É comum as empresas solicitarem dos novos contratados, além da documentação pessoal (RG, CPF, Carteira de Trabalho, ...), um exame de saúde.
Trata-se do exame admissional, algo que ateste que o funcionário não tem problemas de saúde que, mais tarde, poderia alegar que os adquiriu no exercício do emprego e assim processar a empresa.
Quando assumi o emprego temporário de Professor de História na Prefeitura Municipal de Ipuã, em 2002, aprovado em processo seletivo (na época realizado todos os anos, antes do ano letivo começar, sem prorrogação e sem esquecimentos da sua data de vencimento) eu tive que realizar um exame desses.
Mas por descuido e naquela correria de professor em começo de carreira acabei deixando o documento médico cair no assoalho do meu carro. Para meu azar, bem do lado do motorista, o que fez com que o documento ficasse um pouco sujo e com um furo.
Apaguei a sujeira com borracha, mas ainda ficou uma parte com marcas visíveis de tênis que não apagava, além do furo no final da folha, esse impossível de ser restaurado.
O negócio era agendar outra consulta, entrar na fila, explicar a situação ao médico e de posse de outro documento, levar até o RH da Prefeitura que nessas alturas já estava me cobrando a entrega do referido documento para efetivar minha contratação.
O que eu fiz?
Procurei o RH e pintei um quadro de horror: disse que havia caído no chão, pisoteado, que estava imundo e com um rasgo enorme, enfim, completamente deteriorado. Pedi mil desculpas e disse que assim que conseguisse consulta novamente eu levaria um papel em melhor estado.
Diante da minha narração, o servidor quis ver como estava o documento e ao ver um atestado sujinho e com um pequeno furo, certamente comparou com a imagem mental que eu induzi na sua cabeça e vendo que não era nada do que ele imaginara, disse algo do tipo:
- Está ótimo, não precisa trazer outro não. Não comprometeu nada que o médico escreveu, está tudo legível e o rasgo não foi sobre algo escrito.
E assim, intuitivamente, concluí o seguinte:
Quando sabemos que algo não está bom, ou não está como as pessoas gostariam que estivessem, uma solução é ampliar drasticamente o defeito, criando nas pessoas uma imagem de caos para que, ao compararem com o real, não o achem tão ruim assim, influenciados que estão pela imagem mental construída previamente.
Isso tudo parta dizer que ainda não acredito que não teremos Expuã em 2018, mas que tudo isso que se falou nesses últimos dias, de que nesse ano a Festa não será realizada para que sejam pagos em dia os salários dos servidores, ou para pagar precatórios que apareceram, ou ainda, para alguma obra a ser realizada na cidade, são na verdade boatos amigos para que, ao ser realizada a festa de maneira simples, daquelas outrora chamada de "Quermesse", as pessoas possam dizer: "Tá bom demais, não ia nem ter".
Ainda acredito que teremos sim uma Expuã, nada diferente do que houve em anos anteriores, com portões abertos e tudo mais, e que tudo o que se fala é para induzir os ipuanenses ao "caos" que seria passar o mês de setembro sem o evento mais aguardado da cidade.
Se você forçar sua memória, lembrará que tem sido assim há muitos anos, sempre essa mesma conversa, mas ninguém havia te explicado antes o jeitinho de fazer as coisas.
Agora tá explicado.
quinta-feira, 28 de junho de 2018
terça-feira, 26 de junho de 2018
Canarinho Pistola é preso.
Chamem o Min Gilmar Mendes urgente!
Foi preso em Moscou o Canarinho Pistola.
Vamos lançar a #GilmarMendesLibertaPistola.
Foi preso em Moscou o Canarinho Pistola.
Vamos lançar a #GilmarMendesLibertaPistola.
segunda-feira, 25 de junho de 2018
Da parte que me toca... [Há 10 anos].
Há 10 anos estávamos às vésperas de começar mais uma campanha eleitoral para Prefeito e Vereadores no Brasil.
Em Ipuã, como sempre, a campanha era antecipada.
Naquela época, não lembro se foi através do jornal local ou algum informativo partidário, a oposição fazia críticas à Administração da época que buscava a reeleição.
Quando as críticas chegaram à Educação, pasta que eu havia deixado há pouco mais de 2 meses à época, não me segurei e fiz este texto jogando na cara dos opositores, algumas das mais importantes realizações da nossa gestão frente à Educação Ipuanense.
E relembrando a população ipuanense.
10 anos atrás eu postava esse texto:
Da parte que me toca...
Em Ipuã, como sempre, a campanha era antecipada.
Naquela época, não lembro se foi através do jornal local ou algum informativo partidário, a oposição fazia críticas à Administração da época que buscava a reeleição.
Quando as críticas chegaram à Educação, pasta que eu havia deixado há pouco mais de 2 meses à época, não me segurei e fiz este texto jogando na cara dos opositores, algumas das mais importantes realizações da nossa gestão frente à Educação Ipuanense.
E relembrando a população ipuanense.
10 anos atrás eu postava esse texto:
Da parte que me toca...
Nunca fiz nada sozinho no Departamento de Educação.
