domingo, 16 de março de 2014

Cerveja transgênica? Minha briga com a Monsato agora é pessoal.

A Monsanto, e outras empresas que produzem o lixo transgênico (Syngenta, Down,...), acabam de estragar minha cervejinha do final de semana e quartas a noite nos jogos do timão.

Quer saber o motivo?

Clique aqui e leia até o fim, é preocupante.

Ou começo a beber cerveja importada, ou mudo para whisky (também importado).

Será que meu Jack Daniels também é produzido com malte de milho transgênico?

Se for, estou doando minhas garrafas.

Interessados entrar em contato, "in box".

#ForaTransgênicos.

sábado, 15 de março de 2014

Com o giz/lápis na mão.

Em março de 2010 eu começava a série "Com o giz na mão".

dedicada a contar histórias curiosas, divertidas, reflexivas e também tristes ocorridas dentro de sala de aula nos meus, então, 10 anos de docência.

Enfim, um olhar intimista do blogueiro sobre sua própria carreira de professor.

Mais recentemente, a série tem se alternado entre "giz" e "lápis" na mão, quando decidi também contar histórias minhas como aluno, afinal foram 19,5 anos dentro de sala de aula estudando.

Ao refletir sobre estes 5 anos o balanço que faço é extremamente positivo, pois se por um lado os causos escolares vão se tornando mais escassos, resta a satisfação de saber que a julgar pelo meu ânimo em continuar como professor, a matéria prima nunca irá se esgotar.

Convido vocês, caríssimos 9 fiéis leitores a continuar acompanhando esta série pelos próximos 5 anos.

Por hora, muito obrigado pela audiência.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Redescobrindo José Augusto.

Vez por outra o Blogueiro revisita a obra de algum artista brasileiro.

Vários foram os cantores cujas obras foram revisitadas por mim nestes últimos anos: Luiz Gonzaga, Milton Nascimento, Chico Rey e Paraná, Cézar e Paulinho, e tantos outros...

A bola da vez é o cantor José Augusto.

Famoso por suas composições nos anos 80, a maioria sucesso na voz de outros artistas, José Augusto também gravou suas próprias composições, sem sempre com o mesmo sucesso que as mesmas obtiveram com outros intérpretes.

Tido com piegas, o repertório do artista sempre teve forte apelo romântico e sucesso de público.

Abaixo, composições novas e antigas (pra matar a saudade) presentes no recente DVD do cantor.

"Sábado". Sucesso na voz da dupla Matogrosso e Mathias, é a música obrigatória em todo o show segundo entrevista do próprio José Augusto.


"De igual pra igual". Outro sucesso do compositor regravado com sucesso pela dupla Matogrosso e Mathias.


"A minha história". Versão fiel da música "La mia storia tra le dita" do cantor italiano Gianluca Grignani.


"Aguenta coração". Talvez o maior sucesso de José Augusto. Tema de abertura da novela "Barriga de aluguel" (1990/91), eleita a melhor música do ano em que foi lançada em enquete realisada pelo Fantástico.


"Choro". Gravada pelo cantor Leonardo ano passado, é o carro chefe do CD do cantor sertanejo, sucesso nas paradas de sucesso nas rádios do país.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Baile de Gala e as desigualdades sociais.

O Baile de Gala do aniversário da cidade de Ipuã reproduz nossas desigualdades sociais.

Não me refiro ao elevado custo do convite ou da mesa, pois o preço justifica-se na qualidade do evento que, mesmo sem estar presente este ano, tenho a mais absoluta certeza de que será de excelente qualidade: Decoração, bifê, música, organização, tudo impecável.

Reproduz nossas desigualdades no sentido de que trata-se de um evento destinado a agradar à elite burguesa desta cidade, aos poucos privilegiados que conseguirão comprar os concorridos ingressos para o evento.

Concorridos porque a óbvia limitação de mesas postas à venda torna o evento ainda mais elitista, uma vez que não basta apenas ter dinheiro para prestigiar o Baile, mas boa influência na hora de comprar ingressos.

E isso é para os poucos, que certamente já adquiriram seus ingressos.

A aura de "evento para poucos escolhidos" contribui para a elevação do preço sem a reclamação dos pagantes. É o fetichismo da mercadoria, que Marx tanto falava.

