alguns leiloarão
sua captura, outros serão capturados por mais de um candidato e no final
das contas, será o próprio PokeVoto quem vai escolher pro celular de
quem ele vai.
E
tem aqueles PokeVotos que vão pagar pelos favores recebidos, indo
livremente para os celulares sem que necessite ser capturado.
Tem
também PokeVotos que ficam quietinhos, esperando saber quem vai vencer
para depois morrer jurando que quem venceu era justamente quem o havia
capturado.
Os
caçadores de PokeVotos, agora todos unidos no abraço coletivo do
Chapão, poderão digladiar por cada PokeVoto, (afinal apenas 9 caçadores
vencerão) mostrando que a união é uma falácia, uma mera conveniência,
uma forçosa convivência de 45 dias entre pessoas que não se toleram mas
precisam passar outra imagem à população.
Mas
felizmente existe também o PokeVoto consciente, cada vez mais raro de
ser encontrado, aquele que não e deixa capturar por belos celulares,
belas palavras ou mesmo algum favor ou dinheiro; estes, tendem a
escolher bem quem os captura, e também cobra seus capturadores quando
estes não os representa bem.
A pergunta que me faço, sem saber a resposta é: quantos são?
terça-feira, 16 de agosto de 2016
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
Vídeo da Sexta: O que faz um Vereador?
Antes de apenas incentivar candidaturas e incitar os candidatos a sair pedindo votos, partidos deveriam explicar aos filiados e pré candidatos quais as funções de um Vereador.
E antes que algum engraçadinho diga que Vereador não serve para nada, lembre-se de que estamos falando dos cargos, não de pessoas.
E antes que algum engraçadinho diga que Vereador não serve para nada, lembre-se de que estamos falando dos cargos, não de pessoas.
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
A melhor narração do Galvão Bueno.
Esqueça o gol perdido pelo Baggio na Copa de 94.
Esqueça os gols do Ronaldo na Copa de 2002.
Esqueça o Gol, de Guerrero no Mundial de Clubes de 2012.
Esqueça cada vitória do Senna na Fórmula 1.
A melhor narração do Galvão Bueno aconteceu ontem na prova de natação em que Michael Phelps perdeu. Ou ganhou?
Enfim...
Esqueça os gols do Ronaldo na Copa de 2002.
Esqueça o Gol, de Guerrero no Mundial de Clubes de 2012.
Esqueça cada vitória do Senna na Fórmula 1.
A melhor narração do Galvão Bueno aconteceu ontem na prova de natação em que Michael Phelps perdeu. Ou ganhou?
Enfim...
terça-feira, 9 de agosto de 2016
Um ouro da cor do Brasil.
Num país onde o preconceito racial vergonhosamente existe sem que a grande maioria da população, sobretudo a elite branca, mais que exemplo, uma vitória como esta nos enche de orgulho.
Parabéns Rafaela Silva, a primeira negra brasileira a ganhar uma medalha de ouro olímpica!
Parabéns Rafaela Silva, a primeira negra brasileira a ganhar uma medalha de ouro olímpica!
domingo, 7 de agosto de 2016
sábado, 6 de agosto de 2016
1ª lição olímpica.
O time feminino de Handbol (aquele esporte que a gente só joga nas aulas de educação física) é dirigido pelo Dinamarquês Morten Soubak, um dos melhores do mundo.
Como seleção do país anfitrião, o Brasil poderia escolher qual grupos entraria.
Um dos grupos era tido como o mais fácil, enquanto o outro, que contava com a Noruega, Campeãs Mundiais e Olímpicas, além de Espanha, Montenegro e Angola, considerado o mais difícil.
Pois qual grupo o técnico Morten Soubak escolheu?
O mais difícil.
Um recado indireto da velha frase: "Quem quer ser campeão não escolhe adversário".
Contrariando o bom e velho jeitinho brasileiro, são atitudes como estas que trazem uma nova mentalidade ao nosso esporte, por isso defendo a contratação de técnicos estrangeiros para esportes no Brasil.
Inclusive na Seleção de Futebol.
Por que não?
Que bom seria se na política também houvesse a filosofia do "Quem quer se eleger não escolhe adversário".