Sempre tive comigo (e agora com a
Vanessa também), uma equipe ao meu lado composta por diretores, vices,
coordenadores, professores, além do pessoal técnico da Prefeitura (setor
de compras, RH, etc...).
E acima de nós, um Prefeito e um Vice Prefeito como maestros, "regendo" uma orquestra de maneira magistral.
Assim sendo, pudemos nesses quase 4 anos fazer:
Construção de 13 salas de aula
Construção de 02 ginásios de esporte em escolas municipais
Instalação de manta
térmica na Emef Monir Neder acabado com o antigo problema de calor das
salas de aula (que chegava a 40 graus no verão)
Aquisição de 03 salas de informática para escolas municipais.
Reforma e ampliação da
EMEF Vereador Alberto Conrado (substituindo banheiros e trocando a parte
elétrica, ambos antigos e danificados).
Cursos de capacitação para professores (o maior projeto de capacitação de professores da história de Ipuã).
Realização de 3 cursos
para capacitação de mão de obra jovem para o mercado de trabalho,
inclusive com bolsa auxílio (aproximadamente 120 jovens beneficiados).
Aquisição de 10 Kombis 0Km.
Aquisição de 3 Ônibus.
Aumento na hora aula paga ao professor na ordem de aproximadamente 66%.
Aquisição de materiais didático-pedagógicos e esportivo em abundância.
Distribuição anual de 2 conjuntos de uniformes e 01 (uma) mochila por aluno.
Cardápio elaborado por nutricionista, com 22 opções de cardápio.
Construção de 01 Creche.
E outras "cositas mas", que assim que lembrar postarei por aqui.
Enfim, desafio qualquer pessoa a
apresentar outra administração que fez mais que a gente, e assim sendo,
juro, este blogueiro nunca mais toca no assunto.
Mas enquanto não aparece, vale a
máxima do futebol "quem não sabe fazer, aplaude quem sabe". E eu a estendo ainda: quem não sabe fazer e não fez, que pelo menos fique
quieto e não caia em ridículo, de novo.
sábado, 23 de junho de 2018
Pai Orandes de Ossanha.
Não me cobrem placar.
Apenas os resultados.
E depois que vir que eu acertei, que não me venham pedir dezenas para apostas, amarração ou trazer seu amor de volta em 3 dias.
Pai Orandes de Ossanha só se arrisca mesmo em prever Copas do Mundo e Eleições Municipais.
Em 2020 ele volta.
Apenas os resultados.
E depois que vir que eu acertei, que não me venham pedir dezenas para apostas, amarração ou trazer seu amor de volta em 3 dias.
Pai Orandes de Ossanha só se arrisca mesmo em prever Copas do Mundo e Eleições Municipais.
Em 2020 ele volta.
quinta-feira, 21 de junho de 2018
O que fazer com os 3 brasileiros imbecis da Rússia?
O vídeo em que 3 homens, perdão, 3 imbecis, fazem uma garota russa falar palavras e expressões em português que, se ela soubesse em russo o que significa talvez não falasse, já caiu na vala comum para onde tudo parece convergir nesse país: polarização.
Menos mal que ainda não entrou no campo político ideológico, com o embate direita x esquerda.
Mas nesse episódio há quem defenda como uma brincadeira sem graça, estúpida até, porém sem razão para perseguições, demissões ou a "caça às bruxas" que está sendo feita.
E há quem veja como uma imbecilidade, fruto de homens que, do outro lado do mundo, acharam-se livres de quaisquer consequências que uma, repita-se, imbecilidade, lhes traria. Mau caratismo na sua essência.
Cabe punição? Qual seria? Se a vítima não fizer denúncia mesmo assim eles podem ser processados por algum crime? Qual? O fato do vídeo ser feito por brasileiros porém em território russo dá poderes ao MP do Brasil de entrar com alguma ação?
Essas e outras perguntas, evidentemente não sei responder.
Até acho que a resposta seja "Não" para a maioria delas, o que me leva a uma conclusão que sempre tiro em casos assim: os boçais têm mesmo que sofrer toda a sorte de perseguição enquanto o fato ecoar na mídia.
Já que não podem ser processados, nada melhor que uma boa execração pública à exemplo dos Charivari na Europa Medieval.
Demissões, facebooks raquiados, exposições que envergonhem a si e seus familiares, restaurantes se negando a atendê-los e tudo mais que os faça rememorar os ensinamentos que, prefiro acreditar que tenha sido dados, os pais ensinaram na infância e os 3 autores da canalhice dessa semana não absorveram.
E para ajudá-los a pensar na vida: E se fosse a irmã de um deles falando em russo ou a mãezinha pega de surpresa e tendo que segurar um cartaz escrito em alfabeto cirílico, palavras desconhecidas para elas porém de cunho sexual para os Russos que as assistissem?
terça-feira, 19 de junho de 2018
Minha história em Copas do Mundo - 10ª - e última - Parte.
Ipuã, 2018...
Professor, Doutorando em Educação pela UNIUBE e animado com a Seleção.
Nesta Copa na Rússia, voltarei a torcer pelo Brasil como o fiz até 2002.
E admito que o que e fez voltar a torcer tem nome, sobrenome e apelido: Adenor Leonardo Bacci, o Tite.