Reproduz também nossas diferenças sociais na medida em que será realizado no sábado dia 22, assim a elite poderá divertir tranquilamente sem a preocupação de que o dia seguinte será dia de trabalho, ou "de preto na folhinha", como dizemos nós, proletários, podendo descansar do domingo.

Para nós, excluídos, restará os shows, realizados de domingo à terça, com o inconveniente de ter de acordar cedo para estudar ou trabalhar no dia seguinte e/ou viajar para a faculdade, pois sendo feriado apenas na cidade nem todos os estudantes poderão prestigiar.

Claro que não se pode fazer um evento que contemple aos horários de todos os cidadãos, mas utilizar o sábado para a realização do Baile, um evento para 600 pessoas, e deixar outros 15.000 sem ter nada para fazer no mesmo dia é, no mínimo, uma exclusão social.

Agora entendo o fenômeno "rolezinho" que assolou o país tempos atrás.

Interessante é que só começamos a ver que eles têm razão em organizar estes rolezinhos quando somos nós os excluídos.

Talvez fosse o caso para fazermos um destes, no recinto de festas. Reuniríamos umas 2.000 pessoas para celebrar o aniversário da cidade. Ao mesmo tempo em que a elite se empanturra de carpaccios, frios diversos e lagarto recheado ao molho madeira, nós daríamos nosso "grito dos excluídos", ou uma festa feita por "gente diferenciada" talvez, quem sabe assim alguma coisa mudaria a nosso favor nos anos seguintes.

terça-feira, 11 de março de 2014

Desafios do Feicebuqui.

No princípio era o Orkut...

E como ele uma infinidade de jogos e correntes.

Não aqueles jogos eletrônicos, mas jogos tipo "dá um beijo ou um pedala Robinho na pessoa que te enviou esta mensagem?". E tantos outros.

E as correntes que afirmavam que se fossem quebradas, coisas horríveis aconteceriam com quem não a repassou.

Confesso que muito mais que meu ceticismo, a chatice que achava aquelas correntes, me impediu de repassá-las e nem por isso entendo que os sortilégios que se seguirão foi em decorrência do meu desrespeito. Aliás, foram poucos comparados aos alertas que a corrente fazia.

Aí veio o Feicebuqui e com ele novas formas de interação.

A novidade da vez são os desafios.

Tenho visto vídeos postados com pessoas desafiadas a entornar goela abaixo vários ml de cerveja e ao término, desafiar outros a fazer o mesmo.

Por favor não me desafiem, se eu virar que seja 1 mísero copo americano o vídeo rapidamente virará meme na internet, quem sabe até vá parar no próximo filme do Jackass.

Outro desafio, com todo respeito aos desafiados do desafio anteriormente citado, que me parece mais interessante, consiste em pedir às pessoas que postem um poema favorito em menos de 24h sob o risco de ter que pagar 1 livro para o desafiante.

E mais que depressa, o feicebuqui é povoado por poesias.

Até quem não gosta de poesia se vira para achar alguma que lhe sirva para não pagar um livro.

Ainda não conheço alguém que tenha perdido e pago o tal livro, nem alguém que cobre caso vença a "aposta", mas tenho visto muita poesia conferindo um lirismo sem igual ao feicebuqui.

Talvez poesia seja igual música, todos nós temos alguma que marcou algum momento de nossas vidas.

Tenho respondido ao desafio com 3 poesias basicamente: "Da eterna procura" de Mário Quintana, "Soneto do amor total" de Vinícius de Moraes e "O amor é fogo que arde sem se ver" de Camões.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Saiu no D.O. o show que faltava.

Saiu no Diário Oficial (clique aqui e veja na íntegra) o show que faltava na comemoração do aniversário da cidade.

A dupla João Marcos e Matheus, que estiveram aqui ano passado também no aniversário da cidade, se apresenta dia 23.

Abaixo, todas as informações burocráticas sobre o show.


domingo, 9 de março de 2014

Nos palanques da vida.

A notícias política da semana foi o rompimento político de um vereador da base aliada com a atual Administração.

Certamente as opiniões que se sucederam à sua atitude se dividiram entre aqueles que apoiaram e aqueles que rejeitaram sua atitude.

Caberá a ele, o vereador, fazer a somatória e ver o saldo disso tudo.