Em tempo: O jogo de estreia das meninas do handbol brasileiro foi justamente contra a temida Noruega e nossas meninas deram um sacode de 31 a 28 nas Norueguesas, com o ginásio se transformado num verdadeiro caldeirão.
Como seleção do país anfitrião, o Brasil poderia escolher qual grupos entraria.
Um dos grupos era tido como o mais fácil, enquanto o outro, que contava com a Noruega, Campeãs Mundiais e Olímpicas, além de Espanha, Montenegro e Angola, considerado o mais difícil.
Pois qual grupo o técnico Morten Soubak escolheu?
O mais difícil.
Um recado indireto da velha frase: "Quem quer ser campeão não escolhe adversário".
Contrariando o bom e velho jeitinho brasileiro, são atitudes como estas que trazem uma nova mentalidade ao nosso esporte, por isso defendo a contratação de técnicos estrangeiros para esportes no Brasil.
Inclusive na Seleção de Futebol.
Por que não?
Que bom seria se na política também houvesse a filosofia do "Quem quer se eleger não escolhe adversário".
Em tempo: O jogo de estreia das meninas do handbol brasileiro foi justamente contra a temida Noruega e nossas meninas deram um sacode de 31 a 28 nas Norueguesas, com o ginásio se transformado num verdadeiro caldeirão.
Quer saber quanto ganha cada servidor púbico em Ipuã?
Basta acessar o Portal Transparência aqui.
Trata-se de uma obrigação de todas Prefeituras do país, a de divulgar quanto recebe cada um dos seus funcionários.
Em Ipuã, não especifica, no caso de professores, qual a jornada (quantidade de aulas), o que é salário base, o que é abono, férias, adiantamento de 13º...
Nada.
Apenas os vencimentos bruto e líquido (descontado encargos legais).
E também o cargo, emprego, função de cada um.
Por isso, vale a pena acompanhar mês a mês, inclusive - e principalmente - o meses passados, para desta forma descobrir quem são os ungidos com portarias de gerente, os premiados com horas extras, os felizardos promovidos.
Procure não se assustar.
Trata-se de uma obrigação de todas Prefeituras do país, a de divulgar quanto recebe cada um dos seus funcionários.
Em Ipuã, não especifica, no caso de professores, qual a jornada (quantidade de aulas), o que é salário base, o que é abono, férias, adiantamento de 13º...
Nada.
Apenas os vencimentos bruto e líquido (descontado encargos legais).
E também o cargo, emprego, função de cada um.
Por isso, vale a pena acompanhar mês a mês, inclusive - e principalmente - o meses passados, para desta forma descobrir quem são os ungidos com portarias de gerente, os premiados com horas extras, os felizardos promovidos.
Procure não se assustar.
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
Pelé deve acender a Pira Olímpica. Édson Arantes deve ficar em casa.
Nos jogos Olímpicos de Atlanta em 1996, a honra de acender a chama Olímpica que permanece acesa durante todo os Jogos, coube ao pugilista Muhammed Ali.
Medalha de ouro nos Jogos de Roma (1960) e Campeão dos pesos pesados, Ali é tido como um dos maiores, senão o maior, pugilista da História mundial.
No Brasil, deverá (ou pelo menos deveria) ser Édson Arantes do Nascimento, o Rei Pelé.
Personalidade esportiva brasileira mais conhecida no Planeta Terra, a ponto da Rede Globo não colocar legenda na sua imagem quando o entrevista ou faz alguma matéria televisiva sobre ele.
O maior futebolista Brasileiro de todos os tempos, 3 vezes Campeão Mundial e eleito o Atleta do Século XX, Pelé é tido como um dos maiores, senão o maior, jogador de Futebol de todos os tempos.
Além da carreira vitoriosa em brilhante no esporte, outras semelhanças unem os dois atletas.
Ambos são Negros, vivendo em países racistas apesar do grande número de afrodescendentes e da inegável contribuição da cultura negra na formação cultural de seus países.
Ali sofria de Doença de Parkinson, o que lhe debilitava os movimentos. Na imagem abaixo, fica claro o quanto o campeão mundial padecia da doença, o que tornou sua escolha ainda mais memorável e simbólica.
