Está em curso um plano
secreto para acabar com a internet.
Bloquear o Whatapp foi só o
começo.
Próximo passo será o
Facebook.
Em seguida virá o bloqueio do
Instagran, Twitter e de todas as demais redes sociais.
Até o Meebo, que ninguém usa.
Fontes dão conta que ICQ, MSN
e Orkut foram desativados propositadamente, como uma espécie de evento teste
para o que virá agora: a completa desativação da internet.
Logo logo, apenas e-mails
estão à disposição e ainda assim apenas para transmitir correntes do tipo
"repasse ou algo ruim acontecerá com você".
Os conspiradores estão
decidindo se aproveitam a oportunidade para eliminar também a comunicação via
telefonia móvel, leia-se, celular.
Os constantes problemas de
perda de sinal recorrentes em todas as companhias de celular e criticadas por
seus usuários seria também um "evento teste" para a sua desativação.
Voltaríamos ao tempo
longínquo, apenas na memória de poucos remanescentes, em que as pessoas se
comunicavam ao vivo, frequentadores de bares conversavam entre si, família
conversava na hora do almoço e alunos que não queriam assistir às aulas,
dormiam em sala.
Ao tempo distante em que
ninguém tirava foto do prato de comida e postava nas redes sociais com a
enigmática inscrição: "almoçando".
Será o fim das sinceras
declarações públicas de amor.
Não mais teremos as importantes #partiu, # deontem,
nem a informação de que Deus está no comando daquela pessoa.
Nem este blog será mais
divulgado, ainda que para 9 gatos pingados. Aliás o Blog nem existirá, para
alegria de muitos.
Especialistas dizem que
eventos desta natureza, de consequências catastróficas semelhantes, já
aconteceram anteriormente na História da Humanidade:
- O meteoro que se chocou com
a Terra exterminando os dinossauros.
- O dilúvio em que Noé se salvou
com sua família e alguns animais.
- O apocalipse Zumbi de The
Walking Dead.
Resta esperar como será a
vida daqui pra frente.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
Jubileu de prata do 1º Nacional.
Em 16/12/1990, o Brasil era Pintado de Preto e Branco pela primeira vez.
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
Uma força para Eduardo Cunha.
Paulinho
da Força (SD/SP), deveria mudar para Paulinho "dá força", força a Eduardo Cunha segurar seu mandato.
Deputado federal da tropa de choque que tentou barrar, no Conselho de Ética da Câmara, o processo que pode levar à cassação do mandato de Cunha, contribuiu para que por 2 meses (6 sessões), o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados prorrogasse (aqui) a fatídica decisão que só saiu hoje.
Apenas hoje, com a PF varejando residências de Cunha, o Conselho de Ética, por 11 x 9 conseguiu dar sequência à “admissibilidade” do processo.
Dentre os 9 votos que não se importaram com a PF nos calcanhares de Cunha, estava presente o nobre Deputado (aqui).
Que seus 569 eleitores em Ipuã lembrem-se disso nas próximas eleições.
E seus apoiadores também.
Deputado federal da tropa de choque que tentou barrar, no Conselho de Ética da Câmara, o processo que pode levar à cassação do mandato de Cunha, contribuiu para que por 2 meses (6 sessões), o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados prorrogasse (aqui) a fatídica decisão que só saiu hoje.
Apenas hoje, com a PF varejando residências de Cunha, o Conselho de Ética, por 11 x 9 conseguiu dar sequência à “admissibilidade” do processo.
Dentre os 9 votos que não se importaram com a PF nos calcanhares de Cunha, estava presente o nobre Deputado (aqui).
Que seus 569 eleitores em Ipuã lembrem-se disso nas próximas eleições.
E seus apoiadores também.
domingo, 13 de dezembro de 2015
Mágoa de Unespiano.
Já cantava Sérgio Reis:
"Mas hoje em dia tudo é muito diferente / O progresso, nossa gente, nem sequer faz uma ideia".
Mal sabia ele o que viria pela frente...
A especulação imobiliária avança sobre o patrimônios históricos com a ânsia de um predador que ficou à espreita da caça durante dias.