Voltei a torcer pela admiração que tenho por ele e uma promessa que fiz quando Tite deixou o Corinthians para assumir a Seleção: a de que, exceto nas ocasiões em que o Corinthians estivesse envolvido diretamente, eu torceria pelo sucesso do treinador não importa em qual time ele estivesse.
O que incluiu a Seleção.
Já tenho camiseta amarela, réplica da camiseta de 1982, e sem o logo da CBF, o que me faz vesti-la sem constrangimento.
E digo mais, pé quente que sou, arrisco dizer que o Brasil será campeão.
Será uma Copa para exorcizar antigos fantasmas.
Faremos - e venceremos - a Semifinal contra a França, para vingar 86, 98 e 06.
Em seguida faremos a final contra a Alemanha e, apesar de não vingarmos o vexatório placar da Copa passada, seremos Campeões pela 6ª vez em nossa História.
O placar será 1 x 0, gol de Paulinho de cabeça após cobrança de escanteio pela esquerda do ataque brasileiro aos 37 min do 2º tempo.
Podem me cobrar, só não vão me pedir os números da Mega Sena no dia seguinte.
Professor, Doutorando em Educação pela UNIUBE e animado com a Seleção.
Nesta Copa na Rússia, voltarei a torcer pelo Brasil como o fiz até 2002.
E admito que o que e fez voltar a torcer tem nome, sobrenome e apelido: Adenor Leonardo Bacci, o Tite.
Voltei a torcer pela admiração que tenho por ele e uma promessa que fiz quando Tite deixou o Corinthians para assumir a Seleção: a de que, exceto nas ocasiões em que o Corinthians estivesse envolvido diretamente, eu torceria pelo sucesso do treinador não importa em qual time ele estivesse.
O que incluiu a Seleção.
Já tenho camiseta amarela, réplica da camiseta de 1982, e sem o logo da CBF, o que me faz vesti-la sem constrangimento.
E digo mais, pé quente que sou, arrisco dizer que o Brasil será campeão.
Será uma Copa para exorcizar antigos fantasmas.
Faremos - e venceremos - a Semifinal contra a França, para vingar 86, 98 e 06.
Em seguida faremos a final contra a Alemanha e, apesar de não vingarmos o vexatório placar da Copa passada, seremos Campeões pela 6ª vez em nossa História.
O placar será 1 x 0, gol de Paulinho de cabeça após cobrança de escanteio pela esquerda do ataque brasileiro aos 37 min do 2º tempo.
Podem me cobrar, só não vão me pedir os números da Mega Sena no dia seguinte.
segunda-feira, 18 de junho de 2018
"Escaladores" escalam suas Seleções Brasileiras de Todos os Tempos.
O Blogueiro convidou ilustres amigos e amigas para escalarem suas Seleções Brasileiras de Todos os Tempos.
Inveja da Globo, admito.
Mas como o Blog tem mais audiência e pessoas mais interessantes para fazer essa "brincadeira", penso que a repercussão será maior.
De todos que foram convidados, a maioria aceitou o desafio e enviou sua seleção para publicação no Blog.
E as regras eram claras:
1. Apenas jogadores de Copas do Mundo.
2. Apenas jogadores que a pessoa viu jogar.
3. Escolha do técnico também.
4. Esquema tático por conta do "escalador".
Eis as Escalações e os respectivos Escaladores, na ordem em que foram recebidos:
Danilo (Professor e memória mais privilegiada que conheço).
Marcos; Leandro, Oscar, Márcio Santos e Junior; Mauro Silva, Sócrates, Zico e Rivaldo; Romário e Ronaldo. Téc. Tite.
Thiago Zaneti (Administrador da ID.ea - Mídia e Comunicação e Santista²).
Taffarel, Cafu, Lúcio, Miranda e Branco; Mauro Silva, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho; Romário, Neymar e Ronaldo. Téc. Parreira.
Gabriel Ogata (Professor e afilhado de casamento).
Taffarel; Cafu, Aldair, Lúcio e Roberto Carlos; Dunga, Zé Roberto, Ronaldinho Gaúcho e Rivaldo; Ronaldo e Romário. Téc. Parreira (1994).
Marcel Trevizan (Jornalista e, como Zico, perdeu um pênalti em 1986, em Nuporanga).
Taffarel; Cafu, Ricardo Rocha, Márcio Santos e Júnior; Falcão, Sócrates e Zico; Ronaldo, Romário e Rivaldo. Técnico: Telê Santana.
Itamar Romualdo (Ex Prefeito e milagre não ter escalado o time do Santos todo).
Gilmar; Carlos Alberto, Piazza, Brito e Roberto Carlos; Gerson e Zito, Pelé, Rivelino, Tostão e Garrincha. Téc. "Com esse time, qualquer um".
Itamar Jr. (Estudante de Agronomia e Baladeiro).
Júlio César; Daniel Alves, Lúcio, Miranda e Marcelo; Casemiro, Kaká e Ronaldinho; Neymar, Ronaldo e Adriano. Téc. Tite.
Alex Novais (Professor, Matemático e futuro sogro).
