segunda-feira, 17 de abril de 2017

Jogos de volta do Paulistinha: Uma mera formalidade.

Com os resultados dos jogos de hoje, os jogos do próximo final de semana no Paulistinha viraram mera formalidade.

Bola de cristal bem lustrada, não tenho medo de errar: Corinthians x Ponte Preta farão a final.

Senão vejamos...

Diz o ditado que "estatística não ganha jogo".

Mas o São Paulo terá que quebrar muitos tabus se quiser chegar a sua 2ª final de Paulistinha neste século.

O 1º e mais longevo tabu: Derrotar o Corinthians em um mata mata.

Coisa que o time do Morumbi não conseguiu ainda neste século. A última vez que isso aconteceu, foi no "breve século XX" , mais precisamente no ano 2000.

De lá pra cá, 6 contendas e em todas foi derrotado.

O 2º tabu é mais recente: vencer o Corinthians na Arena Corinthians.

Outro sabor que o time de 3 cores ainda não provou.

E não basta apenas vencer, terá de vencer por 2 gols se quiser ir para as penalidades, ou de 3, se quiser se classificar.

Vencer pelo placar mínimo será uma vitória de Pirro.

Na outra ponta das semi finais, o Palmeiras (beneficiado pela arbitragem hoje, quando um pênalti não marcado poderia significar uma vitória maior da Ponte Preta.) levou um chocolate nesta Páscoa e perdeu de 3 x 0 para o time Campineiro.

Só uma tragédia tira a Ponte de mais uma final na sua história. Merecidamente, um time que sempre bate na trave e nunca conquista.

Curiosamente os queridinhos da mídia ficaram pelo caminho, e os patinhos feios se transformaram em cisne. 

Primeiro a Globo apontava o Santos, 8x finalista, 5x campeão como o melhor futebol do Brasil. Não passou nem pra semi final.

Depois o São Paulo, com a Globo e Band tratando Rogério Ceni como o novo Tite (chamado de gênio porque explica a tática do jogo usando os dedos das mãos dos jogadores e não os seus - ?????), apontado como o futebol mais bonito de se ver.

Tentaram com o Palmeiras, "o melhor elenco do Brasil", time que mais investe, Campeão Brasileiro,... sem mencionar que sua superioridade é muito mais em função da fraqueza dos adversários, num campeonato nivelado por baixo.

Saldo final: Corinthians x Ponte Preta farão a final do Paulistinha 2017.

40 anos depois, Ponte e Corinthians revivem a histórica decisão que nos tirou da incômoda fila de 23 anos sem conquistas estaduais.

O Corinthians, que para muitos seria rebaixado no Paulistão, terá a chance de ampliar a freguesia da Ponte Preta e vencê-la pela 3ª vez na História.

A primeira delas, numa noite de 13 de outubro de 1977, ocasião em que um conhecido Blogueiro completava seu 1º ano de vida.

Bem que a FPF podia marcar este jogo para o dia 13/10, em homenagem a final histórica.

E ao Blogueiro.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

A "Delação do Fim do Mundo".

Fico imaginando como Petistas,  PSDBistas e PMDBistas estão estruturando sua militância digital para agir em favor de si e dos partidos aliados, muitos deles, sub legendas (PP, PR, PCdoB, DEM, PSD,...).

Petistas que se diziam perseguidos, agora veem-se acompanhados dos antigos desafetos nas páginas políticas dos principais jornais do país, enrolados em denúncias.

PSDBistas que foram às ruas para protestar contra a corrupção (vários deles com camisa da CBF!!!), defendiam a Lava Jato, enalteciam o juiz Sérgio Moro, certamente na crença de que com o Governo Temer, a operação seria estancada e a ama não chegaria a ses calcanhares. Chegou!

Os PMDBistas, eufóricos após o Golpe, acreditaram piamente que com Temer no Governo a Lava jato terminaria punindo apenas os ex companheiros Petistas. Esqueceram-se que até bem pouco tempo atrás, o partido e outros partidos aliados se locupletavam às custas do erário nacional, tomando de assalto empresas e agências estatais.