Tem sido assim desde sempre...
Na Rio de Janeiro do começo do XX, o Prefeito Pereira Passos no afã de fazer da cidade maravilhosa uma espécie de Paris tropical, destruiu casas, sobrados, e tudo mais para abrir largas avenidas, construir praças e "civilizar" a então capital nacional.
A cidade maravilhosa também sofreria nos anos 60/70 com os arranha céus feitos de concreto armado que tanto ofuscou a orla carioca.
O próprio Tom Jobim fez uma paródia de uma canção do Vinícius de Moraes/Toquinho denunciando o boom da construção civil.
Em São Paulo, nada resta dos antigos casarões da Avenida Paulista, hoje tomada por prédios comerciais.
Tenho suportado isso tudo calado, mas agora passou da conta.
Confira abaixo o que fizeram com o Bar do Sô Zé (Bar Santa Rita) e o Bar Fish, na esquina abaixo da antiga Unesp (que também sofreu com a construção civil, ao deixar o centro de Franca e se transferir para um prédio totalmente estandartizado).
A sequência de fotos mostra o "antes - durante - agora" da esquina em que muitos unespianos se reuniram ao longo de anos para prosear e beber sua sagrada cervejinha.
Estão assassinando minha história.
PS: as fotos mais atuais foram feitas in loco por mim ontem (12/12).
"Mas hoje em dia tudo é muito diferente / O progresso, nossa gente, nem sequer faz uma ideia".
Mal sabia ele o que viria pela frente...
A especulação imobiliária avança sobre o patrimônios históricos com a ânsia de um predador que ficou à espreita da caça durante dias.
Tem sido assim desde sempre...
Na Rio de Janeiro do começo do XX, o Prefeito Pereira Passos no afã de fazer da cidade maravilhosa uma espécie de Paris tropical, destruiu casas, sobrados, e tudo mais para abrir largas avenidas, construir praças e "civilizar" a então capital nacional.
A cidade maravilhosa também sofreria nos anos 60/70 com os arranha céus feitos de concreto armado que tanto ofuscou a orla carioca.
O próprio Tom Jobim fez uma paródia de uma canção do Vinícius de Moraes/Toquinho denunciando o boom da construção civil.
Rua Nascimento Silva, cento e sete
Eu saio correndo do pivete
Tentando alcançar o elevador
Minha janela não passa de um quadrado
A gente só vê cimento armado
Onde antes se via o Redentor
É meu amigo só resta uma certeza
É preciso acabar com a natureza
É melhor lotear o nosso amor
Eu saio correndo do pivete
Tentando alcançar o elevador
Minha janela não passa de um quadrado
A gente só vê cimento armado
Onde antes se via o Redentor
É meu amigo só resta uma certeza
É preciso acabar com a natureza
É melhor lotear o nosso amor
Em São Paulo, nada resta dos antigos casarões da Avenida Paulista, hoje tomada por prédios comerciais.
Tenho suportado isso tudo calado, mas agora passou da conta.
Confira abaixo o que fizeram com o Bar do Sô Zé (Bar Santa Rita) e o Bar Fish, na esquina abaixo da antiga Unesp (que também sofreu com a construção civil, ao deixar o centro de Franca e se transferir para um prédio totalmente estandartizado).
A sequência de fotos mostra o "antes - durante - agora" da esquina em que muitos unespianos se reuniram ao longo de anos para prosear e beber sua sagrada cervejinha.
Estão assassinando minha história.
PS: as fotos mais atuais foram feitas in loco por mim ontem (12/12).
sábado, 12 de dezembro de 2015
Alguém pode me explicar?
Porque o Sanfrecce Hiroshima, do Japão, disputa o mundial de Clubes da FIFA 2015 se o campeão do Continente Asiático foi o Guangzhou Evergrande, da China????
100 anos de um gênio.
Bons cantores existem muitos.
Excelentes, são poucos.
Gênios, raros. Raríssimos.
Hoje (12/12/15) celebramos o centenário de um gênio: Francis Albert Sinatra.
