segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Prova de Unesp mes fez justiça.

Cansado de errar meus "parpites" sobre possíveis questões no ENEM e em vestibulares, que se fosse pagar apostas realizadas em sala me custariam além de algum dinheiro, minha dignidade e amor próprio, eis que a prova de ontem da Unesp (sempre ela) me fez justiça.

Uma aula despretensiosa na sexta feira abordei sobre José de Alencar, reforçando seu caráter nacionalista (sobretudo no uso da língua), e suas obras como um painel no tempo (pré colonização, colonização, império) e no espaço (norte a sul) brasileiro, além de ter trafegado pelos 4 tipos de romances românticos.

E na prova ontem, caiu a seguinte questão:


domingo, 15 de novembro de 2015

Nos palanques da vida.

O texto abaixo saiu ano passado.

Tirei o acento da palavra República e republiquei o texto.

Bom feriado(?).



O quadro "A Proclamação da República", de Benedito Calixto.

O livro "Os bestializados", de José Murilo de Carvalho.

E os melhores momentos do desfile da Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense do ano de 1989.

E estará pronta uma aula de história do Brasil dinâmica e diferenciada sobre a Proclamação da República.






sábado, 14 de novembro de 2015

Com o giz e o lápis na mão.

Impressionante como aulas (seja na condição de aluno, seja na condição de professor) após tragédias de repercussão na mídia nos marcam.

Como aluno, recordo de uma aula de história após a chacina na candelária, onde o Professor deixou de lado o conteúdo programado para, com uma cópia do jornal em mãos, falar sobre aquele assunto.

Recordo de suas duras palavras sobre os insensíveis que ainda faziam chacota com o fato, e como o professor se revoltou ao falar que ainda havia quem conseguisse rir do fato.

Recordo no ano seguinte a aula após a morte do Senna, onde o professor fez 1min de silêncio e disse algumas palavras de reflexão sobre o fato.

Como professor, em 2002, um acidente de ônibus envolvendo alunos que voltavam à cidade de Rifaina foi o mote para eu em sala de aula tecer algumas palavras para meus alunos e também convidá-los à reflexão.

Um ano antes eu já havia, no cursinho da Unesp, mudado (radicalmente) o tema da aula de literatura para história após o atentado de 11 de setembro.

Mais recentemente, tragédia como o atentado ao jornal francês (quando "todos nós" viramos Charlie) também mereceu algumas considerações minhas em sala de aula.

A tragédia em Mariana, a 4ª deste tipo neste século.

Agora o atentado em Paris, ocorrido ontem.

Problema é só volto a dar aula na terça, e semana em de prova ainda; não me parece mais o momento de tocar no tema.

Não sei se por ter passado 5 dias do ocorrido, ou se por ser dia de prova e não poder "perder" muito tempo.

Mas tenho medo mesmo que seja por banalização e que cada vez mais "morrer e matar de fome, de raiva e de sede são tantas vezes gestos naturais" como profetizou mestre Caetano lá nos anos 80.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Muito antes das redes sociais.

Antes mesmo do mIRC, ICQ, MSN, Orkut, Facebook, Whatsupp e Snapchat, já existiam mecanismos de interação para facilitar o xaveco.

Como mostra o cartão de paquera do início do Séc. XX abaixo.

Detalhe para a formalidade das palavras e o Português da época.



domingo, 8 de novembro de 2015

Nos palanques da vida.

Que rumores existem na política e na administração pública não é novidade.

Rumores que não ajudam, apenas criam um clima de instabilidade.

Mas para acabar com a maioria destes rumores é simples: transparência.

Infelizmente  a transparência nunca foi, apesar de ser preceito constitucional a pautar uma administração pública, algo corriqueiro em nossa cidade.

Quando foi a última entrevista de um Prefeito na cidade, seja no jornal, seja na rádio, ou mesmo pronunciamento na Câmara para esclarecer algum tema específico?

Não me recordo de fato assim na última meia dúzia de administrações a que acompanhei.

