Gostaria de dar o meu testemunho sobre o vício.
No começo, experimentei por curiosidade, queria saber como era.
Saber se era tão bom como diziam.
Via pessoas próximas ingerindo e seus rostos felizes ao fazê-lo atiçava minha vontade.
Não recordo a primeira vez, mas certamente foi oferecido pelos meus pais que, naquela época não imaginavam que pudesse sair do controle quando eu fosse adulto.
E saiu.
Depois comecei a sentir falta diariamente.
Queria todo dia, cada vez mais.
Muitas vezes sem dinheiro para comprar, acabava fazendo fiado mesmo. Cidade pequena, as pessoas se conhecem, confiam que vão receber.
Perdi a conta das vezes que meus pais pagaram contas que eu fiz, nos mais diferentes lugares. Do mais chique aos mais simples, onde houvesse um ponto de venda lá estava eu comprando.
O vício me trouxe consequências.
Físicas principalmente.
Interna e externamente, meu corpo várias vezes deu sinal que eu estava exagerando na quantidade, mas salvo uma ou outra vez mais grave, nunca deixei o vício.
Certa vez um médico me recomendou ficar 2 meses sem.
Não consegui ficar sequer duas semanas.
Curioso como também por orientação médica fiquei 6 meses sem bebida alcoólica, o que mostra que, para mim, este vício é muito mais potente que o da bebida.
Hoje sou completamente dependente, e os amigos que sabem disso, alimentam meu vício sempre que podem.
Meus familiares próximos, menos dependentes que eu, compram e escondem de mim, sabendo que se eu ver "dando sopa" acabo com tudo em questão de segundos.
Nesta época do ano é mais complicado ainda, pois não se pode andas nas ruas sem ver, aos montes, em vários tamanhos e preços, estampados para quem quiser comprar.
E a vontade fica mais aguçada.
Bom, meu nome é Orandes Rocha e sou viciado em chocolate e essa é minha história.
quarta-feira, 16 de abril de 2014
terça-feira, 15 de abril de 2014
5 sugestões para o que fazer com a ex lagoa da Prefeitura
Após o fiasco da transposição das águas das lagoas ipuanenses, seguem 5 opções para o que fazer com a ex lagoa:
01. Estádio de Futebol. Teria até nome: Lagoão.
02. Velódromo.
03. Arena de rodeio.
04. Piscinão. O que volta ao problema atual: encher de água.
05. Coliseu.
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Tudo encerrado no Paulistinha
Como vidente futebolístico, o Blogueiro é um razoável professor.
Descobri que não entendo nada de futebol.
Achava mesmo que o alvi negro praiano enfiaria 3 ou 4 na sacola Ituana e levaria mais um paulistinha para a Baixada Santista.
Minhas previsões estavam erradas.
A vitória por 1 x 0 levou o jogo para as penalidades e aí, mais que sorte, é preciso sangue nas veias e cuca fresca.
Ituano desperdiçou uma cobrança e o Peixe passou na frente.
Uma das mãos estava na taça, mas a sorte mudou.
Uma cobrança desperdiçada (na trave) equilibrou as coisas e o Galo de Itu estava vivo na contenda final.
Tudo igual nas 5 cobranças de cada lado, vieram as alternadas e o improvável aconteceu.
O bom time do Ituano sagrou-se Bi Campeão Paulista (já o havia vencido em 2002, sem os grandes), desta vez tomando a vaga do Corinthians na chave de grupos, eliminando o Palmeiras na semi final e o Santos na grande final.
Em suma: superou os 3 melhores times do Estado atualmente.
Eu deveria ter imaginado que em ano de Copa do Mundo, de 1986 pra cá, sempre um time pequeno sagra Campeão Paulista.
Em que pese todos os méritos que o time santista tem de chegar em 6 finais consecutivas, ressalto o retrospecto isento de torcida contrária:
2009: Derrotado pelo Corinthians de Ronaldo, impossível vencer aquela final.
2010: Ano que revelou a dupla Neymar e Ganso para o Brasil, mereceu o título pelo futebol ao longo do certame, mas não esqueçamos que o Santo André foi garfado naquela finalíssima.
2011: Contra o Corinthians só venceu porque Júlio "Braço de Jacaré" César deu o ar da graça e entregou a rapadura no momento decisivo.
2012: Contra o Bugre, vida fácil no 1º jogo, relaxo e susto no 2º e um título merecido.