Ou simplesmente, Frank Sinatra.
O filho de imigrantes italianos, nascido no bairro de Hoboken, New Jersey teria tido uma vida como a dos muitos imigrantes que vieram realizar o "sonho americano" no começo do século passado, não houvesse nascido com um dom que, se é verdade que é presente divino, Deus concede a poucos: o dom de cantar.
E como cantava. Não a toa, recebeu o epíteto de The Voice.
Ao longo da carreira conturbada (de muitos amores e muitas encrencas, prisão, suspeita de envolvimento com a máfia de New Jersey) Sinatra consolidou-se como um dos maiores cantores que o século XX conheceu.
De temperamento forte, boêmio, mulherengo, o que lhe valeu a fama de complicado, mas capaz de reconhecer novos talentos e com eles cantar em parceria.
Foi assim com Tom Jobim, cuja Bossa Nova - uma espécie de fusão do samba ao jazz - encantou Sinatra e fez aquele que ele disse ser seu trabalho mais gratificante.
A gravação do dueto com Tom Jobim teria ainda uma curiosidade, o nome de Tom saiu completo na capa do disco "Antônio Carlos Jobim", o que não agradou Frank Sinatra pois seu nome ficaria bem menor que o do novo parceiro. Resolveu então também colocar seu nome completo e não o artístico.
Outro trabalho marcante, o álbum de duetos onde uma das faixas ele canta " I've Got You Under My Skin", com Bono Vox, que tinha (e ainda tem) por Sinatra verdadeira adoração.
Sobre a gravação da faixa, Vox disse que Sinatra era capaz de "preencher o momento durante aquele tempo minúsculo depois de você apertar 'gravando', e torná-lo eterno".

Não bastasse o talento no palco, Sinatra também era um talento diante das câmeras.
Das dezenas de filmes em que contracenou, destaque para "A um passo da eternidade" (1953), que lhe valeria o Oscar de melhor ator coadjuvante; e "Marujos do Amor" (1945), em que ele contracena com Gene Kelly.
Sinatra abandonou os palcos em 1995, aos 80 anos, numa série de despedidas que lotaram seus shows.
No Brasil, esteve em 1980 onde se apresentou para um Maracanã lotado (175 mil pessoas). Aliás, anos após sua apresentação, o jogador Uruguaio Ghiggia, autor do gol que tirou o título de campeão mundial de futebol do Brasil na Copa de 50 cunharia a frase célebre: "apenas três pessoas conseguiram calar o Maracanã: O Papa, Frank Sinatra e eu”.
Ou como disse Bono Vox mais recentemente: "Há uma voz nos auto falantes que acorda todo mundo para o momento: é Frank Sinatra cantando My Way".
Dentre as muitas homenagens mundo afora no triste dia de seu falecimento, a cidade de Nova York que ele tão bem eternizou em uma canção, iluminou seu edifício mais charmoso com as corem azuis em referência ao apelido Blue Eyes, que Sinatra também era conhecido, em óbvia referência à cor de seus olhos.
Em sua lápide, consta o epitáfio "The Best is Yet to Come" (O melhor ainda está por vir), título de uma canção que ele cantou em seu último show, em 25/02/1995, para uma plateia de 1.200 privilegiados.
Abaixo, o Globo Repórter especial em homenagem ao cantor em ocasião de seu falecimento em 1998.
Pena que não encontrei o Jornal da Globo com Lilian Witte Fibe abrindo o jornal com palavras sobre o, hoje centenário, cantor.
Excelentes, são poucos.
Gênios, raros. Raríssimos.
Hoje (12/12/15) celebramos o centenário de um gênio: Francis Albert Sinatra.
Ou simplesmente, Frank Sinatra.
O filho de imigrantes italianos, nascido no bairro de Hoboken, New Jersey teria tido uma vida como a dos muitos imigrantes que vieram realizar o "sonho americano" no começo do século passado, não houvesse nascido com um dom que, se é verdade que é presente divino, Deus concede a poucos: o dom de cantar.
