Revirando o baú da memória, a reunião com a candidata Marina Silva em Ribeirão Preto esta semana foi minha primeira visita a um candidato à Presidência.
Pelo menos candidato a Presidência em campanha, porque eu assisti a uma "palestra" do Lulla em Franca quando lá estudava, porém não acredito que fosse período eleitoral.
Mas posso estar enganado, o baú da memória encontra-se cheio de cacarecos inúteis e o que realmente é importante está cada vez mais difícil de encontrar.
Mas enfim...
Na campanha de 2002, fui convidado (junto com outros vereadores) pelo então presidente da Câmara a um evento em Ribeirão Preto. Disse que precisava levar vários vereadores, que seria um evento na ACI da cidade, que nossa presença reforçaria o legislativo ipuanense etc e tal...
Como bom vereador que era, fui ao tal evento.
No meio da viagem ele revela a verdade: Tratava-se da visita do candidato a Presidente Ciro Gomes, mas que ele não contara antes porque senão eu não iria junto, uma vez que naquela época eu votava (me desculpe povo brasileiro) no Lulla.
E para compensar, nos prometeu pagar um chope naquele dia.
A "mentirinha" me arrastara para Ribeirão Preto inutilmente naquele dia, pois ao chegarmos na ACI (essa parte era verdade) ficamos sabendo do cancelamento do evento com o candidato, sabe-se lá por qual motivo.
O jeito foi cobrar o chope e fazê-lo pagar, pois se o candidato "furou", ele não teve como escapar.
E pagou mais de 1, porque eu estava com sede!
domingo, 31 de agosto de 2014
sábado, 30 de agosto de 2014
Com o lápis na mão.
As aulas de "Currículo" na PUC/SP
eram semanais.
Cada semana um texto diferente para ser lido e discutido.
E em cada semana, uma atividade com os alunos. Ora era debate, ora "mesa redonda", ora apresentação, etc...
E todo final de aula, uma auto avaliação nossa sobre como havia sido a aula daquele dia.
Mas uma auto avaliação que fugia do tradicional.
Ao invés de comentários longos ou mesmo um a nota de 0 a 10, como seria o "normal", a professora propunha que nós avaliássemos a aula sempre com algum tema proposto por ela, e nas avaliações subsequentes, nós mesmos começamos a propor temas.
Não esqueço o primeiro dia quando a professora propôs: Se esta aula tivesse sido um prato de comia, que prato seria?
E pediu que justificássemos por escrito a nossa resposta.
Minha resposta foi: "Arroz, feijão, bife e batata frita. Simples, fácil, prático e alimentou muito bem a minha fome".
Nas avaliações seguintes, os temas variavam: cor, animal, doce, música, filme,...
Não tive a menor dúvida em utilizar esta técnica de auto avaliação quando comecei a dar aula em faculdade.
Mas por haver aulas duas vezes por semana, optei por "avaliar a semana" sempre com um tema diferente.
Alguns alunos não gostam (por achar besteira, por vergonha ou pelo temor de expor demais seu estado de espírito), outros não veem a hora de chegar o fim de semana para poder avaliar, outros entram na "brincadeira", enfim, um instrumento para mim muito importante para saber dos alunos como foi a semana deles dentro de sala de aula.
Uma vez, avaliando a semana com "cidade" uma aluna respondeu "Santa Maria". Havia ocorrido a tragédia na cidade gaúcha há pouco tempo e entendi que naquela semana aquela aluna deveria ter passado por algum problema que a deixara profundamente triste.
Compreendi que mais que uma dinâmica, esta estratégia pode ser reveladora.
E não tenho escapa, sou instado a também avaliar minha semana, e toda vez respondo também a esta avaliação semanal.
Cada semana um texto diferente para ser lido e discutido.
E em cada semana, uma atividade com os alunos. Ora era debate, ora "mesa redonda", ora apresentação, etc...
E todo final de aula, uma auto avaliação nossa sobre como havia sido a aula daquele dia.