Marcos; Cafu, Lúcio, Thiago Silva e Marcelo; Dunga, Gilberto Silva, Ronaldinho e Rivaldo; Ronaldo e Neymar. Téc. Zagallo.
Diego "Mur" (Professor de Educação Física e Árbitro, apitará no Catar-2022).
Dida; Cafu, Aldair, Juan e Roberto Carlos; Júnior, Zico e Ronaldinho Gaúcho; Rivaldo, Bebeto e Ronaldo. Téc. Telê Santana.
Igor Dezem (Estudante de Contabilidade e Baladeiro).
Dida; Daniel Alves, Lúcio, Juan e Marcelo; Casemiro, Ronaldinho Gaúcho, Kaká e Coutinho; Neymar e Ronaldo. Téc. Tite.
Eduardo Otávio Neto (Estudante de Educação Física e filho do Neto).
Dida; Cafu, Thiago Silva, Lúcio e Marcelo; Casemiro, Kaká, Ronaldinho Gaúcho; Neymar, Adriano e Ronaldo. Téc. Tite.
Juca Kfouri (Jornalista).
Gilmar; Djalma Santos, Aldair, Márcio Santos e Nilton Santos; Zito, Didi e Rivelino; Pelé, Garrincha e Tostão. Téc. Aymoré Moreira.
Luís Fernando, o Torrinha (Motorista, Cumpadi Magal e pai do Zé Felipe).
Marcos; Cafu, Aldair, Roque Jr e Roberto Carlos; Mauro Silva, Dunga, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho; Ronaldo e Romário. Téc. Felipão.
Léo Bueno (Músico, professor de violão e guitarra e roqueiro mais sertanejo de Ipuã).
Dida; Cafu, Thiago Silva, Lúcio e Roberto Carlos; Gilberto Silva, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho; Ronaldo, Romário e Neymar. Téc. Tite.
Wilker Gléria (Professor, estava comigo na 1ª visita à Arena Corinthians).
Leão; Daniel Alves, Ricardo Gomes, Lúcio e Marcelo; Falcão, Sócrates e Zico; Neymar, Ronaldo e Romário. Téc. Tite.
Lívia Peruchi (Professora, Pedagoga, Bailarina, Comercialina, Sãopaulina e Ex aluna que mais entende de futebol).
Marcos; Cafu, Aldair, Juan e Roberto Carlos; César Sampaio, Gilberto Silva, Ronaldinho Gaúcho e Kaká; Ronaldo e Rivaldo. Téc. Parreira.
Maria Fernanda Leonetti, a Fê (Arquiteta, Corinthiana e Ipuanense de coração).
Taffarel; Cafu, Ronaldão e Roberto Carlos; Zé Roberto, Émerson, Sócrates, Kaká e Zico; Bebeto e Adriano. Téc. Tite.
José Reinaldo (Vereador na minha 2ª cidade e ainda vou vê-lo um degrau acima na política Guairense).
Taffarel; Cafu, Aldair, Márcio Santos e Roberto Carlos; Dunga; Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo, Bebeto e Romário; Ronaldo. Téc. Felipão.
Orandes Rocha. (Professor e craque de bola que não virou jogador porque a mãe era contra, dizia que não dava dinheiro e que melhor seria ele virar professor).
Taffarel; Cafu, Ricardo Rocha, Aldair e Júnior; Falcão; Sócrates, Zico, Rivaldo e Ronaldo; Romário. Téc Telê Santana.
Inveja da Globo, admito.
Mas como o Blog tem mais audiência e pessoas mais interessantes para fazer essa "brincadeira", penso que a repercussão será maior.
De todos que foram convidados, a maioria aceitou o desafio e enviou sua seleção para publicação no Blog.
E as regras eram claras:
1. Apenas jogadores de Copas do Mundo.
2. Apenas jogadores que a pessoa viu jogar.
3. Escolha do técnico também.
4. Esquema tático por conta do "escalador".
Eis as Escalações e os respectivos Escaladores, na ordem em que foram recebidos:
Danilo (Professor e memória mais privilegiada que conheço).
Marcos; Leandro, Oscar, Márcio Santos e Junior; Mauro Silva, Sócrates, Zico e Rivaldo; Romário e Ronaldo. Téc. Tite.
Thiago Zaneti (Administrador da ID.ea - Mídia e Comunicação e Santista²).
Taffarel, Cafu, Lúcio, Miranda e Branco; Mauro Silva, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho; Romário, Neymar e Ronaldo. Téc. Parreira.
Gabriel Ogata (Professor e afilhado de casamento).
Taffarel; Cafu, Aldair, Lúcio e Roberto Carlos; Dunga, Zé Roberto, Ronaldinho Gaúcho e Rivaldo; Ronaldo e Romário. Téc. Parreira (1994).
Marcel Trevizan (Jornalista e, como Zico, perdeu um pênalti em 1986, em Nuporanga).
Taffarel; Cafu, Ricardo Rocha, Márcio Santos e Júnior; Falcão, Sócrates e Zico; Ronaldo, Romário e Rivaldo. Técnico: Telê Santana.
Itamar Romualdo (Ex Prefeito e milagre não ter escalado o time do Santos todo).