E como cantava. Não a toa, recebeu o epíteto de The Voice.
Ao longo da carreira conturbada (de muitos amores e muitas encrencas, prisão, suspeita de envolvimento com a máfia de New Jersey) Sinatra consolidou-se como um dos maiores cantores que o século XX conheceu.
De temperamento forte, boêmio, mulherengo, o que lhe valeu a fama de complicado, mas capaz de reconhecer novos talentos e com eles cantar em parceria.
Foi assim com Tom Jobim, cuja Bossa Nova - uma espécie de fusão do samba ao jazz - encantou Sinatra e fez aquele que ele disse ser seu trabalho mais gratificante.
A gravação do dueto com Tom Jobim teria ainda uma curiosidade, o nome de Tom saiu completo na capa do disco "Antônio Carlos Jobim", o que não agradou Frank Sinatra pois seu nome ficaria bem menor que o do novo parceiro. Resolveu então também colocar seu nome completo e não o artístico.

"O trabalho que fiz com Tom Jobim foi
um dos que mais me deram satisfação pessoal e profissional em minha carreira.
Ele era um gênio e fazia qualquer um que trabalhava com ele sentir-se bem".
Sobre a gravação da faixa, Vox disse que Sinatra era capaz de "preencher o momento durante aquele tempo minúsculo depois de você apertar 'gravando', e torná-lo eterno".

Não bastasse o talento no palco, Sinatra também era um talento diante das câmeras.
Das dezenas de filmes em que contracenou, destaque para "A um passo da eternidade" (1953), que lhe valeria o Oscar de melhor ator coadjuvante; e "Marujos do Amor" (1945), em que ele contracena com Gene Kelly.
Sinatra abandonou os palcos em 1995, aos 80 anos, numa série de despedidas que lotaram seus shows.
No Brasil, esteve em 1980 onde se apresentou para um Maracanã lotado (175 mil pessoas). Aliás, anos após sua apresentação, o jogador Uruguaio Ghiggia, autor do gol que tirou o título de campeão mundial de futebol do Brasil na Copa de 50 cunharia a frase célebre: "apenas três pessoas conseguiram calar o Maracanã: O Papa, Frank Sinatra e eu”.
Ou como disse Bono Vox mais recentemente: "Há uma voz nos auto falantes que acorda todo mundo para o momento: é Frank Sinatra cantando My Way".
Dentre as muitas homenagens mundo afora no triste dia de seu falecimento, a cidade de Nova York que ele tão bem eternizou em uma canção, iluminou seu edifício mais charmoso com as corem azuis em referência ao apelido Blue Eyes, que Sinatra também era conhecido, em óbvia referência à cor de seus olhos.
Em sua lápide, consta o epitáfio "The Best is Yet to Come" (O melhor ainda está por vir), título de uma canção que ele cantou em seu último show, em 25/02/1995, para uma plateia de 1.200 privilegiados.
Abaixo, o Globo Repórter especial em homenagem ao cantor em ocasião de seu falecimento em 1998.
Pena que não encontrei o Jornal da Globo com Lilian Witte Fibe abrindo o jornal com palavras sobre o, hoje centenário, cantor.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
Semana Sinatra 100 anos - Top 5.
05 - You make me feel so young.
O homem maduro que se sente jovem com o amor de uma garota mais nova.
Quem nunca?
04 - The way you look tonight.
O elogio ao "look" da mulher amada; naquele dia com algo especial, uma espécie de "não sei o que".
A versão americana do "je ne sais quoi" francês e do "borogodó" brasileiro.
03 - New York, New York.
O maior elogio à capital do mundo, à cidade que nunca dorme.
Poucas cidades no mundo receberam tão bela homenagem e têm tamanha ligação com uma música.
02 - Strangers in the nigth.
Um homem e um a mulher, solitários, perdidos numa noite (noite suja?), estranhos até aquele momento, cruzam olhares e então...
Resolvem ficar sozinhos, juntos. Ainda que apenas naquela noite e nunca mais.
01 - My way.
Se minha vida fosse um filme, a trilha sonora internacional seria My Way.