Mas uma auto avaliação que fugia do tradicional.
Ao invés de comentários longos ou mesmo um a nota de 0 a 10, como seria o "normal", a professora propunha que nós avaliássemos a aula sempre com algum tema proposto por ela, e nas avaliações subsequentes, nós mesmos começamos a propor temas.
Não esqueço o primeiro dia quando a professora propôs: Se esta aula tivesse sido um prato de comia, que prato seria?
E pediu que justificássemos por escrito a nossa resposta.
Minha resposta foi: "Arroz, feijão, bife e batata frita. Simples, fácil, prático e alimentou muito bem a minha fome".
Nas avaliações seguintes, os temas variavam: cor, animal, doce, música, filme,...
Não tive a menor dúvida em utilizar esta técnica de auto avaliação quando comecei a dar aula em faculdade.
Mas por haver aulas duas vezes por semana, optei por "avaliar a semana" sempre com um tema diferente.
Alguns alunos não gostam (por achar besteira, por vergonha ou pelo temor de expor demais seu estado de espírito), outros não veem a hora de chegar o fim de semana para poder avaliar, outros entram na "brincadeira", enfim, um instrumento para mim muito importante para saber dos alunos como foi a semana deles dentro de sala de aula.
Uma vez, avaliando a semana com "cidade" uma aluna respondeu "Santa Maria". Havia ocorrido a tragédia na cidade gaúcha há pouco tempo e entendi que naquela semana aquela aluna deveria ter passado por algum problema que a deixara profundamente triste.
Compreendi que mais que uma dinâmica, esta estratégia pode ser reveladora.
E não tenho escapa, sou instado a também avaliar minha semana, e toda vez respondo também a esta avaliação semanal.
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Marina Silva visita Ribeirão Preto.
Em uma dinâmica diferente de qualquer visita de candidato a qualquer cargo (ainda mais Presidente da República), onde o público participava ativamente perguntando diretamente ao candidato, Marina Silva e Beto Albuquerque visitaram a vizinha Ribeirão Preto.
Antes estiveram na FENASUCRO de Sertãozinho, onde certamente dialogaram com produtores do setor sucroalcoleiro para dirimir qualquer dúvida sobre a política agrícola da candidata.
Este que vos escreve esteve presente no evento como representante do Elo de Ipuã/SP.
Fazer um sélfi com a candidata era missão dificílima.
Foto lado a lado, impossível.
O jeito foi registrar o evento e postar as fotos que ficarão no arquivo da "Rede Sustentabilidade - Elo Ipuã/SP".
Se não ficaram melhores, as fotos, foi por imperícia do fotógrafo.
Antes estiveram na FENASUCRO de Sertãozinho, onde certamente dialogaram com produtores do setor sucroalcoleiro para dirimir qualquer dúvida sobre a política agrícola da candidata.
Este que vos escreve esteve presente no evento como representante do Elo de Ipuã/SP.
Fazer um sélfi com a candidata era missão dificílima.
Foto lado a lado, impossível.
O jeito foi registrar o evento e postar as fotos que ficarão no arquivo da "Rede Sustentabilidade - Elo Ipuã/SP".
Se não ficaram melhores, as fotos, foi por imperícia do fotógrafo.
terça-feira, 26 de agosto de 2014
Getúlio na Globo.
Valeu a pena lutar contra o sono ontem para assistir ao filme "Getúlio" no Tela Quente da Rede Globo.
Pena que passou tão tarde, após a novela das 9 e acreditem, a novela das 10, que eu não sabia que existia.
Para mim, disparado o melhor filme nacional com enredo histórico.
Retrata os últimos dias de Governo e de vida (não acredito que seja spoiller para ninguém) do Presidente Getúlio Vargas.
Atuação brilhante do ator Tony Ramos no papel do protagonista.