2013: Nova peleja contra o coirmão Corinthians e vitória suada do time da capital.
2014: Quando tudo indicava o 4º título em 6 finais, o Ituano aprontou.
Não acreditava.
Seja pela superioridade do Santos (melhor time do campeonato), seja pela falta de interesse de CBF e FPF de ver um time pequeno vencer o Campeonato regional mais importante do país às vésperas de uma Copa do Mundo.
Descobri que não entendo nada de futebol.
Achava mesmo que o alvi negro praiano enfiaria 3 ou 4 na sacola Ituana e levaria mais um paulistinha para a Baixada Santista.
Minhas previsões estavam erradas.
A vitória por 1 x 0 levou o jogo para as penalidades e aí, mais que sorte, é preciso sangue nas veias e cuca fresca.
Ituano desperdiçou uma cobrança e o Peixe passou na frente.
Uma das mãos estava na taça, mas a sorte mudou.
Uma cobrança desperdiçada (na trave) equilibrou as coisas e o Galo de Itu estava vivo na contenda final.
Tudo igual nas 5 cobranças de cada lado, vieram as alternadas e o improvável aconteceu.
O bom time do Ituano sagrou-se Bi Campeão Paulista (já o havia vencido em 2002, sem os grandes), desta vez tomando a vaga do Corinthians na chave de grupos, eliminando o Palmeiras na semi final e o Santos na grande final.
Em suma: superou os 3 melhores times do Estado atualmente.
Eu deveria ter imaginado que em ano de Copa do Mundo, de 1986 pra cá, sempre um time pequeno sagra Campeão Paulista.
Em que pese todos os méritos que o time santista tem de chegar em 6 finais consecutivas, ressalto o retrospecto isento de torcida contrária:
2009: Derrotado pelo Corinthians de Ronaldo, impossível vencer aquela final.
2010: Ano que revelou a dupla Neymar e Ganso para o Brasil, mereceu o título pelo futebol ao longo do certame, mas não esqueçamos que o Santo André foi garfado naquela finalíssima.
2011: Contra o Corinthians só venceu porque Júlio "Braço de Jacaré" César deu o ar da graça e entregou a rapadura no momento decisivo.
2012: Contra o Bugre, vida fácil no 1º jogo, relaxo e susto no 2º e um título merecido.
2013: Nova peleja contra o coirmão Corinthians e vitória suada do time da capital.
2014: Quando tudo indicava o 4º título em 6 finais, o Ituano aprontou.
Não acreditava.
Seja pela superioridade do Santos (melhor time do campeonato), seja pela falta de interesse de CBF e FPF de ver um time pequeno vencer o Campeonato regional mais importante do país às vésperas de uma Copa do Mundo.
domingo, 13 de abril de 2014
Nos palanques da vida.
Episódio de hoje: explodindo a lagoa.
Além de Diretor do Depto Municipal de Educação e Cultura, acumulava, informalmente e sem nenhuma remuneração, o ofício de marqueteiro da Administração Municipal.
Como gostava de filmar, sempre que havia algum fato digno de ser registrado, me chamavam para fazê-lo.
E foi assim que eu registrei o vídeo abaixo: o exato momento em que explodiram as pedras onde seria feito a lagoa do Paço Municipal, atual... atual o que mesmo? Atual buraco cuja transposição das águas de uma lagoa para outra se mostrou uma ideia "jenial".
Momento captado pelas lentes de uma filmadora amadora, como o cinegrafista que a empunhava, e que ficará registrado para a posteridade.
Quando - e se - aquele local voltar a ser um lago, a gente possa olhar e ver quanta coisa mudou.
Para melhor.
Além de Diretor do Depto Municipal de Educação e Cultura, acumulava, informalmente e sem nenhuma remuneração, o ofício de marqueteiro da Administração Municipal.
Como gostava de filmar, sempre que havia algum fato digno de ser registrado, me chamavam para fazê-lo.
E foi assim que eu registrei o vídeo abaixo: o exato momento em que explodiram as pedras onde seria feito a lagoa do Paço Municipal, atual... atual o que mesmo? Atual buraco cuja transposição das águas de uma lagoa para outra se mostrou uma ideia "jenial".
Momento captado pelas lentes de uma filmadora amadora, como o cinegrafista que a empunhava, e que ficará registrado para a posteridade.
Quando - e se - aquele local voltar a ser um lago, a gente possa olhar e ver quanta coisa mudou.
Para melhor.
