segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Tornado ou brisa?

Finalmente, após 10 anos, o Departamento de Infraestrutura (Almoxarifado) poderá respira novos ares.

Mas o a tempestade, que pode mudar o organograma viciado que lá existe há quase 20 anos, bem que poderia se estender a outros Departamentos.

E não virar uma leve brisa, ao chegar nos lados do SAAEI.

Ou pior: virar a brincadeira dos "escravos de Jó, jogando caxangá", apenas mudando as mesmas peças dentro do tabuleiro.


Como sou da ideia de que mau atacante não melhora se for colocado na zaga; que zagueiro perna de pau não vira meio campo habilidoso e dificilmente um volante limitado será um bom atacante, só poderei lamentar se as mudanças forem paliativas e não estruturais.

 Seria confirmar que não apenas no dicionário, mas também na política, o termo "companheiro" vem antes de "competência".

sábado, 29 de agosto de 2015

Com o lápiz na mão.

Comecei a cumprir meu estágio da faculdade em escolas públicas numa segunda feira pós Barretão.

Isso no distante ano de 1999.

Fui pro último domingo do Barretão pela manhã e lá fiquei até à noite.

Imaginem como deve ter sido minha segunda feira, logo pela manhã cedinho acordar e ir à escola para estagiar.

Estágio é, em via de regra, algo monótono. Ainda mais aquele estágio onde a orientação da professora era apenas observar e tecer algumas primeiras impressões.

Lembro de ter me segurado para não dormir.

Não seria educado da minha parte para com a professora que, além de meia dúzia de alunos dormindo, ainda teria que suportar um estagiário na mesma situação.

Mas as "pesacadas" foram inevitáveis.

E por que escolhi este dia?

Eu estava atrasado com meus estágios, ou pegava firme naquela semana fazendo-os com assiduidade ou correria o risco de perder a data da entrega das planilhas e ficar sem nota.

Que aluno relaxado...

Todo Poderoso... Terrão!


sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Vídeo da sexta: Para viver bem.

Este vídeo já foi publicado neste blog em outra ocasião.

Toquinho dá dicas de como ter uma vida feliz: dizer não e evitar chatos.

Ensinamentos que, se seguidos, nos prolonga a vida de maneira saudável e jovial, segundo o genial músico e cantor.

Acredite, o spoiller acima não atrapalhará o deleite de assistir a este vídeo.

Boa sexta feira a todos.


quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Banda Calypso não acabou.

Impossível ter internet e não saber que a cantora Joelma, da Banda Calypso, se separou do marido Chimbinha, guitarrista na mesma banda.

Como também é impossível não ter lido a piada de que "pelo visto não foi a lua que traiu a Joelma, o Chimbinha também traiu".

Mas para minha surpresa, a Banda Calypso não terminou.

A separação ocorreu apenas na esfera particular matrimonial, no artístico empresarial continua tudo como antes.

Em termos, porque duvide-o-dó que, divorciados, a Banda dure muito tempo com o ex casal na formação.

É inevitável: um dos dois sairá da banda.

Não vou precisar uma data, mas em casos assim, a urbanidade de conviver na mesma banda dura até que o ofendido ou a ofendida (o que não teve culpa pelo divórcio) apareça de mãos dadas com um novo amor.

Imaginem a cena, partindo do princípio de que foi mesmo Chimbinha o causador do divórcio:

A Banda preparando um ensaio, ou para subir no palco de um grande show de gravação de DVD e Joelma chega abraçadinha com um saradão, daqueles ratos de academia 20 anos mais novo que ela, jeito de malandrão de quem não quer nada na vida.

E ela toda apaixonada apresenta o namorado como "amigo" para os demais integrantes da banda.

Um a um vão conhecendo o Aliomar (suponhamos que este seja seu nome) e o Chimbinha, último da "fila" dos integrantes que estão sendo apresentados ao Aliomar vendo a cena e esperando o Aliomar chegar nele e cumprimentá-lo, obviamente sabendo que se trata de um aperto de mãos com o ex da Joelma, que agora olha invejoso e pensando que a única diferença entre eles são 30 anos de idade e 40Kg.