E muitas nuances nem sempre aprendidas nos bancos escolares e livros didáticos: o papel da filha de GV, Alzira Vargas, auxiliando o pai naquele momento difícil que ele passava, as suspeitas sobre a participação do irmão de Getúlio, Benjamim Vargas no atentado ao jornalista e político Carlos Lacerda que culminaria na morte do Major Rubens Vaz da aeronáutica, fato que desencadearia uma série de efeitos devastadores na vida do Presidente.
Enfim, um filme para ser passado por professores de História em sala de aula.
Parabéns Verdão!
A vida é uma eterna dualidade.
E muitas vezes a existência de um, está diretamente ligada ao seu contrário.
O que seria do Batman sem o Coringa para enfrentar? Super Homem sem Lex Luthor? Lulla sem FHC???
Até existiriam, mas cá pra nós, seria sem graça.
A graça está na rivalidade, no contraste, na contraposição.
Por isso talvez eu seja o único Corinthiano na face da Terra que não quer a queda do Palmeiras este ano.
Não no centenário pô!!! Cai outro ano, neste não!
E o Palmeiras não merece amargar uma 3ª Série B, não seria condizente com sua rica história, agora centenária.
Comentei isso com um colega professor palmeirense dias atrás e ele balançando a cabeça disse com pesar ao ouvir minhas palavras: "O que é que o meu Palmeiras virou? Nem rivalidade com Corinthiano ele consegue ter mais".
O que me fez refletir que, de fato a maior rivalidade do futebol mundial, tema de inúmeros filmes nacionais, já não é tão grande assim.
Não pelas fases ruins que um ou outro pode passar, mas pela união entre as diretorias em ações conjuntas recentemente: Jogos em Presidente Prudente, Troféu Oswaldo Brandão, boicote ao mando de jogos no Morumbi, acordo para arcar com os prejuízos que torcedores, ou melhor, os criminosos de ambas as torcidas promovem nos estádios um do outro...
Aliás foi com muita honra que recebemos o velho rival como primeiro clássico paulista na nossa nova casa. Não poderia ter sido outro clube mesmo.
E a velha rivalidade ficou apenas na história dentro de campo; e no presente, com a selvageria que ambas as torcidas promovem a cada confronto.
Minha pior lembrança? O pênalti defendido pelo goleiro Marcos na Libertadores de 2000.
A melhor? O gol do Ronaldo no empate em Presidente Prudente.
O primeiro, consagraria o goleiro ídolo palmeirense a ponto de ir parar na Seleção e ser Campeão do Mundo em 2002.
O segundo, consagrou a volta do maior jogador que minha geração viu jogar, quando todos duvidavam que ele poderia voltar a jogar.
Nenhum outro clássico tem o mesmo poder de construir ídolos, heróis, vilões, história.
E é por isso que Corinthians x Palmeiras sempre será para mim o maior clássico do futebol mundial.
Desejo nesta data tão especial dias melhores ao Verdão: Que suma com aqueles argentinos de lá (ganhar do Palmeiras é bom, ganhar do Palmeiras recheado de Argentinos então!), que pare com esse negócio de que Valdívia é craque, que pare com a idolatria a Felipão, que valorize mais o "Divino" Ademir da Guia, que termine o estádio, que volte a ser competitivo.
Que a velha rivalidade nunca se apague.
Parabéns S.E. Palmeiras!
Para este escriba tecer alguns elogios sobre o Palmeiras novamente (ainda que aqui e ali haja um tom jocoso), só no Bi Centenário em 2114.
Aguardem!
E muitas vezes a existência de um, está diretamente ligada ao seu contrário.
O que seria do Batman sem o Coringa para enfrentar? Super Homem sem Lex Luthor? Lulla sem FHC???
Até existiriam, mas cá pra nós, seria sem graça.
A graça está na rivalidade, no contraste, na contraposição.
Por isso talvez eu seja o único Corinthiano na face da Terra que não quer a queda do Palmeiras este ano.
Não no centenário pô!!! Cai outro ano, neste não!
E o Palmeiras não merece amargar uma 3ª Série B, não seria condizente com sua rica história, agora centenária.