Dica musical: "Asas" (Maskavo)
Raggae sempre é bom.
Brasileiro então, melhor ainda.
O grupo Maskavo faz raggae de qualidade.
A música já foi gravada e regravada por vários artistas, mas vale a pena ouvir esta versão.
E o clipe... bem o clipe nem se fala.
Brasileiro então, melhor ainda.
O grupo Maskavo faz raggae de qualidade.
A música já foi gravada e regravada por vários artistas, mas vale a pena ouvir esta versão.
E o clipe... bem o clipe nem se fala.
Asas
(Maskavo)
Cê parece um anjo
Só que não tem asas iaiá
Oh meu Deus
Quando asas tiver
Passe lá em casa
Cê parece um anjo
Só que não tem asas iaiá
Oh meu Deus
Quando asas tiver
Fosse lá em casa
E ao sair
Pras estrelas eu vou te levar
Com a ajuda da brisa do mar
Te mostrar onde ir
E ao chegar
Apresento-lhe a lua e o Sol
E no céu vai ter mais um farol
Que é a luz do teu olhar
Eu não sou moleque
Ainda não tenho casa iaiá
Oh meu Deus se um dia eu tiver
Visto minhas asa
Só que não tem asas iaiá
Oh meu Deus
Quando asas tiver
Passe lá em casa
Cê parece um anjo
Só que não tem asas iaiá
Oh meu Deus
Quando asas tiver
Fosse lá em casa
E ao sair
Pras estrelas eu vou te levar
Com a ajuda da brisa do mar
Te mostrar onde ir
E ao chegar
Apresento-lhe a lua e o Sol
E no céu vai ter mais um farol
Que é a luz do teu olhar
Eu não sou moleque
Ainda não tenho casa iaiá
Oh meu Deus se um dia eu tiver
Visto minhas asa
sábado, 12 de abril de 2014
Com o lápis na mão (Republicação do blog antigo)
Outra história vestibulanda...
Resolvi prestar vertibular em Florianópolis.
Por coincidência, as provas eram em janeiro.
Mais coincidência ainda, era apenas no período da manhã.
Portanto... Toda a tarde livre para curtir o sol e o mar da capital catarinense.
O sol, após o primeiro dia em que ele resolveu brilhar pra valer, resolveu esconder-se por entre nuvens e garoa.
Mas nos raros momentos em que ele dava o ar da graça: lá estava eu na praia.
Infelizmente não me saí bem nesse vestibular, mas a parte boa é que ficaram as boas lembranças de uma viagem a uma cidade perfeita.
Praia, restaurantes, museus, igrejas,...
Pra todos os gostos do turista.
Ao entrar no busão, para voltar à Ipuã após 4 dias de vestiba; o sol, não sei se por capricho ou por sacanagem, apareceu brilhando lindo no azul do céu.
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Ipuã dá adeus à Taça EPTV de Futsal.
Mais uma vez o time de Ipuã, "importado" de São Paulo teve vida curta na Taça EPTV de Futsal.
Desta vez com a maior goleada até agora da 2ª fase do torneio. Um sapeca iá iá de 7 x 1 contra todo poderoso time da vizinha Guará, diante de sua própria torcida (ontem). Para ampliar o vexame, Ipuã deu adeus à competição sem ter vencido uma única partida sequer.
Vou avisando que não tenho nada contra a "importação" de jogadores, aliás a maioria das cidades faz isso.
A questão que discuto há anos é outra.
Para mim não se deve contratar jogadores itinerantes para disputar a Taça EPTV, mas atletas que estejam dispostos a permanecer por um bom período em nossa cidade, treinando, disputando amistosos e outros torneios, treinando alunos da cidade e revelando talentos que, quem sabe, não se misturem ao "time principal".
Enfim, criar uma identidade com a cidade e deixar um legado que justifique o investimento realizado.
Caso contrário teremos sempre um time de incógnitas que, salvo algum brilhareco casual no passado, nunca encantou a torcida ou teve chance real de conquista.
Em outros anos, times razoáveis me fazia a escrever a seguinte piada de domínio público: jogamos como nunca, perdemos como sempre.
Este ano, o time contratado teve a mesma sorte que muitos times formados apenas com atletas da cidade.
Está na hora da Administração Municipal repensar este investimento se está valendo a pena o Depto de Esportes gastar com esporte de alto rendimento que em nada tem acrescentado a política esportiva na cidade.
Enfim, tem de mudar esta velha e ao que parece desgastada fórmula.