Talvez tal aperto de mãos nem ocorra, vai que o Chimbinha aproveita da guitarra em suas mãos para assassinar o Aliomar.

Juro que não falo com pessimismo, mas com fatos antecedentes embasando minha teoria.

Se não deu certo com o ABBA, grupo original da Suécia onde os princípios éticos e morais são muitos mais amadurecidos e a liberação sexual chegou há muito mais tempo, por que daria com a Calypso???

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Não costumo errar palpite.

Cobrem o Blogueiro depois, sob pena de ser acusado de não entender de futebol, mas hoje passam para as quartas de final da Copa do Brasil:

São Paulo, Atlético, Fluminense, Santos, Cruzeiro e Flamengo.

Amanhã passarão:

Grêmio e Internacional.

E tenho dito!

Este mês em "A voz Ipuanense".

A questão salarial da classe política.
Por Orandes Rocha*.

Uma onda tem invadido as cidades do país: a mobilização da sociedade contra reajustes salariais da classe política.

Ainda não chegou aqui em Ipuã, até agora.

A primeira cidade que se teve notícia foi a paranaense Santo Antônio da Platina, onde a indignação de uma moradora deu início a uma mobilização municipal contrária ao projeto de lei que reajustaria os valores dos salários do Prefeito (de R$ 14,7 mil para R$ 22 mil) e dos Vereadores (de R$ 3,7 mil para R$ 7,5 mil).

O sucesso da mobilização foi tão grande que um novo projeto foi votado e o salário do próximo Prefeito será de R$12 mil e a dos Vereadores, R$970.00.

O vídeo da votação histórica na cidade reverberou na internet, recebendo curtidas e compartilhamentos proporcionais à satisfação daqueles que viram na ação, uma justiça sendo feita.

Sobre a questão salarial dos agentes políticos, gostaria de tecer algumas considerações...

Quero começar dizendo que sou contra a não remuneração de Vereadores. Trata-se de uma importante classe da sociedade, com funções e deveres bem definidos, e que lhes custa dinheiro para manter.

O cargo exige de seus ocupantes uma distinção estética, como trajes apropriados para cerimônias oficiais e eventos como recepção de autoridades por exemplo (onde o político tem mesmo que estar vestido à altura da ocasião), custos com estas recepções, custos para poder estar em contato com os cidadãos e muitas outras despesas difíceis de serem comprovadas para ressarcimento ou proibidas legalmente para tal.

Dito isso, a questão seguinte é: quanto deveria ser o salário de um vereador?

Não esperem uma resposta minha neste texto ou em qualquer outro, seria anti ético da minha parte, principalmente por se tratar do signatário deste texto, um ex vereador.

Com um agravante: votei uma lei, junto com os outros 10 membros da legislatura da época, um reajuste de mais de 100% nos salários dos vereadores.

Em que pese o surpreendente número, em nossa defesa na época havia o argumento de que o salário estava defasado há 2 legislaturas e em Ipuã a vantagem do vereador não reajustar o próprio salário, pois o reajuste vale apenas para o próximo mandato e o mesmo é votado antes das eleições, ou seja, quem vota favorável ao reajuste não sabe se beneficiará dele.

Mas isso não me exime, faço mea culpa: este é um dos projetos que me arrependi de ter votado favorável.

Fosse eu vereador nos dias de hoje, ou caso o seja num futuro próximo, não imagino o valor que proporia, mas uma coisa é certa, faria um projeto de lei para que o reajuste do salário do vereador fosse igual ao reajuste dado aos demais servidores municipais, ainda que vereadores não façam parte da folha de pagamento municipal.

Quanto ao salário de Prefeito, também não irei opinar sobre valores, mas também na qualidade de vereador, proporia por meio de projeto de lei, que o reajuste do salário do Executivo fosse igual ao dado aos servidores municipais.

Quanto ao salário de vice prefeito, este sim defendo o não recebimento de proventos por uma simples razão: vice não tem poder discricionário, ele não executa ou delega ações.
Vice, seja de qual cargo for, é uma figura extremamente importante do ponto de vista político estratégico, não administrativo.