Hoje sabe-se que todos eles receberam propinas e fizeram Caixa 2 em suas campanhas.

A questão agora é: é agora?

Acusarem-se mutuamente, dizendo que só a acusação alheia é verdadeira?

Negar tudo e confiar na morosidade da justiça que, quando isso for julgado talvez já esteja prescrito?

Confiar na memória curta do eleitor, e uma vez empoderados de cargos públicos, dificilmente terão os rigores da lei que teria eu ou você?

Acreditar em um acordão entre todos os partidos envolvidos para pressionar o STF sobre o caos que seria no país uma punição em larga escala?

Crer que, como todos foram nivelados por baixo, a melhor coisa é agir com algum dispositivo constitucional criado especialmente para salvar e pele de todo mundo?

Como puderam ver, quase todas (senão todas) as alternmativas passam pelo Poder Judiciário, cuja inegável competência infelizmente não é maior que a falta de celeridade e os inúmeros subterfúgios que esta gente graúda utiliza-se, valendo-se dos melhores advogados que o dinheiro amealhado pela corrupção pode pagar, para enrolar a justiça por anos, quiçá décadas.

Enquanto a justiça não vem (e pode não vir) o bom seria que o povo desse o veredito nas urnas, não votando nessa camarilha que infelicita a vida política nacional.

Vai sonhando Orandes, vai sonhando...

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Eles diriam algo assim:


Paulo Freire diria: "A Democracia é tão bonita, que permite a livre manifestação de quem não a quer. O contrário não acontece, a ditadura não permite o mesmo".

Umberto Eco diria: "Eu avisei que as redes sociais dariam voz a eles".

Edmond Rostand diria: "Agora que não critico Democracia mesmo".

Meu saudoso pai diria: "Melhor ver isso do que ser cego".

E Orandes Rocha diria: "Não foi dia 31, foi dia 1º. 1º de Abril! E não foi coincidência".



Ainda o Lar Escola, desculpe, a EMEB Lar Escola.

Aprovada por unanimidade, a lei que cria a EMEB Lar Escola seguiu para a sanção do Prefeito.

Os questionamentos de alguns vereadores sobre esta lei, em parte embasados no texto do Blog que apontou alguns pontos falhos na criação da referida EMEB, foram respondidos com a garantia de que não seria o cenário desastroso que o Blogueiro apontou.

Garantiram que haverá sim professores na referida escola, que mesmo sem concurso em aberto, alguns seriam remanejados de outras escolas.

Segundo informações, dois professores serão designados para a referida escola. Além de ocupar um cargo de Diretor de Escola (de livre nomeação), este disponível no quadro a ser preenchido pela atual Diretora de Creche que já atua no próprio Lar Escola.

Com base nestas garantias dadas pelos interlocutores da Administração Municipal (o Diretor de Negócio de Governo e a Diretora de Educação), os vereadores presentes (não houve 100% de presença) aprovaram por unanimidade o projeto.

Algumas considerações.

1. Sou militante da Educação há muitos anos, mais recentemente militante da Educação enquanto Política Pública de Governo, tudo o que comento, falo ou escrevo, não tem nenhum propósito político partidário subjacente. Meu intento em comentar a questão é puramente do ponto de vista técnico, nada a ver com oposição à atual Administração Municipal (que de fato eu sou, como verão no item 2), nem com o fato da escola levar o nome do meu saudoso pai.

Ainda que a Escola tivesse outro nome, tipo Lar Escola Rei Roberto Carlos e a Prefeita fosse minha mãe, eu estaria classificando este projeto como absurdo; do ponto de vista técnico jurídico didático e pedagógico.

2. Jamais criticarei motivos que levam vereadores a votar contra ou favorável a qualquer projeto. O motivo é dele, coisa de foro íntimo e não cabe a ninguém questionar.

A confiança na Administração, da qual todos eles se elegeram, deve sim ser levado em conta na hora de votar qualquer projeto.

Não é porque para mim tal palavra não tem o menor significado, que para eles têm que ser.