Gilmar; Carlos Alberto, Piazza, Brito e Roberto Carlos; Gerson e Zito, Pelé, Rivelino, Tostão e Garrincha. Téc. "Com esse time, qualquer um".
Itamar Jr. (Estudante de Agronomia e Baladeiro).
Júlio César; Daniel Alves, Lúcio, Miranda e Marcelo; Casemiro, Kaká e Ronaldinho; Neymar, Ronaldo e Adriano. Téc. Tite.
Alex Novais (Professor, Matemático e futuro sogro).
Marcos; Cafu, Lúcio, Thiago Silva e Marcelo; Dunga, Gilberto Silva, Ronaldinho e Rivaldo; Ronaldo e Neymar. Téc. Zagallo.
Diego "Mur" (Professor de Educação Física e Árbitro, apitará no Catar-2022).
Dida; Cafu, Aldair, Juan e Roberto Carlos; Júnior, Zico e Ronaldinho Gaúcho; Rivaldo, Bebeto e Ronaldo. Téc. Telê Santana.
Igor Dezem (Estudante de Contabilidade e Baladeiro).
Dida; Daniel Alves, Lúcio, Juan e Marcelo; Casemiro, Ronaldinho Gaúcho, Kaká e Coutinho; Neymar e Ronaldo. Téc. Tite.
Eduardo Otávio Neto (Estudante de Educação Física e filho do Neto).
Dida; Cafu, Thiago Silva, Lúcio e Marcelo; Casemiro, Kaká, Ronaldinho Gaúcho; Neymar, Adriano e Ronaldo. Téc. Tite.
Juca Kfouri (Jornalista).
Gilmar; Djalma Santos, Aldair, Márcio Santos e Nilton Santos; Zito, Didi e Rivelino; Pelé, Garrincha e Tostão. Téc. Aymoré Moreira.
Luís Fernando, o Torrinha (Motorista, Cumpadi Magal e pai do Zé Felipe).
Marcos; Cafu, Aldair, Roque Jr e Roberto Carlos; Mauro Silva, Dunga, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho; Ronaldo e Romário. Téc. Felipão.
Léo Bueno (Músico, professor de violão e guitarra e roqueiro mais sertanejo de Ipuã).
Dida; Cafu, Thiago Silva, Lúcio e Roberto Carlos; Gilberto Silva, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho; Ronaldo, Romário e Neymar. Téc. Tite.
Wilker Gléria (Professor, estava comigo na 1ª visita à Arena Corinthians).
Leão; Daniel Alves, Ricardo Gomes, Lúcio e Marcelo; Falcão, Sócrates e Zico; Neymar, Ronaldo e Romário. Téc. Tite.
Lívia Peruchi (Professora, Pedagoga, Bailarina, Comercialina, Sãopaulina e Ex aluna que mais entende de futebol).
Marcos; Cafu, Aldair, Juan e Roberto Carlos; César Sampaio, Gilberto Silva, Ronaldinho Gaúcho e Kaká; Ronaldo e Rivaldo. Téc. Parreira.
Maria Fernanda Leonetti, a Fê (Arquiteta, Corinthiana e Ipuanense de coração).
Taffarel; Cafu, Ronaldão e Roberto Carlos; Zé Roberto, Émerson, Sócrates, Kaká e Zico; Bebeto e Adriano. Téc. Tite.
José Reinaldo (Vereador na minha 2ª cidade e ainda vou vê-lo um degrau acima na política Guairense).
Taffarel; Cafu, Aldair, Márcio Santos e Roberto Carlos; Dunga; Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo, Bebeto e Romário; Ronaldo. Téc. Felipão.
Orandes Rocha. (Professor e craque de bola que não virou jogador porque a mãe era contra, dizia que não dava dinheiro e que melhor seria ele virar professor).
Taffarel; Cafu, Ricardo Rocha, Aldair e Júnior; Falcão; Sócrates, Zico, Rivaldo e Ronaldo; Romário. Téc Telê Santana.
Minha história em Copas do Mundo - 9ª Parte.
Ipuã, 2014...
Professor universitário, quase um quarentão, p. da vida com a Copa realizada no Brasil dada a roubalheira que aconteceu e que eu avisava que seria muito antes de começar, o que fez com que amigos me recriminassem pelo pessimismo.
Deixei o "eu avisei" de lado e limitei a esperar a derrota que, cheguei a acreditar que não viria.
Copa em Casa, PT na Presidência, CBF unha e carne com FIFA, seria impossível acontecer outra desgraça como em 1950, quando perdemos uma final ganha no Maracanã.
Pois não só aconteceu com foi pior, muito pior...
Pudemos conhecer o modos operandi da FIFA em se tratando da realização de mundiais.
Ações que atropelam leis locais, limitações de manifestações culturais do país, comercialização exclusiva de tudo no entorno dos estádios, etc...
Fora a roubalheira das empreiteiras do país que construiu 12 estádios quando a mesma Copa na Alemanha só construiu 1.
Viva o país do futebol.
Uma irmã sentenciou: "Estão estragando uma coisa que tinha tudo para ser linda".
E foi mesmo uma festa fora de Campo, tudo perfeito. E a musiquinhha do Itaú (aqui) é a que mais me marcou na memória, sem explicação consciente.