A frase que estará no meu túmulo, quando ou se eu morrer: I did it my way.
O homem maduro que se sente jovem com o amor de uma garota mais nova.
Quem nunca?
04 - The way you look tonight.
O elogio ao "look" da mulher amada; naquele dia com algo especial, uma espécie de "não sei o que".
A versão americana do "je ne sais quoi" francês e do "borogodó" brasileiro.
03 - New York, New York.
O maior elogio à capital do mundo, à cidade que nunca dorme.
Poucas cidades no mundo receberam tão bela homenagem e têm tamanha ligação com uma música.
02 - Strangers in the nigth.
Um homem e um a mulher, solitários, perdidos numa noite (noite suja?), estranhos até aquele momento, cruzam olhares e então...
Resolvem ficar sozinhos, juntos. Ainda que apenas naquela noite e nunca mais.
01 - My way.
Se minha vida fosse um filme, a trilha sonora internacional seria My Way.
A frase que estará no meu túmulo, quando ou se eu morrer: I did it my way.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Semana Sinatra 100 anos - Frases.
Há quem chame de polêmico às pessoas que são autênticas.
Há quem chame de politicamente incorreto às pessoas que não seguem muito o contrato social.
Há quem chame de rebelde às pessoas que não balizam seus comentários pela ponderação.
Abaixo, algumas frases de Frank Sinatra.
Chame-o como quiser, ele não daria a mínima.
"Lamento pelas pessoas que não bebem. Quando elas acordam de manhã, estão tão bem quanto vão estar durante todo o dia".
"Eu deveria ser PhD na matéria 'mulher'. Mas a verdade é que eu fui mais reprovado do que aprovado nisso. Eu sou louco por mulheres, eu as admiro. Mas, como todo homem, eu não as entendo".
"Só se vive uma vez. E da maneira como vivo, uma vez basta".
"Acredito em dar à mulher bastante tempo para se decidir com quem ela vai querer passar o resto da vida. O homem não gosta de ser assolado pela claustrofobia feminina".
"Qual a melhor coisa a se fazer com o dinheiro? “Gastar! É preciso movimentar o dinheiro".
"Críticos não me incomodam porque se eu vou mal, eu sei que fui mal bem antes de eles escreverem isso. E se vou bem, eu sei que fui bem. Eu me conheço muito bem, então uma crítica não me irrita".
Há quem chame de politicamente incorreto às pessoas que não seguem muito o contrato social.
Há quem chame de rebelde às pessoas que não balizam seus comentários pela ponderação.
Abaixo, algumas frases de Frank Sinatra.
Chame-o como quiser, ele não daria a mínima.
"Lamento pelas pessoas que não bebem. Quando elas acordam de manhã, estão tão bem quanto vão estar durante todo o dia".
"Basicamente, sou a favor de qualquer
coisa que se faça para atravessar a noite - seja uma prece, tranquilizantes ou
uma garrafa de Jack Daniels".
"Como é trágico para um homem nos seus
melhores anos, se for colocado ante o impasse da consciência, se deve casar ou
adotar uma senhora nova".
"Eu deveria ser PhD na matéria 'mulher'. Mas a verdade é que eu fui mais reprovado do que aprovado nisso. Eu sou louco por mulheres, eu as admiro. Mas, como todo homem, eu não as entendo".
"Só se vive uma vez. E da maneira como vivo, uma vez basta".
"Acredito em dar à mulher bastante tempo para se decidir com quem ela vai querer passar o resto da vida. O homem não gosta de ser assolado pela claustrofobia feminina".
"Qual a melhor coisa a se fazer com o dinheiro? “Gastar! É preciso movimentar o dinheiro".
"Críticos não me incomodam porque se eu vou mal, eu sei que fui mal bem antes de eles escreverem isso. E se vou bem, eu sei que fui bem. Eu me conheço muito bem, então uma crítica não me irrita".
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
O tempo lhe fez justiça.
Alegria de saber que uma obra de sua orientadora no mestrado consta na bibliografia do concurso público de professores municipais em Ribeirão Preto, a ser realizado pela Vunesp.