Nos últimos anos, Pelé tem sofrido problemas de saúde. Atualmente se recupera de uma cirurgia complicada no quadril, feita em janeiro para reparar outra realizada em 2012. Anda com auxílio de bengala e sua assessoria diz que ele não gostaria de passar uma imagem de fragilidade acendendo a Pira de maneira convalescente.
Por isso a dúvida se será ele mesmo o atleta a ter tal honra logo mais.
Mas as semelhanças entre os ídolos do esporte terminam aí.
Muhammad Ali tornou-se lenda mundial não só pelos títulos que conquistou, mas por seu ativismo em defesa da igualdade de direitos civis entre negros e brancos nos EUA (chegou a jogar fora a medalha de ouro ganha nos Jogos de Roma quando teve um pedido de hambúrguer negado, por ser negro, em uma lanchonete), pela preocupação com a situação da África e por ser contra a Guerra do Vietnã (chegando a ser preso por isso).
O ativismo político levou-o a aproximar-se, e tornar-se amigo, de Martin Luther King, e ao lado do líder pelos direitos civis dos afrodescendentes, passou a dar opiniões contundentes sobre questões raciais.
Pelé tem se primado pelo pragmatismo político.
Recentemente tem sido raro suas declarações políticas e quando o faz, acaba por gerar polêmicas, por quase sempre defender a manutenção do status quo.
Razão pela qual a imprensa costuma brincar que na verdade existem duas pessoas: O Pelé, jogador genial; e o Édson Arantes do Nascimento, cidadão marcado por declarações desastradas e atitudes na vida particular passíveis de muita crítica.
Foi assim quando criticou o goleiro Aranha por ter denunciado ofensas racistas; por sugerir que manifestantes protestassem apenas depois da Copa de 2014, pois para ele aquele não era o momento e ainda; dizer que futebol não deve se misturar com política, esquecendo-se que ele mesmo, quando ativista esportivo, fez tal "mistura".
Pelé ao fazer o 1000º gol fez ativismo político, pedindo para os Governantes pensar em nossas crianças e no futuro dela; segundo ele próprio, não disputou a Copa de 74 por discordar do Regime Militar; e enquanto no Brasil se pedia para votar para Presidente, disse a triste frase "Brasileiro não sabe votar", explicando sua razão por ser contra o voto direto.
Ainda que tal frase tenha requintes de verdade, naquele momento o voto direto era uma luta de todos os brasileiros cansados a opressão ditatorial.
Pesa ainda contra o Rei em seu ativismo, o fato de quando Ministro dos Esportes, ter se unido a Ricardo Teixeira no famoso "Pacto da Bola", quando o cartola e sua gente estavam de joelhos perante uma CPI que ameaçava fazer uma devassa no futebol Brasileiro.
Ainda que seu histórico político seja extremamente polêmico, não vejo figura esportiva à altura de Pelé para acender a Pira.
Talvez seja o momento de esquecer o ativismo político desastrado do Rei e colocar no palco principal da abertura, o atleta genial que dentro de campo encantou até torcedores adversários.
Hoje, mais do que nunca, é dia de separar e deixar o Édson Arantes do Nascimento em casa, se recuperando da cirurgia e colocar o Pelé no Estádio Maracanã acendendo a Pira Olímpica.
E que a cena abaixo se repita com o Rei hoje, usando uma simpática bengalinha, acendendo o maior símbolo olímpico.
Medalha de ouro nos Jogos de Roma (1960) e Campeão dos pesos pesados, Ali é tido como um dos maiores, senão o maior, pugilista da História mundial.
No Brasil, deverá (ou pelo menos deveria) ser Édson Arantes do Nascimento, o Rei Pelé.
Personalidade esportiva brasileira mais conhecida no Planeta Terra, a ponto da Rede Globo não colocar legenda na sua imagem quando o entrevista ou faz alguma matéria televisiva sobre ele.
O maior futebolista Brasileiro de todos os tempos, 3 vezes Campeão Mundial e eleito o Atleta do Século XX, Pelé é tido como um dos maiores, senão o maior, jogador de Futebol de todos os tempos.