Desta vez com a maior goleada até agora da 2ª fase do torneio. Um sapeca iá iá de 7 x 1 contra todo poderoso time da vizinha Guará, diante de sua própria torcida (ontem). Para ampliar o vexame, Ipuã deu adeus à competição sem ter vencido uma única partida sequer.
Vou avisando que não tenho nada contra a "importação" de jogadores, aliás a maioria das cidades faz isso.
A questão que discuto há anos é outra.
Para mim não se deve contratar jogadores itinerantes para disputar a Taça EPTV, mas atletas que estejam dispostos a permanecer por um bom período em nossa cidade, treinando, disputando amistosos e outros torneios, treinando alunos da cidade e revelando talentos que, quem sabe, não se misturem ao "time principal".
Enfim, criar uma identidade com a cidade e deixar um legado que justifique o investimento realizado.
Caso contrário teremos sempre um time de incógnitas que, salvo algum brilhareco casual no passado, nunca encantou a torcida ou teve chance real de conquista.
Em outros anos, times razoáveis me fazia a escrever a seguinte piada de domínio público: jogamos como nunca, perdemos como sempre.
Este ano, o time contratado teve a mesma sorte que muitos times formados apenas com atletas da cidade.
Está na hora da Administração Municipal repensar este investimento se está valendo a pena o Depto de Esportes gastar com esporte de alto rendimento que em nada tem acrescentado a política esportiva na cidade.
Enfim, tem de mudar esta velha e ao que parece desgastada fórmula.
É por isso que não confio em tecnologia.
Não sei se por influência da saga "Exterminador do Futuro" mas a verdade é que não consigo confiar no mundo tecnológico.
Nada a ver com a possível guerra travada entre humanos e máquinas comandadas pela Skynet a que o filme fala, é mais por ser "das antigas" mesmo.
Mas como não se pode viver neste mundo hoje sem apertar botões (touch), estar conectado e ser filmado, uso a tecnologia que minha ignorância permite.
Filmadora, um ou outro programa (baixar música e editar vídeos), este computador que uso para escrever estas besteiras que vocês estão lendo, um celular que não uso nem 10% de suas possibilidades e mais recentemente, um GPS.
E foi justamente este GPS que me fez, hoje pela manhã, voltar a desconfiar das máquinas.
Meu GPS é de uma conhecida revista de mapas, também hotéis, pontos de interesse e turísticos em geral, enfim, enfim, o melhor guia turístico do país. E ao necessitar estar hoje na vizinha Araraquara, em um ponto de interesse já previamente cadastrado no própsrio GPS, pensei: "sem problemas".
Bastou clicar no local que a rota foi traçada e segui viagem.
Era um tal de mantenha-se à direita, entre na rotatória e saia na 2ª saída, vire à direita que cansou meus ouvidos, mas como em outras ocasiões ele me foi preciso, obedeci sem pensar.
Eis que me manda entrar na cidade, mesmo sabendo que o local ficava na beira da rodovia.
"Uma rota mais perto", pensei.
Como estava com folga no horário, cumpri as determinações da moça do GPS.
Até que me fez pegar uma estradinha vicinal, afastado de tudo o que eu já havia passado no caminho.
E ao ouvir a frase "você chegou ao seu destino", encontrei-me em uma estrada vicinal deserta, com plantação de cana dos dois lados e sem nenhuma construção a vista.
Juro para vocês que a frase dita pela moça me pareceu ser dita entre risos abafados com a boca, de quem havia acabado de curtir onda com a cara de um trouxa.
Retornei imediatamente em busca de informações.
E quem disse que eu sabia voltar?
E em todas estas o GPS me mandando insistentemente voltar pro meio do nada em que havia me levado. Tão insistente que o desliguei com medo que dissesse algo do tipo: Estou mandando voltar idiota, não está ouvindo???
Em um trevo parei um carro que me indicou uma referência onde eu pudesse pedir ajuda.
E foi o que fiz, parei em um posto de gasolina, já na cidade e próximo ao local, onde o frentista me orientou.
Minha sorte foi sair com alguma antecedência, o que sempre devemos fazer para caso de imprevistos.
Passado o sufoco, duas atitudes me vieram à mente: Contar esta história no blog e vender meu GPS.
Interessados me procurar in box.
Nada a ver com a possível guerra travada entre humanos e máquinas comandadas pela Skynet a que o filme fala, é mais por ser "das antigas" mesmo.