Apenas cobrem se vai mesmo ser cumprido o que foi prometido, porque depois de aprovado não se tem muita coisa a fazer.

E a desculpa de que "este ano não dá mais tempo de fazer concurso", e no ano que vem a desculpa do "ano eleitoral não pode fazer concurso" já é velha conhecida do feudo que atende por Secretaria de Negócios Jurídicos para enrolar vereadores, professores, cidadãos,... 

3. Se de fato serão removidos 2 professores para esta EMEB, que atenderá crianças de 6 a 9 anos (portanto, 4 salas: de 1º ao 4º ano), sendo período de manhã e tarde, totalizaria 8 turmas, pergunto: quem vai lecionar nas outras 6 turmas?

A não ser que sejam dois professores, um por turno, para lecionar para todas as crianças, numa sala multi seriada, o que seria um retrocesso de pelo menos 3 décadas.

E também que não sejam usados apenas para justificar aos olhos do MP que de fato há professores na escola conforme a Lei determina, mas tudo continua como antes de virar EMEB.

4. Agora, se a EMEB vai ser classificada como escola de tempo integral e assim receber 20% do repasse do FUNDEB pelos alunos ali matriculados, que seja criada como Escola de Educação de Tempo Integral (ETI). O que não foi.


E para ninguém falar que eu só critico...

Eu teria transformado as EMEBs das quais os alunos do Lar Escola são egressos em Escolas de Educação de Tempo Integral.

Designaria o Lar Escola como um espaço pedagógico de período contrário da referida escola, pois uma das prerrogativas da Educação Integral é que o prédio escolar não é o único espaço destinado à atividade didático-pedagógica.

Nos períodos contrários, transportaria os alunos das EMEBs para o Lar Escola (como já é feito).

Desta forma teríamos um espaço para os alunos desenvolver atividades pedagógicas nos períodos contrários orientados por Professores e auxiliado por Monitores.

Todo mundo sairia ganhando:

- Os alunos que, numa Escola de Educação de Tempo Integral o currículo favorece mais a aprendizagem.

Os pais e mães, que continuariam tendo seus filhos ocupando boa parte do dia com atividades saudáveis de lazer, esporte, cultura e didática.

A Administração Municipal que receberia 20% sobre o repasse por aluno pago pelo FUNDEB.

Os Vereadores que estariam votando algo muito menos nebuloso.

O Blogueiro que não teria que ficar escrevendo sobre este assunto, incomodado com esta "salada de frutas" que está virando o Lar Escola.

domingo, 9 de abril de 2017

Quando será o ponto facultativo municipal este mês?

Erros acontecem.

Quando se escreve muito então, mais ainda.

Todos nós estamos sujeitos a um ou outro erro de digitação, de revisão, etc...

O próprio Blogueiro vira e mexe cai nas armadilhas da digitação, da sintaxe portuguesa ou da modernidade do "copiar e colar" (o que parece ter sido o caso abaixo).

Mas não deixa digno de nota, quando acontece em documento público oficial.

Pressa? Falta de revisão? Desatenção? Falta de uma boa assessoria no Gabinete?

Seja como for, qual dia afinal será (ou foi) o Ponto Facultativo?

Acrescentado às 16:00h:

O Blogueiro  foi informado que o referido parágrafo tratar-se-ia de uma referência ao ponto facultativo de 24/03, uma complementação que teria ficado de fora na ocasião da edição do decreto que estabeleceu ponto facultativo no aniversário da cidade.

Ainda assim ficaria estranho: usar um parágrafo de um artigo do decreto que estabelece ponto facultativo de abril, para "corrigir" algum equívoco do decreto de março?

Melhor seria uma retificação do decreto anterior, evitando assim a confusão.

Seja como for (de novo), o texto e a foto (que está nas redes sociais, de onde eu fiquei sabendo) não trata-se crítica ou algo que venha a denegrir a imagem da Administração Municipal, que jamais deve ser julgada por isso. Trata-se apenas do relato e algo que, por inédito, valeu o registro.