O legal eram as "fans fests" (nome dado pela FIFA para festas antes e após os jogos) no Sítio Boa Sorte: bandeirinhas verde e amarela, TV de tubo 29'', cerveja e muita gente assistindo.
E eu, obviamente, torcendo contra.
E foi no sítio Boa Sorte entre amigos e parentes que comecei a ver que algo estava indo mal para o Brasil:
* Marcelo fazendo o 1º gol do Brasil na Copa, contra.
* Empate com o México.
* Aperto contra o Chile logo nas oitavas: jogo que só passamos nos pênaltis e com direito a tomar uma bola no travessão na prorrogação que nos tiraria da Copa.
* No mesmo jogo, enquanto as penalidades aconteciam, o "capitão" Tiago Silva ficou de costas para a cobrança, sentado em cima da bola, com as mãos espalmadas rezando e chorando. Uma vergonha para alguém responsável por levantar a Taça da Copa em casa, coisa inédita no Brasil.
* Aperto contra a Colômbia e lesão do Neymar.
* "Somos todos Neymar" quando na verdade deveria ser "Somos Todos Bernard".
Tinha mesmo que dar em 7 x 1.
Aliás, jogo que não vi inteiro.
Naquele exato dia, ocorreu o triste sepultamento de uma tia.
Passei parte da noite no velório na cidade dela e o sepultamento ocorreria em Ipuã no dia seguinte.
Naquele dia, ainda no velório, ocorreu inevitavelmente discussões sobre futebol. Amigos e parentes falavam em 2 x 0, 3 x 1, 2 x 1, todos placares favoráveis ao Brasil.
Ao dizer que achava a zaga ruim, quase apanhei. Disseram que eu não entendia de futebol.
Voltei mais cedo, daria para assistir parte do jogo e ir ao cemitério.
E assim o fiz.
Saí de casa poucos minutos após o 1 x 0. Ao passar de carro em frente a um boteco no caminho, vejo torcedores xingando, deduzi que estava 2 x 0.
Ao chegar no cemitério, ouço novos gritos de xingamento, o jogo não poderia estar 3 x 0 no 1º tempo. Liguei para um amigo e o diálogo foi assim:
- Cara, tá 3 x 0 pra Alemanha?
E ele todo feliz (também torcia contra):
- 3 x 0 não, acabou de fazer o 4º.
Foi um dia triste para mim pela perda de uma tia querida, porque pela Seleção...
E essa foi a última vez que torci contra a Seleção Brasileira, porque nessa Copa vou torcer como nas Copas de outrora.
Professor universitário, quase um quarentão, p. da vida com a Copa realizada no Brasil dada a roubalheira que aconteceu e que eu avisava que seria muito antes de começar, o que fez com que amigos me recriminassem pelo pessimismo.
Deixei o "eu avisei" de lado e limitei a esperar a derrota que, cheguei a acreditar que não viria.
Copa em Casa, PT na Presidência, CBF unha e carne com FIFA, seria impossível acontecer outra desgraça como em 1950, quando perdemos uma final ganha no Maracanã.
Pois não só aconteceu com foi pior, muito pior...
Pudemos conhecer o modos operandi da FIFA em se tratando da realização de mundiais.
Ações que atropelam leis locais, limitações de manifestações culturais do país, comercialização exclusiva de tudo no entorno dos estádios, etc...
Fora a roubalheira das empreiteiras do país que construiu 12 estádios quando a mesma Copa na Alemanha só construiu 1.
Viva o país do futebol.
Uma irmã sentenciou: "Estão estragando uma coisa que tinha tudo para ser linda".
E foi mesmo uma festa fora de Campo, tudo perfeito. E a musiquinhha do Itaú (aqui) é a que mais me marcou na memória, sem explicação consciente.
O legal eram as "fans fests" (nome dado pela FIFA para festas antes e após os jogos) no Sítio Boa Sorte: bandeirinhas verde e amarela, TV de tubo 29'', cerveja e muita gente assistindo.
E eu, obviamente, torcendo contra.
E foi no sítio Boa Sorte entre amigos e parentes que comecei a ver que algo estava indo mal para o Brasil:
* Marcelo fazendo o 1º gol do Brasil na Copa, contra.
* Empate com o México.
* Aperto contra o Chile logo nas oitavas: jogo que só passamos nos pênaltis e com direito a tomar uma bola no travessão na prorrogação que nos tiraria da Copa.
* No mesmo jogo, enquanto as penalidades aconteciam, o "capitão" Tiago Silva ficou de costas para a cobrança, sentado em cima da bola, com as mãos espalmadas rezando e chorando. Uma vergonha para alguém responsável por levantar a Taça da Copa em casa, coisa inédita no Brasil.
* Aperto contra a Colômbia e lesão do Neymar.
* "Somos todos Neymar" quando na verdade deveria ser "Somos Todos Bernard".
Tinha mesmo que dar em 7 x 1.
Aliás, jogo que não vi inteiro.
Naquele exato dia, ocorreu o triste sepultamento de uma tia.
Passei parte da noite no velório na cidade dela e o sepultamento ocorreria em Ipuã no dia seguinte.