"A verdadeira afeição na longa ausência se prova" (Luís de Camões).
"A verdadeira afeição na longa ausência se prova" (Luís de Camões).
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Resumão do Brasileirão 2015.
Corinthians: Campeão com justiça. Números que impressionam: Maios gols marcados, menor gols sofridos, melhor visitante, melhor mandante, menor número de cartões,... Enfim, o melhor clube do país neste Brasileirão disparado. O time que gerava desconfiança cresceu na competição e buscou o 6º caneco para o Pq São Jorge.
Atlético/MG: Um bom perseguidor. Mostrou futebol envolvente até perder o rumo. A derrota para o Timão colocou as coisas no lugar e o Galo, que não vence Brasileirão desde 1971, ficou mais uma vez com o vice.
Grêmio: Outro há muito sem vencer um título nacional, em nenhum momento ameaçou os verdadeiros clubes a disputar a competição. A vaga na pré Libertadores foi o prêmio pela regularidade.
São Paulo: Surpreendeu ao ficar com a última vaga do G4, quando todos achavam que nem isso. Beneficiado pela sorte, quando perdia, todos os que brigavam pelo G4 perdiam e ganhou quando estes tropeçaram. Termina o BR15 marcado pelas seguidas derrotas em clássicos paulistas e pelo Eterno 6x1.
Internacional: Jogou como nunca, perdeu como sempre. Impressionante como a mídia sempre o coloca como favorito ao título e como ele nunca o alcança.
Sport: Clube sensação do 1º turno, fazendo valer o fator campo (mandante), caiu na hora de ver quem tinha garrafa pra vender, naquele momento em que se separa homens de meninos. Fogo fátuo no Campeonato.
Santos: Uma arrancada no 2º turno levou o Peixe da ZR ao G4, de onde só saiu para se dedicar à Copa do Brasil, entendendo que melhor conquistar a vaga na Libertadores com título que com um 4º lugar no certame nacional.
Cruzeiro: Flertou com a ZR no 1º turno, recuperou-se no 2º, acreditem só, com Mano Menezes, que deu padrão ao time e quase belisca uma vaga no G4.
Palmeiras: Apontado pela imprensa amiga como o melhor futebol do país em determinado momento, padeceu do mal das más contratações. Amargou a parte intermediária da tabela após sonhar com o G4.
Atlético PR: Outro fogo fátuo. Chegou a dividir com Sport o posto de clube sensação/revelação. Só escapou do rebaixamento graças à "gordura" acumulada naquele período.
Ponte Preta: A macaca Campineira sonhou com o G4, mas derrotas inesperadas, a falta que fez Renato Cajá e algumas garfadas da arbitragem, tirou o time interiorano paulista do páreo pela luta por vaga na Libertadores. Uma pena.
Flamengo: Outro sempre apontado como favorito pela imprensa amiga, arrancou em determinado momento e sonhou com o G4. O tempo tratou de colocar as coisas no lugar.
Fluminense: Infelizmente não caiu. O Clube que deve ao país 2 séries B não disputadas, fez campanha regular no 1º turno e horrorosa no 2º.
Chapecoense: Se não chegou a brilhar, restou a glória de ser uma pedra no sapato dos paulistas, beliscando pontos importantes de quase todos eles, com direito a goleadas em alguns.
Coritiba: Escapou do rebaixamento nas últimas rodadas. Pelo 2º ano. Que em 2016 tenha mais sorte.
Figueirense: Quase desfalca o estado de Santa (e Bela) Catarina, que de 2º maior Estado representando o BR15, viu 2 clubes ser rebaixados (quase foram 3).
Avaí: O time do coração do Guga entrou na ZR quando não poderia e de lá não saiu mais. Que suba ano que vem.
Vasco da Gama: Virou clube médio, daqueles que sobem num ano e caem em outro. Único clube grande (vencedor de torneios internacionais) rebaixado a não subir pra série A campeão, volta pra série B de onde terá que lutar para não cair.