Claro que a funções como a de consultor (quando solicitado), articulador político (quando influente) e representante da sociedade (quando em contato com a população) é de grande ajuda numa administração, apenas entendo que isso não basta para que o cargo seja remunerado.

Entendo que o vice deva receber apenas quando da substituição do Prefeito, seja por licença, férias ou afastamento, no caso das duas primeiras recebendo apenas os “dias trabalhados”, e a terceira, enquanto durar a interinidade.

Não sei se existe amparo legal para isso, mas também faria um projeto de lei caso fosse vereador nos dias atuais.

E finalmente, a questão da remuneração dos Diretores e Secretários de pastas.

Em Ipuã temos as duas figuras: o Diretor de Departamento e o Secretário Municipal.

No meu modesto entendimento (leigo, sem qualquer base jurídica), ambos realizam as mesmas funções, cada qual dentro de sua pasta, entretanto a remuneração deles é bem diferente.

Por isso sou crítico da divisão ocorrida tempos atrás (e que permanece atualmente), quando a distinção resultou numa diferença de quase 70% em favor do Secretário quando confrontado com o salário do Diretor de Departamento.

Não que Secretários não mereçam tal remuneração, mas fosse eu Diretor de um Departamento jamais aceitaria ver um colega da Pasta ao lado recebendo quase 70% a mais que eu apenas por uma mudança na nomenclatura do cargo e alguma alteração burocrática que, apesar de ter sido realizada, está muito aquém do que é realmente necessário para designar um Departamento como Secretaria.

O fato de se dedicar integralmente ao cargo, muitas vezes impossibilitado de exercer outra fonte de remuneração é uma justificativa para que o Diretor de Departamento ou Secretário Municipal receba um bom salário.

Como também a possibilidade de atrair maiores interessados ao cargo, o que hoje não é realidade em nossa cidade, pois para um professor que tenha dois cargos não compensa, financeiramente, ocupar o Departamento de Educação. A pouca diferença positiva de salário para ser Diretor acaba se diluindo com o aumento de responsabilidades e preocupações a ponto de desestimular muitos eventuais candidatos ao cargo.

O mesmo ocorre na saúde onde um médico recebe muito mais atuando na sua área que na função burocrática de Secretário da Saúde.

Não que a questão salarial seja a razão pelo qual as pessoas ocupam estes cargos, é inegável que razões como realização pessoal, ideologia, interesse em contribuir com a Administração, senso de missão e tantos outros são levados em conta por aqueles que aceitam ocupar tais cargos quando convidados e outros tantos que o aceitariam se convidados fossem.

Eu próprio, deixei de trabalhar em 3 escolas no ano de 2005 onde – somados os salários - receberia um valor muito superior ao que recebi quando aceitei o convite para ser Diretor do Departamento de Educação para aquele mesmo ano. E não o fiz por dinheiro, mas por desafio, que no final das contas é o que me move.

E 3 anos e 3 meses depois, deixei referido Departamento para voltar a dar aulas, recebendo 30% do que recebia como Diretor, pelo projeto de retomar a carreira de professor.

O problema é defender bons salários para Diretores e Secretários quando a grosso modo o servidor municipal ipuanense padece do mal de receber baixos salários, de não contar com uma política salarial decente que escamoteia reajustes com abonos diversos que não serão incorporados em seus salários para efeito de aposentadoria, e finalmente, de sofrer com a defasagem salarial sobretudo em tempos de inflação que corrói seus vencimentos.

Ainda que a responsabilidade do cargo justifique um salário maior, não posso, até mesmo pela minha formação política, considerar justo tamanha desigualdade.

Mas isso é história pra outro texto!

*Orandes Rocha é professor, acha que Diretores de Departamentos merecem bons salários, assim como os demais servidores também merecem.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Decidido: Não assisto aos jogos do Corinthians até o final do ano.

Já fui responsável por vitórias do Corinthians.

Mais de uma por sinal.

Todas documentadas aqui e aqui.

Agora chegou a hora de salvar novamente.

Eu explico...

Neste ano, toda vez que eu fiz piada no feicebuqui em dia de jogo ou postei algo no blog referente a placar, estatística ou zoando adversários em dia de jogos do Corinthians, ou o time perdeu, ou venceu jogando mal, venceu sem convencer.