Comentei isso com um colega professor palmeirense dias atrás e ele balançando a cabeça disse com pesar ao ouvir minhas palavras: "O que é que o meu Palmeiras virou? Nem rivalidade com Corinthiano ele consegue ter mais".
O que me fez refletir que, de fato a maior rivalidade do futebol mundial, tema de inúmeros filmes nacionais, já não é tão grande assim.
Não pelas fases ruins que um ou outro pode passar, mas pela união entre as diretorias em ações conjuntas recentemente: Jogos em Presidente Prudente, Troféu Oswaldo Brandão, boicote ao mando de jogos no Morumbi, acordo para arcar com os prejuízos que torcedores, ou melhor, os criminosos de ambas as torcidas promovem nos estádios um do outro...
Aliás foi com muita honra que recebemos o velho rival como primeiro clássico paulista na nossa nova casa. Não poderia ter sido outro clube mesmo.
E a velha rivalidade ficou apenas na história dentro de campo; e no presente, com a selvageria que ambas as torcidas promovem a cada confronto.
Minha pior lembrança? O pênalti defendido pelo goleiro Marcos na Libertadores de 2000.
A melhor? O gol do Ronaldo no empate em Presidente Prudente.
O primeiro, consagraria o goleiro ídolo palmeirense a ponto de ir parar na Seleção e ser Campeão do Mundo em 2002.
O segundo, consagrou a volta do maior jogador que minha geração viu jogar, quando todos duvidavam que ele poderia voltar a jogar.
Nenhum outro clássico tem o mesmo poder de construir ídolos, heróis, vilões, história.
E é por isso que Corinthians x Palmeiras sempre será para mim o maior clássico do futebol mundial.
Desejo nesta data tão especial dias melhores ao Verdão: Que suma com aqueles argentinos de lá (ganhar do Palmeiras é bom, ganhar do Palmeiras recheado de Argentinos então!), que pare com esse negócio de que Valdívia é craque, que pare com a idolatria a Felipão, que valorize mais o "Divino" Ademir da Guia, que termine o estádio, que volte a ser competitivo.
Que a velha rivalidade nunca se apague.
Parabéns S.E. Palmeiras!
Para este escriba tecer alguns elogios sobre o Palmeiras novamente (ainda que aqui e ali haja um tom jocoso), só no Bi Centenário em 2114.
Aguardem!
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Pacote Expuã 2014 comprado.
Como faço todos os anos, desde 2007, acabei de comprar o pacote para a Expuã.
Que nesta edição de 2014 cobra módicos R$30,00.
Quatro dias de festa saem por R$7,50 cada dia.
Pouco, se comparado à qualidade dos shows.
Mesmo que não seja do agrado de muitos, mas onde se paga R$7,50 para ver Eduardo Costa ou João Bosco e Vinícius?
Acredito que na portaria o ingresso sairá por R$20,00 por dia, por que?
Para estimular a venda do pacote, pois quem pretende assistir a 2 shows já compensa comprar o pacote ao invés de pagar na portaria.
E também para que a meia entrada saia mais caro que o pacote. Um estudante que desejar pagar na portaria gastará R$40,00, enquanto o pacote custará R$30,00.
Uma estratégia que vem sendo usada há muito tempo não apenas em nossa cidade, mas nas festas em geral para estimular a venda de pacotes, o que é muito mais vantajoso para a organização dos eventos que já tem de antemão uma previsão de público e, consequentemente, de arrecadação.
Agora é esperar pra trocar o pagamento pelo pacote.
E curtir a festa.
Que nesta edição de 2014 cobra módicos R$30,00.
Quatro dias de festa saem por R$7,50 cada dia.
Pouco, se comparado à qualidade dos shows.
Mesmo que não seja do agrado de muitos, mas onde se paga R$7,50 para ver Eduardo Costa ou João Bosco e Vinícius?
Acredito que na portaria o ingresso sairá por R$20,00 por dia, por que?
Para estimular a venda do pacote, pois quem pretende assistir a 2 shows já compensa comprar o pacote ao invés de pagar na portaria.