Goiás: O Vila Nova sobre e o Goiás desce. Não teremos clássico do centro oeste ano que vem. Uma pena para o clube fundado por Ipuanense e que faz do Brasileirão uma gangorra a cada ano.
Joinville: Outro clube de SC a desfalcar o BR16. Ficou na ZR durante todo certame, já esperava por isso.
Atlético/MG: Um bom perseguidor. Mostrou futebol envolvente até perder o rumo. A derrota para o Timão colocou as coisas no lugar e o Galo, que não vence Brasileirão desde 1971, ficou mais uma vez com o vice.
Grêmio: Outro há muito sem vencer um título nacional, em nenhum momento ameaçou os verdadeiros clubes a disputar a competição. A vaga na pré Libertadores foi o prêmio pela regularidade.
São Paulo: Surpreendeu ao ficar com a última vaga do G4, quando todos achavam que nem isso. Beneficiado pela sorte, quando perdia, todos os que brigavam pelo G4 perdiam e ganhou quando estes tropeçaram. Termina o BR15 marcado pelas seguidas derrotas em clássicos paulistas e pelo Eterno 6x1.
Internacional: Jogou como nunca, perdeu como sempre. Impressionante como a mídia sempre o coloca como favorito ao título e como ele nunca o alcança.
Sport: Clube sensação do 1º turno, fazendo valer o fator campo (mandante), caiu na hora de ver quem tinha garrafa pra vender, naquele momento em que se separa homens de meninos. Fogo fátuo no Campeonato.
Santos: Uma arrancada no 2º turno levou o Peixe da ZR ao G4, de onde só saiu para se dedicar à Copa do Brasil, entendendo que melhor conquistar a vaga na Libertadores com título que com um 4º lugar no certame nacional.
Cruzeiro: Flertou com a ZR no 1º turno, recuperou-se no 2º, acreditem só, com Mano Menezes, que deu padrão ao time e quase belisca uma vaga no G4.
Palmeiras: Apontado pela imprensa amiga como o melhor futebol do país em determinado momento, padeceu do mal das más contratações. Amargou a parte intermediária da tabela após sonhar com o G4.
Atlético PR: Outro fogo fátuo. Chegou a dividir com Sport o posto de clube sensação/revelação. Só escapou do rebaixamento graças à "gordura" acumulada naquele período.
Ponte Preta: A macaca Campineira sonhou com o G4, mas derrotas inesperadas, a falta que fez Renato Cajá e algumas garfadas da arbitragem, tirou o time interiorano paulista do páreo pela luta por vaga na Libertadores. Uma pena.
Flamengo: Outro sempre apontado como favorito pela imprensa amiga, arrancou em determinado momento e sonhou com o G4. O tempo tratou de colocar as coisas no lugar.
Fluminense: Infelizmente não caiu. O Clube que deve ao país 2 séries B não disputadas, fez campanha regular no 1º turno e horrorosa no 2º.
Chapecoense: Se não chegou a brilhar, restou a glória de ser uma pedra no sapato dos paulistas, beliscando pontos importantes de quase todos eles, com direito a goleadas em alguns.
Coritiba: Escapou do rebaixamento nas últimas rodadas. Pelo 2º ano. Que em 2016 tenha mais sorte.
Figueirense: Quase desfalca o estado de Santa (e Bela) Catarina, que de 2º maior Estado representando o BR15, viu 2 clubes ser rebaixados (quase foram 3).
Avaí: O time do coração do Guga entrou na ZR quando não poderia e de lá não saiu mais. Que suba ano que vem.
Vasco da Gama: Virou clube médio, daqueles que sobem num ano e caem em outro. Único clube grande (vencedor de torneios internacionais) rebaixado a não subir pra série A campeão, volta pra série B de onde terá que lutar para não cair.
Goiás: O Vila Nova sobre e o Goiás desce. Não teremos clássico do centro oeste ano que vem. Uma pena para o clube fundado por Ipuanense e que faz do Brasileirão uma gangorra a cada ano.
Joinville: Outro clube de SC a desfalcar o BR16. Ficou na ZR durante todo certame, já esperava por isso.
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