Naquele dia, ainda no velório, ocorreu inevitavelmente discussões sobre futebol. Amigos e parentes falavam em 2 x 0, 3 x 1, 2 x 1, todos placares favoráveis ao Brasil.
Ao dizer que achava a zaga ruim, quase apanhei. Disseram que eu não entendia de futebol.
Voltei mais cedo, daria para assistir parte do jogo e ir ao cemitério.
E assim o fiz.
Saí de casa poucos minutos após o 1 x 0. Ao passar de carro em frente a um boteco no caminho, vejo torcedores xingando, deduzi que estava 2 x 0.
Ao chegar no cemitério, ouço novos gritos de xingamento, o jogo não poderia estar 3 x 0 no 1º tempo. Liguei para um amigo e o diálogo foi assim:
- Cara, tá 3 x 0 pra Alemanha?
E ele todo feliz (também torcia contra):
- 3 x 0 não, acabou de fazer o 4º.
Foi um dia triste para mim pela perda de uma tia querida, porque pela Seleção...
E essa foi a última vez que torci contra a Seleção Brasileira, porque nessa Copa vou torcer como nas Copas de outrora.
domingo, 17 de junho de 2018
Minha história em Copas do Mundo - 8ª Parte.
Ipuã, 2010...
Copa na África do Sul com tudo o que tivemos direito: Vuvuzela, Soweto, Shakira cantando "Waka waka" (aqui), K'naan cantando "Waving Flag (aqui), Larissa Riquelme e o polvo Paul.
E eu, bem eu era Mestrando em Educação: Currículo na PUC/SP, professor, Blogueiro, sem beber por causa de tratamento de saúde e uma estranha consciência de que o mundo ficara pequeno.
E, claro, torcendo para a Seleção perder aquela Copa de maneira vexatória.
Uma escalação sem muito sentido, a não ser o poder dos empresários que cada vez mais se enraizava na CBF: Casa Bandida do Futebol.
Ou o que explicaria a convocação de Kléberson, então no Flamengo, que era reserva no seu time? Por que então não convocar o titular?
O que explica a convocação do Goleio Doni? Expulso de Corinthians e Santos e um belo dia amanheceu na Roma.
E o que explica Kaká, convocado apesar de lesão no quadril e fortes dores que o impedia de render melhor?
Assisti aos jogos em casa mesmo, torcendo contra.
Inclusive no jogo da desclassificação contra a Holanda, eu cochilei em meio ao jogo.
Jogo aliás que fez de Felipe Melo o pior desempenho de um defensor Brasileiro em Copa do Mundo, até o David Luiz em 2014.
Na final não torci para ninguém, pois queria a Espanha no seleto grupo de Campeões Mundiais e não achava justo a Holanda perder sua 3ª final.
De recordações inusitadas, o jogo contra o Chile dia 28/06 que ouvi partes pelo rádio, voltando de São Paulo.
Eu fazia Mestrado na PUC/SP como disse e naquele dia fui à capital apenas para ver uma nota na prova de inglês, que eu fazia para pegar a proficiência exigida no mestrado. Pensei que, se indo mal, poderia chorar para professora uma 2ª chance.
A aula começava 12:00, cheguei 10 min antes e 12:10h já estava liberado.
Eu e a PUC toda, o que achei estranho, pois jogo seria às 14:00h.
Ao chegar no metrô e ver aquilo lotado como se fosse uma sexta feira 6 da tarde véspera de feriado prolongado, entendi que em SP não dá para liberar meia hora antes como em Ipuã, pois assim não conseguiriam chegar nem para os melhores momentos no noticiário da noite.
Ouvi o jogo até acabar a bateria do MP3 e dormi. Acordei com um cara que ao sair gol de Robinho, aumentou o volume do rádio para todos nós ouvirmos.
Fui acordado com isso e não dormi mais.
E a nota no inglês foi 7,99 que a professora arredondou para 8,0 e o faria mesmo se eu não tivesse andando mais de 400 Km para pedir.
Copa na África do Sul com tudo o que tivemos direito: Vuvuzela, Soweto, Shakira cantando "Waka waka" (aqui), K'naan cantando "Waving Flag (aqui), Larissa Riquelme e o polvo Paul.
E eu, bem eu era Mestrando em Educação: Currículo na PUC/SP, professor, Blogueiro, sem beber por causa de tratamento de saúde e uma estranha consciência de que o mundo ficara pequeno.
E, claro, torcendo para a Seleção perder aquela Copa de maneira vexatória.
Uma escalação sem muito sentido, a não ser o poder dos empresários que cada vez mais se enraizava na CBF: Casa Bandida do Futebol.
Ou o que explicaria a convocação de Kléberson, então no Flamengo, que era reserva no seu time? Por que então não convocar o titular?
O que explica a convocação do Goleio Doni? Expulso de Corinthians e Santos e um belo dia amanheceu na Roma.
E o que explica Kaká, convocado apesar de lesão no quadril e fortes dores que o impedia de render melhor?
Assisti aos jogos em casa mesmo, torcendo contra.
Inclusive no jogo da desclassificação contra a Holanda, eu cochilei em meio ao jogo.