Erro de digitação ou retificação/complementação/explicação  do decreto anterior, gerou dúvidas, discussões e risos.

Coisas assim sempre acabam servindo de pauta no Blog.

Desde sempre! 





terça-feira, 4 de abril de 2017

Prefeitura quer transformar Lar Escola em EMEB.

O "Lar Escola Orandes Carlos da Rocha" foi construído por uma entidade assistencial do município, da qual o homenageado contribuiu, quando Presidente da mesma*, para a sua construção. Sem a possibilidade de mantê-la, a entidade fez um comodato com a Prefeitura na época e emprestou o prédio para que o poder público fizesse a manutenção e administração do referido Lar Escola.

Era começo dos anos 90, ainda não tínhamos as leis que hoje balizam nossa educação e na qual me baseio para tecer estes comentário.

Passados quase 30 anos, a grande questão que se apresenta hoje é: O que é o Lar Escola?

Não pode ser chamado de creche, pois pela LDB, creche atende crianças de 0 a 3 anos de idade.

Curiosamente - e eu faço mea culpa, pois no período em que esteve sob nossa administração, não me atentei para tal questão - o Lar Escola sempre foi tratado como creche. Não por outro motivo, os profissionais que lá trabalham são contratados via concurso público ou processo seletivo simplificado, como "monitores de creche".

Também não pode ser chamado de Pré Escola, pois pela mesma LDB, Pré Escola atende crianças de 4 a 5 anos** de idade.

Também não pode ser chamada de Escola de Ensino Fundamental, pois não é escola regular, mas uma alternativa contra período de crianças de outras escolas da cidade.

Nem de escola integral, pois não sendo escola municipal, o Lar deveria estar necessariamente vinculado a alguma outra escola da rede como opção de contra período.

Aliás o Lar Escola nem pode ser classificado como Escola, pois ainda de acordo com a LDB, apenas professores podem lecionar em escolas, e não monitores. E por professores, a Lei é clara ao considerar apenas os habilitados em nível médio (o antigo Magistério) e superior (Pedagogia).

Comumente chamado de "Projeto", um termo que não existe na legislação administrativa educacional e muito mais usado para referir-se à ações da área Social, o que não pode ser enquadrado o Lar Escola, pois é mantido com recursos da Educação.

E foi pensando em corrigir essa distorção (pelo menos prefiro acreditar que este seja o real motivo), a Administração Municipal enviou um Projeto de Lei na Câmara, a ser votado hoje em sessão extraordinária, criando a EMEB Lar Escola Orandes Carlos da Rocha.

E é aí que quero concentrar minhas reflexões:

Ao se criar uma EMEB (Escola Municipal de Educação Básica**), pressupõe que a mesma terá um estatuto, um regimento, diretor, professores, secretário, inspetor,...

E que a mesma terá salas de aula devidamente cadastradas na Rede Municipal, chancelada por órgãos Estaduais, como PRODESP (onde estão registrados todos os alunos do Estado com identificação, o chamado R.A.).

Uma escola devidamente instituída necessita de um aparato legal que, no projeto inicial enviado à Câmara, não contempla e sequer explica se será feito.

O Projeto enviado limita-se a informar que será destinado a crianças de 6 a 9 anos, além de algumas especificações didático-pedagógicas e administrativas da referida EMEB.

Entendo que questões mais profundas não estão sendo discutidas:

Quais séries serão atendidas? Pois de 6 a 9 anos seria do 1º ao 4º ano, então não vai haver 5º ano?

Quais alunos farão parte desta escola?

Serão transferidos alunos de outra escola?

Vão abrir matrículas?

Criar uma escola com o ano letivo já em andamento não parece falta de gestão?

Pelas lacunas no Projeto, especula-se que transformarão em EMEB para poder atender alunos de outras escolas em períodos contrários, algo parecido com Escola Integral.

O que seria um outro equívoco enorme, pois para fazer Escola Integral não necessita criar uma EMEB, basta apenas incluir no estatuto de outra escola já existente na Rede Municipal, a utilização daquele espaço como anexo da escola e lugar de atividades lúdicas, pedagógicas, artísticas e esportivas.