Eu me abstive de comentar sobre sua atitude por duas razões:

1. Por tratar-se de uma opinião de foro íntimo, apesar de ser uma opinião de foro íntimo de uma pessoa pública, portanto com consequências para os destinos políticos de nossa cidade. Mas não achei, pelo menos no calor do momento, oportuno, teorizar ou conjecturar minha opinião sobre o assunto.

Que espero fazê-lo em momento mais oportuno.

2. Porque eu também já tomei atitude semelhante.

Corria o ano de 2002, e o grupo político pelo qual fomos eleitos não tinha mais a mesma união dos tempos de começo de mandato.

Atritos, choques de vaidades e, no meu caso, incompatibilidade de gênios e diferenças de opiniões não muito bem vistas, provocou um desgaste que culminou com a minha saída das fileiras situacionistas e mais tarde do partido, que era base de apoio à Administração.

Somou-se a isso a recusa em aceitar meu projeto de lei da meia entrada, indo nas mais altas instâncias jurídicas para anulá-lo e a má administração que, no meu julgamento, estava sendo realizada na cidade naquele momento.

Primeiro eu me afastei do grupo, avisei os demais pares e fiz uma declaração oficial na Câmara tempos depois.

Por sinal na mesma cadeira em que hoje senta o vereador que acaba de romper com a Administração.

Apesar de ser cético com estas coisas, pelo bem ou pelo mal, sugiro um bom exorcismo naquele assento.

sábado, 8 de março de 2014

Com o giz/lápis na mão.

Hoje, dia Internacional das Mulheres, a série a série "Com o giz/lápis na mão" se rende a elas, as rainhas do universo docente.

Que nenhum machista se atreva a enfrentar a carreira mais feminina de todas: a docência.

Se nos primórdios da nossa ignorância, quando o homem (ainda neandertal) impedia sua mulher de "trabalhar fora", pois isso feria sua masculinidade e o achincalhava perante a sociedade, apenas a carreira de professora sobrevivia a esta treva machista.

Mulheres como professoras sempre passaram incólumes pelo rótulo de "aquela mulher trabalha fora" que tanto horrorizava os puritanos do Brasil nas primeiras décadas (e até meados) do século XX.

Aliás, as professoras promoviam um evento contrário, pois faziam seus maridos serem rotulados como bem afortunados, pois não raro falava-se com ares de inveja quando viam um marido de professora: "Aquele homem é casado com uma professora".

Aí vieram os anos 60 e a mulherada resolveu tacar fogo nos sutiãs.

E, na luta de gêneros, a era Medieval deu lugar à Renascença.

Convivi e convivo diariamente com mulheres na carreira docente: elas são alunas, colegas de trabalho, chefes (ou chefas, como a Chefa Maior do país gosta que chame).

E curioso como ser chefiado por mulheres nos faz, a nós ogros, ficarmos mais educados, melhor vestidos, mais comportados...

Nosso desejo por aceitação é maior quando temos uma mulher na chefia.

Até nos invariáveis "fumos", é bem melhor que seja de uma chefa.

Enfim, filosofei muito.

Queria mesmo apenas dizer que desejo do fundo do meu coração que a carreira docente continue sendo a mais feminina das carreiras, seja pelo costume, seja pelo charme que elas trazem, seja pela competência inata delas.

Não vou dizer parabéns pelo teu dia mulherada, vou dizer muito obrigado.

Vocês fazem minha profissão muito mais agradável de ser exercida.

Dois shows do aniversário da cidade já publicados no Diário Oficial.

Os artistas que se apresentarão no aniversário da cidade este ano já não é segredo há algum tempo.

A novidade, para quem interessar possa, é a publicação pelo site "Imprensa Oficial", no último dia 01/03, das informações referentes a 2 dos 3 shows que acontecerão não comemorações dos 65 anos de nossa cidade.

Informações como: número do processo de inexigibilidade de licitação, data do show, empresa contratada responsável pelo show, valores, etc... podem ser conferidas clicando aqui.

Ou confiando no Blogueiro no print abaixo.

Falta ainda a publicação da dupla João Marcos e Matheus, curiosamente ainda não publicado ou não encontrado pelo Blogueiro no mesmo site em que encontrei os outros 2 artistas.