E também para que a meia entrada saia mais caro que o pacote. Um estudante que desejar pagar na portaria gastará R$40,00, enquanto o pacote custará R$30,00.
Uma estratégia que vem sendo usada há muito tempo não apenas em nossa cidade, mas nas festas em geral para estimular a venda de pacotes, o que é muito mais vantajoso para a organização dos eventos que já tem de antemão uma previsão de público e, consequentemente, de arrecadação.
Agora é esperar pra trocar o pagamento pelo pacote.
E curtir a festa.
domingo, 24 de agosto de 2014
Nos palanques da vida.
Recebi com bom grado a notícia de que a Prefeitura Municipal está adotando uniformes para os funcionários.
Lembro que quando Diretor do Departamento de Educação e Cultura, também adotei uniforme para todos os funcionários da pasta.
Recordo também da resistência de alguns funcionários, motivados muito mais por política, ou melhor, ignorância xiita, chegando a dizer que se fossem obrigados procurariam a justiça etc e tal.
Na época, o Departamento de Educação contava com uma assessoria jurídica extremamente competente, uma empresa de Adamantina/SP especializada em Direito Público sobretudo na área educacional. Esta empresa me enviou, sob meu pedido, parecer sobre a obrigatoriedade do uso de uniforme caso a administração municipal adotasse e o fornecesse gratuitamente aos servidores.
Procurei o prefeito, mostrei-lhe o parecer.
O prefeito contemporizou e disse que seria desnecessário, se algum funcionário não quisesse uniforme, bastava não comprar e pronto.
Hoje, certamente não deve estar ocorrendo este tipo de atitude, seja porque os servidores estão mais maduros, seja porque a oposição de antes é a situação de hoje.
Lembro que quando Diretor do Departamento de Educação e Cultura, também adotei uniforme para todos os funcionários da pasta.
Recordo também da resistência de alguns funcionários, motivados muito mais por política, ou melhor, ignorância xiita, chegando a dizer que se fossem obrigados procurariam a justiça etc e tal.
Na época, o Departamento de Educação contava com uma assessoria jurídica extremamente competente, uma empresa de Adamantina/SP especializada em Direito Público sobretudo na área educacional. Esta empresa me enviou, sob meu pedido, parecer sobre a obrigatoriedade do uso de uniforme caso a administração municipal adotasse e o fornecesse gratuitamente aos servidores.
Procurei o prefeito, mostrei-lhe o parecer.
O prefeito contemporizou e disse que seria desnecessário, se algum funcionário não quisesse uniforme, bastava não comprar e pronto.
Hoje, certamente não deve estar ocorrendo este tipo de atitude, seja porque os servidores estão mais maduros, seja porque a oposição de antes é a situação de hoje.
sábado, 23 de agosto de 2014
Este mês, na "Voz Ipuanense".
Para não haver "conflito" entre as duas mídias na qual este escriba colabora (jornal e Blog), segue abaixo apenas um trecho (1/3) do meu texto deste mês do Jornal A Voz Ipuanense.
Leia na íntegra na edição deste mês.
Grato pela compreensão.
Leia na íntegra na edição deste mês.
Grato pela compreensão.
Um pouco de cultura.
Por
Orandes Rocha.
Antes
de começar o texto de hoje, um rápido questionamento: Você sabe qual o
Ministério com o menor orçamento?
Uma
dica: o Ministério do Esporte é o 2º com menor orçamento.
O
Ministério da Cultura é quem tem o menor orçamento da União.
É
de esperar então que Estados e Municípios tenham, em via de regra, a mesma
“lógica” de destinar à cultura a menor parte de seus orçamentos.
Nossa
cidade, infelizmente, há muitos anos reproduz o modelo de desprestígio da
política cultural existente em nosso país.
Muito
em razão da falta de verba é verdade, mas muito também em razão do pouco
interesse em promover cultura, talvez pelo pouco retorno midiático e
conseqüentemente, eleitoral (ou eleitoreiro?), que a cultura promove.