Além disso, como Escola Integral, as atividades do tipo oficina de pintura, oficina de bordado etc... teriam que ser desenvolvidas por Monitores específicos (monitor de pintura, de bordado,...) contratados por seleção simplificada, como era, por exemplo, na EMEB Maria Marli Mandrá Lima.

Ao transformar o Lar Escola em EMEB, o que a Administração Municipal está fazendo é passar um verniz de legalidade numa situação de décadas, sem alterar o funcionamento interno, incoerente e ilegal, da instituição.

Transforma em EMEB mas continua sem professores; com a docência exercida por monitores?

Transforma em EMEB mas apenas para alunos de outras escolas estudar no período contrário?

Transforma em EMEB sem concurso PEB I em andamento? Sem concurso de auxiliar administrativo? Sem concurso de Coordenador Pedagógico?

Ao votar o Projeto de Lei hoje, os vereadores deverão levar em conta estas questões e mais a questão financeira.

Uma vez transformada em EMEB, tal escola receberá verba Federal (via FUNDEB). Qual será a justificativa para inscrever os alunos no cálculo do recebimento de verba? como será classificada a Escola? Ensino regular ou integral?

Há o risco do Governo Federal entender como fraude, caso não haja uma fundamentação burocrática muito bem montada na criação da escola.

E nem vou entrar na questão da propriedade do prédio.

Uma vez que o prédio não é do Poder Público, mas de uma entidade, caso um dia o comodato seja encerrado, quem ficará com a denominação de Lar Escola Orandes Carlos da Rocha? A parte física (o prédio) ou a burocrática (a escola criada, que contará com CNPJ e tudo mais)?

Ainda que fique lisonjeado em ver o nome do meu saudoso pai estampado em uma Escola Municipal de Educação Básica, o homenageado não merece tamanha confusão!

Pelo menos quem sabe agora verei o nome dele pintado na fachada. 


*Acrescentado às 12:45h.

**Corrigido às 12:50h. 

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Questionamentos sobre o novo horário de funcionamento da Prefeitura de Ipuã.

Quem procurou o Paço Municipal hoje pela manhã a encontrou com as portas fechadas.

Como o ditado diz que "gato escaldado tem medo de água quente", e com base em "visitas" de instituições investigativas que já estiveram em nossa cidade ao longo da Administração PMDBista, muitos pensaram o pior.

Mas não era, pelo menos dessa vez, este o motivo das portas fechadas, mas o novo horário de atendimento ao público e, pasmem, também aos funcionários de outros departamentos.

Em outras palavras: servidor municipal de algum Departamento ou Cidadão que precisar de resolver alguma coisa no Paço Municipal, somente após às 13:00h.

Alguns questionamentos:

1. Os cidadãos foram informados com muitos dias de antecedência e de maneira intensa nos meios de comunicação?

2. É necessário este horário de funcionamento? Qual sua justificativa?
 
3. Foi pensado o impacto que tal medida terá na vida dos cidadãos?

4. Mesmo servidores de outros departamentos precisam também ter este horário restrito?

5. Outros Departamentos poderão também adotar o mesmo horário?

Eu, particularmente, tenho uma vaga noção de algumas destas respostas.

E também particularmente acho que essa medida vai ter vida curta.

Ainda mais se tratar de medida de contenção de horas extras. Cujo problema não é o horário de funcionamento ou o atendimento ao público, mas questões muito mais complexas que deixo para discutir em outra oportunidade.

Por enquanto, deixo apenas estes questionamentos para a reflexão dos cidadãos e cidadãs de Ipuã.

domingo, 2 de abril de 2017

E se der zebra?

Já pensaram a seguinte semi final de Paulistinha:

Ponte Preta x Novorizontino

Botafogo x Linense.

Seria uma lástima para as TVs, anunciantes e patrocinadores.

E um tapa na cara da Federação Paulista, que resvalaria na cara da CBF.

Não torço para isso, mas que seria bom, seria!