Mas como não se pode viver neste mundo hoje sem apertar botões (touch), estar conectado e ser filmado, uso a tecnologia que minha ignorância permite.
Filmadora, um ou outro programa (baixar música e editar vídeos), este computador que uso para escrever estas besteiras que vocês estão lendo, um celular que não uso nem 10% de suas possibilidades e mais recentemente, um GPS.
E foi justamente este GPS que me fez, hoje pela manhã, voltar a desconfiar das máquinas.
Meu GPS é de uma conhecida revista de mapas, também hotéis, pontos de interesse e turísticos em geral, enfim, enfim, o melhor guia turístico do país. E ao necessitar estar hoje na vizinha Araraquara, em um ponto de interesse já previamente cadastrado no própsrio GPS, pensei: "sem problemas".
Bastou clicar no local que a rota foi traçada e segui viagem.
Era um tal de mantenha-se à direita, entre na rotatória e saia na 2ª saída, vire à direita que cansou meus ouvidos, mas como em outras ocasiões ele me foi preciso, obedeci sem pensar.
Eis que me manda entrar na cidade, mesmo sabendo que o local ficava na beira da rodovia.
"Uma rota mais perto", pensei.
Como estava com folga no horário, cumpri as determinações da moça do GPS.
Até que me fez pegar uma estradinha vicinal, afastado de tudo o que eu já havia passado no caminho.
E ao ouvir a frase "você chegou ao seu destino", encontrei-me em uma estrada vicinal deserta, com plantação de cana dos dois lados e sem nenhuma construção a vista.
Juro para vocês que a frase dita pela moça me pareceu ser dita entre risos abafados com a boca, de quem havia acabado de curtir onda com a cara de um trouxa.
Retornei imediatamente em busca de informações.
E quem disse que eu sabia voltar?
E em todas estas o GPS me mandando insistentemente voltar pro meio do nada em que havia me levado. Tão insistente que o desliguei com medo que dissesse algo do tipo: Estou mandando voltar idiota, não está ouvindo???
Em um trevo parei um carro que me indicou uma referência onde eu pudesse pedir ajuda.
E foi o que fiz, parei em um posto de gasolina, já na cidade e próximo ao local, onde o frentista me orientou.
Minha sorte foi sair com alguma antecedência, o que sempre devemos fazer para caso de imprevistos.
Passado o sufoco, duas atitudes me vieram à mente: Contar esta história no blog e vender meu GPS.
Interessados me procurar in box.
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Do whatsapp para a EPTV.
Soube, ainda na tarde de ontem, que a EPTV estava em Ipuã para uma matéria televisiva.
Pensei: "Coisa boa não é".
Nada contra a referida emissora que até já prestou, eventualmente, alguns bons serviços para nossa cidade; mas nem sempre as novas são boas quando o assunto é Ipuã na emissora riberãopretana.
Só hoje pude assistir, via youtube, a matéria.
O tema: a mania que se alastra na cidade de divulgar via whatsapp fotos de mulheres nuas.
O blogueiro não tem esse aplicativo no celular, que aliás nem tem conexão com internet, e talvez seja o único ipuanense a não ter visto nenhuma das fotos que andam circulando pela internet.
Espero que com esta matéria, acabe esse modismo na cidade que cá pra nós, já nos encheu a paciência.
Espero que a intimidade das pessoas, que se fotografam ou se deixam fotografar, fique apenas no âmbito da intimidade do casal, e nada mais.
Eu, pelo menos, não me interesso pela intimidade alheia, e penso que todos deveriam agir assim.
Para os que fotografam sem o prévio consentimento, nestes casos espero que a justiça haja com rigor.
E para terminar, vou esperar mais uma coisa, que a EPTV apareça em nossa cidade também quando houver boas notícias ou fatos que nos orgulha.
Serão bem vindos!
Pensei: "Coisa boa não é".
Nada contra a referida emissora que até já prestou, eventualmente, alguns bons serviços para nossa cidade; mas nem sempre as novas são boas quando o assunto é Ipuã na emissora riberãopretana.
Só hoje pude assistir, via youtube, a matéria.
O tema: a mania que se alastra na cidade de divulgar via whatsapp fotos de mulheres nuas.
O blogueiro não tem esse aplicativo no celular, que aliás nem tem conexão com internet, e talvez seja o único ipuanense a não ter visto nenhuma das fotos que andam circulando pela internet.
Espero que com esta matéria, acabe esse modismo na cidade que cá pra nós, já nos encheu a paciência.