É
muito mais fácil construir uma obra, que após muitos anos o governante ainda
pode jactar-se de tê-la construído do que, por exemplo, trazer uma peça de
teatro para a cidade ou organizar um evento como uma feira do livro cujas
propagandas são muito mais difíceis de serem exploradas e atinge apenas um
púbico específico da cidade.
Cito
Feira do Livro porque até bem pouco tempo atrás era a grande cobrança de boa
parte dos jovens ipuanenses nas redes sociais.
Lamentavam
o fato de ser a nossa cidade a única a não realizar tal evento, que nas cidades
vizinhas não só havia como palestras importantes e shows eram realizados.
Criticavam
o descaso com a cultura em nossa cidade, que não era interessante para os
governantes investir em cultura e outros blá blá blás que encheriam este texto.
Confesso
que o discurso incisivo de algumas pessoas me levou a fazer mea culpa, pois eu
havia sido responsável pela pasta da cultura em nosso município por 3 anos e,
apesar dos esforços, não consegui organizar uma Feira do Livro em terras ipuanenses.
Hoje,
curiosamente, nas mesmas redes sociais, os mesmos críticos de outrora não
cobram a Feira do Livro, o que me lamenta constatar que a justa reivindicação
era realizada por motivo político partidário e não como bandeira de luta pela
adoção de uma política cultural em nossa cidade. Meu remorso se dissipou por
completo.
(...)
Com o giz na mão.
Alunos são curiosos por natureza.
Pena que nem sempre a curiosidade é com a matéria que ensinamos, mas com a vida do professor fora da sala de aula.
Por isso que nestes 15 anos em sala de aula espero sempre em época eleitoral a pergunta inevitável: "Em quem você vai votar para Presidente, professor?".
Não gosto de responder em sala de aula para evitar maiores problemas e/ou desentendimentos.
Mas não responder é uma tremenda falta de educação.
Então faço toda uma preleção sobre como devemos escolher, termos nossas próprias opiniões, não se balizar por pesquisas, nem se influenciar por terceiros e não acreditar em tudo que a propaganda diz.
E então, se é que o aluno já não desinteressou da resposta, eu digo o nome e encerro o assunto.
Para evitar isso tudo este ano, já deixo avisado: Vou votar em Marina Silva.
E assunto encerrado.
Pena que nem sempre a curiosidade é com a matéria que ensinamos, mas com a vida do professor fora da sala de aula.
Por isso que nestes 15 anos em sala de aula espero sempre em época eleitoral a pergunta inevitável: "Em quem você vai votar para Presidente, professor?".
Não gosto de responder em sala de aula para evitar maiores problemas e/ou desentendimentos.
Mas não responder é uma tremenda falta de educação.
Então faço toda uma preleção sobre como devemos escolher, termos nossas próprias opiniões, não se balizar por pesquisas, nem se influenciar por terceiros e não acreditar em tudo que a propaganda diz.
E então, se é que o aluno já não desinteressou da resposta, eu digo o nome e encerro o assunto.
Para evitar isso tudo este ano, já deixo avisado: Vou votar em Marina Silva.
E assunto encerrado.
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
O que o Sorocaba tá aprontando???
Bom cantor. Primeira voz da dupla com Fernando.
Bom músico. Toca violão e Violino.
Bom empresário. Agencia outras duplas (e também é dono de passes, ou fatias de, jogadores de futebol).
Bom compositor. Tem letras várias de músicas nas paradas de sucessos; cantadas pela dupla ou mesmo por outros artistas.
Mas a letra deste último sucesso, com todo respeito, beira o ridículo.
Discordem à vontade!
Bom músico. Toca violão e Violino.
Bom empresário. Agencia outras duplas (e também é dono de passes, ou fatias de, jogadores de futebol).
Bom compositor. Tem letras várias de músicas nas paradas de sucessos; cantadas pela dupla ou mesmo por outros artistas.
Mas a letra deste último sucesso, com todo respeito, beira o ridículo.
Discordem à vontade!
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