Recentemente nossa cidade se vê envolta em rumores sobre a questão dos médicos da cidade, alguns inclusive teriam pedido demissão e só não saíram devido às súplicas para que repensassem suas decisões, pois tratam-se de médicos há muito aqui radicados e sua saída do sistema público municipal seria uma perda irreparável.

Mas afinal, o que reivindicam os médicos?

O que a Prefeitura propõe como contra proposta?

O que pode ser feito ou não pode ser feito?

Há mesmo médicos demissionários?

Enquanto este assunto não for tratado com transparência pela Administração Pública, a população ipuanense (principal interessada e afetada) fica "vendida" nesta história, sem saber o que de fato acontece.

E pior, fica refém dos "bem informados" cujas opiniões são balizadas por questões políticas e não técnicas.

Quem defende a Administração dirá que os médicos querem algo impossível de ser atendidos, algo fora da realidade da cidade. Ou pior, dizem que não estão satisfeitos com o que têm, que querem sempre mais.

Quem for contra a Administração dirá que os médicos pedem o justo, que merecem o que reivindicam e a Prefeitura pode fazer sem problemas.

Mas afinal, o que reivindicam nossos médicos? Isso ninguém explica.

O que temos é o eterno FlaFlu 15x23 que tanto empobrece nossa política.

Hipócritas que hoje defendem o que antes criticavam e outros que criticam o que antes defendiam.

Mas transparência que é bom, nem 15 nem 23 te oferece.

E pior, a 3ª via, seja ela qual nº for, também se cala.

Não sei se por receio ou por conveniência.

sábado, 7 de novembro de 2015

Com o lápis na mão.

Nos meus tempos de escola, novembro era um mês muito aguardado.

Primeiro porque nele havia 2 feriados.

E segundo porque era o prenúncio da chegada de Dezembro.

Novembro era, por assim dizer, uma espécie de última curva que você faz para em seguida pegar a reta que te levará ao final da viagem.

Ou então, uma quinta feira que você vive ansiosamente à espera da sexta feira e do final de semana.

E era o mês das provas finais, aquelas que nos fazem ficar expert em matemática e fazer cálculos de cabeça sobre a pontuação que nos falta, quanto precisamos tirar na prova para depois dividir e obter a média final, e outras contas que só a possibilidade de recuperação e reprova tem o poder de nos transformar em matemáticos do dia pra noite.

Como professor, continuo a ver a tradição de outrora se perpetuar em meus alunos.

Que venha o "fim de semana".

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Top 5: Personalidades com quem gostaria de tirar foto.

Alguns como Amyr Klink e Juca Kfouri eu consegui.

Não que seja obcecado por tirar foto com personalidades.

Muito pelo contrário.

Quando membro da Comissão Organizadora da Expuã eu raramente aparecia no camarim em época de Expuã. Talvez duas ou 3 vezes, ainda assim para cumprir cerimonial ou acompanhar alguém que queria tirar foto com cantores mas estava envergonhada ou me pedia para, com meu livre acesso, ajudá-la a conseguir a foto.

Recordo também em 2002, de férias (fora de época) em Fernando de Noronha de praticamente esbarrar no Giovani do Vôlei e sequer fazer menção de tirar uma foto para registro.

Aliás nessa ocasião eu agi como aquele personagem antigo do Jô Soares, Araponga (aqui):

- Você viu quem está aqui? O Giovane?
- Quem?
- Giovane Gávio, o Gigio.
- Quem??
- Giovane do vôlei!
- Quem???
- Giovane, medalhista Olímpico.
- Quem????

Dentre as frustrações de nunca poder conseguir uma foto, Dr Sócrates e Tom Jobim.

Segue abaixo uma relação das 5 personalidades, sem muita explicação, que eu gostaria de tirar uma foto para guardar de recordação, caso um dia "trombe" com alguma delas em algum lugar.

Marina Silva 


Joaquim Barbosa


Fernanda Montenegro


Toquinho


Tite