Espero que a intimidade das pessoas, que se fotografam ou se deixam fotografar, fique apenas no âmbito da intimidade do casal, e nada mais.
Eu, pelo menos, não me interesso pela intimidade alheia, e penso que todos deveriam agir assim.
Para os que fotografam sem o prévio consentimento, nestes casos espero que a justiça haja com rigor.
E para terminar, vou esperar mais uma coisa, que a EPTV apareça em nossa cidade também quando houver boas notícias ou fatos que nos orgulha.
Serão bem vindos!
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Registros pessoais.
Lembro que no meu tempo de infância, um dos grandes sonhos de consumo do meu pai, era ter uma filmadora.
Curioso como só hoje eu consigo perceber como meu velho pai era aficionado por imagens.
Na falta da filmadora, na época em que eu o ouvir falar que gostaria de comprar elas custavam muito caro, ele usava e abusava da máquina fotográfica.
A quantidade de fotos reveladas (sim, houve um tempo em que as fotos tiradas eram reveladas) que temos em arquivo pessoal só não é maior porque muitas se perderam em filmes (sim, houve um tempo em que as fotos não eram digitais mas, "gravaras" em negativos de filmes) que queimaram.

E todas, ou quase todas, podemos ver atrás, o local e a data em que a foto fora tirada.
Mas filmadora mesmo, infelizmente ele nunca pode comprar.
O tempo passou, as coisas mudaram e os produtos baratearam.
Estou na minha 2ª filmadora.
Tudo certo que ambas são do estilo hand cam, aquelas filmadorinhas de mão, e nos sonhos de meu pai, ele imaginava uma profissional, destas que a gente vê em casamento e aniversários.
Mas eu quis ser mais prático, optei por modelo mais manuseável.
A 1ª que tive, usava como mídia, fitas mini dv, e foi justamente por isso que relembrei isso tudo que originou esta crônica.
Resolvi passar minhas 20 fitas para arquivo digital, o que me consumiu além de custo para pagar um profissional para fazê-lo, custo para comprar um HD externo para armazenar 6 anos da minha vida.
Comecei a assistir aleatoriamente algumas filmagens: a 1ª pescaria realizada pela Prefeitura, trechos de shows da Expuã daquela época, baladas entre amigos, festas diversas, etc... até o dia em que ela estragou: no dia da conquista do Corinthians na Libertadores 2012.
Felizmente as filmagens foram preservadas.
Todo este longo texto para dizer que vou começar a editar algumas coisas para publicar aqui no blog.
Vai que alguém se interessa.
Curioso como só hoje eu consigo perceber como meu velho pai era aficionado por imagens.Na falta da filmadora, na época em que eu o ouvir falar que gostaria de comprar elas custavam muito caro, ele usava e abusava da máquina fotográfica.
A quantidade de fotos reveladas (sim, houve um tempo em que as fotos tiradas eram reveladas) que temos em arquivo pessoal só não é maior porque muitas se perderam em filmes (sim, houve um tempo em que as fotos não eram digitais mas, "gravaras" em negativos de filmes) que queimaram.

E todas, ou quase todas, podemos ver atrás, o local e a data em que a foto fora tirada.
Mas filmadora mesmo, infelizmente ele nunca pode comprar.
O tempo passou, as coisas mudaram e os produtos baratearam.
Estou na minha 2ª filmadora.
Tudo certo que ambas são do estilo hand cam, aquelas filmadorinhas de mão, e nos sonhos de meu pai, ele imaginava uma profissional, destas que a gente vê em casamento e aniversários.
Mas eu quis ser mais prático, optei por modelo mais manuseável.
A 1ª que tive, usava como mídia, fitas mini dv, e foi justamente por isso que relembrei isso tudo que originou esta crônica.
Resolvi passar minhas 20 fitas para arquivo digital, o que me consumiu além de custo para pagar um profissional para fazê-lo, custo para comprar um HD externo para armazenar 6 anos da minha vida.Comecei a assistir aleatoriamente algumas filmagens: a 1ª pescaria realizada pela Prefeitura, trechos de shows da Expuã daquela época, baladas entre amigos, festas diversas, etc... até o dia em que ela estragou: no dia da conquista do Corinthians na Libertadores 2012.
Felizmente as filmagens foram preservadas.
Todo este longo texto para dizer que vou começar a editar algumas coisas para publicar aqui no blog.
Vai que alguém se interessa.
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