Jogo aliás que fez de Felipe Melo o pior desempenho de um defensor Brasileiro em Copa do Mundo, até o David Luiz em 2014.
Na final não torci para ninguém, pois queria a Espanha no seleto grupo de Campeões Mundiais e não achava justo a Holanda perder sua 3ª final.
De recordações inusitadas, o jogo contra o Chile dia 28/06 que ouvi partes pelo rádio, voltando de São Paulo.
Eu fazia Mestrado na PUC/SP como disse e naquele dia fui à capital apenas para ver uma nota na prova de inglês, que eu fazia para pegar a proficiência exigida no mestrado. Pensei que, se indo mal, poderia chorar para professora uma 2ª chance.
A aula começava 12:00, cheguei 10 min antes e 12:10h já estava liberado.
Eu e a PUC toda, o que achei estranho, pois jogo seria às 14:00h.
Ao chegar no metrô e ver aquilo lotado como se fosse uma sexta feira 6 da tarde véspera de feriado prolongado, entendi que em SP não dá para liberar meia hora antes como em Ipuã, pois assim não conseguiriam chegar nem para os melhores momentos no noticiário da noite.
Ouvi o jogo até acabar a bateria do MP3 e dormi. Acordei com um cara que ao sair gol de Robinho, aumentou o volume do rádio para todos nós ouvirmos.
Fui acordado com isso e não dormi mais.
E a nota no inglês foi 7,99 que a professora arredondou para 8,0 e o faria mesmo se eu não tivesse andando mais de 400 Km para pedir.
sábado, 16 de junho de 2018
Minha história em Copas do Mundo - 7ª Parte.
Ipuã, 2006...
Quase um trintão, Diretor do Departamento de Educação em Ipuã, e desiludido com a Seleção.
Era visível que aquele time sofria com ingerência de patrocinadores de lobbies de empresários.
Notícias sobre o comportamento de atletas me revoltava e eu acabei não torcendo para a Seleção naquela Copa.
Ronaldo fumava charuto e bebia guaraná dizendo aos mais jovens para não se matar tanto, Cafu escalado apenas para bater recordes, Roberto Carlos horroroso, etc...
Desiludido que estava, não me preocupava em torcer. Cheguei a dispensar funcionários do trabalho no dia de jogos muito antes do horário fixado pelo Prefeito e ficar sozinho no Departamento atendendo ligações e eventuais cidadãos até o jogo começar.
Continuei com o hábito de assistir aos jogos na casa de amigos, inclusive a final onde pude estar em 3 casas diferentes ao longo do jogo, prorrogação e penalidades.
O fuzuê pós jogo acontecia na praça matriz, concentração para as comemorações e, acreditem, mesmo na desclassificação.
Minhas críticas se confirmaram quando da desclassificação para a França (sempre ela) e ao término do jogo, Robinho correu para dar beijo no rosto de Zidane.
Foi demais para mim.
Aquele foi o jogo em que um único jogador conseguiu ser o maior diferencial da partida, com rendimento muito acima de todos os demais, em uma Copa do Mundo.
Zidane naquele dia confirmou o patamar de gênio. Deu chapéu no Ronaldo, deu passes, ajudou no gol, só não fez chover.
De bom naquela Copa, apenas os gols do Ronaldo, se tornando o maior artilheiro de uma Copa do Mundo, até 2014.
Na final eu torci para a França e ela perdeu para a Itália.
Sou pé frio mesmo.
Quase um trintão, Diretor do Departamento de Educação em Ipuã, e desiludido com a Seleção.
Era visível que aquele time sofria com ingerência de patrocinadores de lobbies de empresários.
Notícias sobre o comportamento de atletas me revoltava e eu acabei não torcendo para a Seleção naquela Copa.
Ronaldo fumava charuto e bebia guaraná dizendo aos mais jovens para não se matar tanto, Cafu escalado apenas para bater recordes, Roberto Carlos horroroso, etc...
Desiludido que estava, não me preocupava em torcer. Cheguei a dispensar funcionários do trabalho no dia de jogos muito antes do horário fixado pelo Prefeito e ficar sozinho no Departamento atendendo ligações e eventuais cidadãos até o jogo começar.
Continuei com o hábito de assistir aos jogos na casa de amigos, inclusive a final onde pude estar em 3 casas diferentes ao longo do jogo, prorrogação e penalidades.
O fuzuê pós jogo acontecia na praça matriz, concentração para as comemorações e, acreditem, mesmo na desclassificação.
Minhas críticas se confirmaram quando da desclassificação para a França (sempre ela) e ao término do jogo, Robinho correu para dar beijo no rosto de Zidane.
Foi demais para mim.
Aquele foi o jogo em que um único jogador conseguiu ser o maior diferencial da partida, com rendimento muito acima de todos os demais, em uma Copa do Mundo.
Zidane naquele dia confirmou o patamar de gênio. Deu chapéu no Ronaldo, deu passes, ajudou no gol, só não fez chover.
De bom naquela Copa, apenas os gols do Ronaldo, se tornando o maior artilheiro de uma Copa do Mundo, até 2014.
Na final eu torci para a França e ela perdeu para a Itália.
Sou pé frio mesmo.
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