O mesmo aconteceu com os jogos em que eu assisti na TV.

Toda vez que assisti a jogos do Timão, ele jogou mal e vez por outra, mais vez que outra, não saiu vencedor.

Ontem, imaginando que o jogo seria às 18:30h, cheguei do sítio por volta das 18:00h e fiquei sabendo do passeio contra o Cruzeiro (3 x 0 com direito a gol do, acreditem, Vagner Love).

Foi a confirmação que faltava: o zicado sou eu.

A zoeira e palpites no feicebuqui eu já havia parado, acreditando estar contribuindo com meu time.

Resta agora o sofrimento de parar de assistir.

Um sofrimento justificável, se quisermos levantar nossa 10ª conquista nacional.

Assistam por mim.

E jogai por nós Corinthians!

domingo, 23 de agosto de 2015

Nos palanques da vida.

Naquele final de agosto foi a primeira vez que eu ia ao Rodeio de Barretos à noite.

Já havia ido durante o dia, naquela bagunça que era o recinto de festas antes de começar a ser cobrado para entrar no Parque do Peão (antes, pagava-se apenas para entrar na Arena).

Havia sido convidado por uma amiga que ganhara na empresa que trabalhava, alguns convites para uma festa em um dos muitos ranchos existentes dentro do Parque.

E foi lá que o fato se deu...

Rancho simples, sem luxo, organizado, fartura de comida e bebida, enfim, tudo como eu gosto.

Enquanto a dupla que animava a festa tocava boas modas sertanejas, vez por outra mandava abraços ao Deputado Geraldo Vinholi, presente na festa.

Entre um gole e outro de chope, e provocado pelos colegas de mesa a ir falar com o Deputado.

Eu era vereador em começo de mandato, não tinha contato com nenhum deputado e juntou esse lado político, com a "pilha" dos amigos (e o chope, claro), levantei e fui falar com o Deputado.

Indentifiquei-me como Vereador da cidade de Ipuã e após cumprimentá-lo, veio o convite para sentar à mesa com ele, a esposa e uma jovem que presumi ser filha, mas não lembro se foi apresentada como tal.

No começo da conversa, uma coincidência: éramos do mesmo partido, o PDT e isso foi a deixa para uma maior aproximação em meio àquela festa.

Não apenas sentei à mesa como logo pediu ao assessor que me servisse whisky e lá fomos nós politicar.

Falamos por uma meia hora, tempo bastante para 3 doses e muita prosa.

No final, agradeci e me despedi convidando ele e toda a família para estarem presentes na Expuã/Feira da Bondade/Rodeio de Touros que aconteceria em Ipuã daí 2 semanas, onde eu faria questão de recebê-los no "meu camarote".

Detalhe, naquele ano de 2001, diferente dos dias atuais, a nossa festa não contava com estrutura de camarotes.

O convite certamente foi em razão da boa hospitalidade e das doses de whisky.

Felizmente ninguém apareceu e eu não passei vergonha.

sábado, 22 de agosto de 2015

Com o lápis na mão.

Dia do Folclore na escolas é o momento de relembrarmos os mitos e lendas que povoam a cultura brasileira.

Nos meus tempos de aluno do ensino fundamental não faltavam Curupira, Iara, Mula Sem Cabeça, Saci Pererê, Boi Tatá e tantos outros cujas histórias eram contadas (e recontadas), desenhos eram feitos, peças teatrais eram encenadas, enfim, tudo para comemorar o Dia do Folclore (22/08).

Não sei bem porque mas minha preferência sempre foi pelas entidades menos conhecidas, como o Cabeça de Cuia ou a Cobra Norato.

Talvez porque, menos conhecidas, o risco de topar com elas era menor.

Uma cultura maravilhosa que tenho medo que seja engolida pelos Ralouins que insistem em invadir nosso imaginário com uma erva daninha.

Quem quiser conhecer um pouco destas maravilhosas histórias, segue uma sugestão de site abaixo.

Bom Dia do Folclore pra todos!

http://sitededicas.ne10.uol.com.br/cfolc.htm