Além da carreira vitoriosa em brilhante no esporte, outras semelhanças unem os dois atletas.
Ambos são Negros, vivendo em países racistas apesar do grande número de afrodescendentes e da inegável contribuição da cultura negra na formação cultural de seus países.
Ali sofria de Doença de Parkinson, o que lhe debilitava os movimentos. Na imagem abaixo, fica claro o quanto o campeão mundial padecia da doença, o que tornou sua escolha ainda mais memorável e simbólica.
Nos últimos anos, Pelé tem sofrido problemas de saúde. Atualmente se recupera de uma cirurgia complicada no quadril, feita em janeiro para reparar outra realizada em 2012. Anda com auxílio de bengala e sua assessoria diz que ele não gostaria de passar uma imagem de fragilidade acendendo a Pira de maneira convalescente.
Por isso a dúvida se será ele mesmo o atleta a ter tal honra logo mais.
Mas as semelhanças entre os ídolos do esporte terminam aí.
Muhammad Ali tornou-se lenda mundial não só pelos títulos que conquistou, mas por seu ativismo em defesa da igualdade de direitos civis entre negros e brancos nos EUA (chegou a jogar fora a medalha de ouro ganha nos Jogos de Roma quando teve um pedido de hambúrguer negado, por ser negro, em uma lanchonete), pela preocupação com a situação da África e por ser contra a Guerra do Vietnã (chegando a ser preso por isso).
O ativismo político levou-o a aproximar-se, e tornar-se amigo, de Martin Luther King, e ao lado do líder pelos direitos civis dos afrodescendentes, passou a dar opiniões contundentes sobre questões raciais.
Pelé tem se primado pelo pragmatismo político.
Recentemente tem sido raro suas declarações políticas e quando o faz, acaba por gerar polêmicas, por quase sempre defender a manutenção do status quo.
Razão pela qual a imprensa costuma brincar que na verdade existem duas pessoas: O Pelé, jogador genial; e o Édson Arantes do Nascimento, cidadão marcado por declarações desastradas e atitudes na vida particular passíveis de muita crítica.
Foi assim quando criticou o goleiro Aranha por ter denunciado ofensas racistas; por sugerir que manifestantes protestassem apenas depois da Copa de 2014, pois para ele aquele não era o momento e ainda; dizer que futebol não deve se misturar com política, esquecendo-se que ele mesmo, quando ativista esportivo, fez tal "mistura".
Pelé ao fazer o 1000º gol fez ativismo político, pedindo para os Governantes pensar em nossas crianças e no futuro dela; segundo ele próprio, não disputou a Copa de 74 por discordar do Regime Militar; e enquanto no Brasil se pedia para votar para Presidente, disse a triste frase "Brasileiro não sabe votar", explicando sua razão por ser contra o voto direto.
Ainda que tal frase tenha requintes de verdade, naquele momento o voto direto era uma luta de todos os brasileiros cansados a opressão ditatorial.
Pesa ainda contra o Rei em seu ativismo, o fato de quando Ministro dos Esportes, ter se unido a Ricardo Teixeira no famoso "Pacto da Bola", quando o cartola e sua gente estavam de joelhos perante uma CPI que ameaçava fazer uma devassa no futebol Brasileiro.
Ainda que seu histórico político seja extremamente polêmico, não vejo figura esportiva à altura de Pelé para acender a Pira.
Talvez seja o momento de esquecer o ativismo político desastrado do Rei e colocar no palco principal da abertura, o atleta genial que dentro de campo encantou até torcedores adversários.
Hoje, mais do que nunca, é dia de separar e deixar o Édson Arantes do Nascimento em casa, se recuperando da cirurgia e colocar o Pelé no Estádio Maracanã acendendo a Pira Olímpica.
E que a cena abaixo se repita com o Rei hoje, usando uma simpática bengalinha, acendendo o maior símbolo olímpico.
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
Era pra ser eu.
Mas ficou muito mais bonito!
Obrigado à 70ª Turma de Pedagogia do Moura Lacerda e minha 1ª turma de formandas.
Obrigado à 70ª Turma de Pedagogia do Moura Lacerda e minha 1ª turma de formandas.
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
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