Nunca tive, de fato, um apelido.
Salvo no cursinho quando me chamavam de
Zubrinha, pelo parentesco com um professor da escola.
Mas isso só duraria aquele ano, naquela
sala. Coisa específica mesmo, nunca mais fui chamado assim.
Apelido de domínio público, a ponto de ser
chamado até pela mãe ou comprar chaveiro com a letra do apelido e não a letra
do nome de batismo, isso nunca tive.
Curioso é que mesmo assim, nem sempre sou chamado pelo
nome.
Não me refiro ao "Júnior", pois
também faz parte do nome, mas outras formas como parentes e amigos me chamam.
Nem aos derivados do meu nome, comumente pronunciados: Orandim, Orantim (muita gente ainda pensa que meu nome é Orantes), Junim.
Eu me refiro a pseudo apelidos de "mão
dupla", pois não apenas eles me chamam como eu também os chamo.
O que me faz recordar uma mania que meu
saudoso pai tinha de chamar as pessoas por tratamentos específicos criados por
ele e em contrapartida, as pessoas o chamavam da mesma maneira.
Que eu me recordo: Nhô, Sujeito, Caboclo,
Fii (este impossível de ter a pronúncia correta escrita).
Como sofro do mesmo mal, segue abaixo estas
formas de tratamentos específicos de algumas pessoas para comigo e eu com elas,
além da respectiva explicação.
Malandro.
Um amigo e eu nos tratamos assim graças à
época em que resolvemos revisitar as músicas do Bezerra da Silva, conversando
sobre as letras e o estilo jocoso do cantor e invariavelmente, a maneira como
ele se referia às pessoas tratando-as por "malandro" sem que seja no sentido
literal.
Sentido literal que espero que também não
seja usado quando ele se refere a mim desta maneira.
E de quebra, um amigo nosso em comum pegou carona no pseudo apelido.
Compadre.
Ou sua variante caipira: "cumpadi".
Também um tratamento nascido em conversas noite afora
(regadas à cerveja) quando recordamos uma história verídica acontecida na cidade,
onde o tratamento "compadre" é usado por um dos personagens de
maneira bastante divertida.
Curioso é que dessa história, depois de
contada exaustiva vezes, novos ingredientes foram
adicionados à versão original com objetivo de continuar engraçada mesmo depois de recontada. E um destes ingredientes virou também tratamento entre nós:
Magal.
Que pode aparecer isolado ou junto ao
compadre, virando: Compadre Magal.
Tio Tatá.
Meu primeiro
sobrinho, Itamar Jr, eu comecei ainda com ele nenezinho a chamá-lo de
"Tatá" em razão da sílaba "ta" no nome dele.
À medida que foi crescendo e não conseguindo
pronunciar meu nome corretamente, em algum momento ele deve ter optado por me
chamar de maneira mais fácil que Tio Orandes.
Nascia o apelido que, enquanto eu tiver
sobrinhos nesta vida, serei chamado por eles: Tio Tatá.
Que não é tratamento, visto que apenas eu
sou chamado assim.
Recentemente nos tratamos por
"goiabeiras", mas isso é chatice passageira, não tratamento.
Fio.
Esta é a maneira como há anos trato, e sou
tratado, por dois irmãos, ambos amigos meus.
Curioso é que sem muita explicação de como
começou o tratamento. Aliás, sem explicação alguma.
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
domingo, 19 de janeiro de 2014
10 motivos que me fazem amar o Corinthians.
01. Herança paterna.
02. Fiz 1 ano no exato dia do fim do tabu de 23 anos sem títulos.
03. O time ficou 23 anos sem títulos e sua torcida aumentou e ficou mais fanática.
04. Criou a "Democracia Corinthiana", maior movimento sócio político esportivo em favor de um Estado Democrático de Direito já realizado no planeta.
05. Time em que jogou Dr Sócrates, o jogador brasileiro mais original dos país (quiçá do mundo).
06. Único time a ter torcedores "antis".
07. Alavanca a audiência das emissoras, seja com jogo seja com notícias.
08. Letra de hino mais lindo. E também o hino extra oficial ("Corinthians do meu coração").
09. 26 títulos em 37 anos de vida.
10. Bi campeão mundial da FIFA.
02. Fiz 1 ano no exato dia do fim do tabu de 23 anos sem títulos.
03. O time ficou 23 anos sem títulos e sua torcida aumentou e ficou mais fanática.
04. Criou a "Democracia Corinthiana", maior movimento sócio político esportivo em favor de um Estado Democrático de Direito já realizado no planeta.
05. Time em que jogou Dr Sócrates, o jogador brasileiro mais original dos país (quiçá do mundo).
06. Único time a ter torcedores "antis".
07. Alavanca a audiência das emissoras, seja com jogo seja com notícias.
08. Letra de hino mais lindo. E também o hino extra oficial ("Corinthians do meu coração").
09. 26 títulos em 37 anos de vida.
10. Bi campeão mundial da FIFA.
sábado, 18 de janeiro de 2014
10 perguntas que sei que vou ouvir em sala de aula este ano.
01. Você trabalha ou só dá aula?
02. Vai cair na prova?
03. Dá uma dica?
04. A prova tá difícil?
05. É pra copiar?
06. Olha aí, vê se tá certo?
07. Que dia é hoje?
08. Vai dar revisão?
09. Quantos anos você tem?
10. O que tá escrito aí?
02. Vai cair na prova?
03. Dá uma dica?
04. A prova tá difícil?
05. É pra copiar?
06. Olha aí, vê se tá certo?
07. Que dia é hoje?
08. Vai dar revisão?
09. Quantos anos você tem?
10. O que tá escrito aí?
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
10 (dentre outras 100) coisas que me irritam.
01. O desodorante acabar e passei em apenas uma axila.
02. A carga do barbeador elétrico acabar e eu ainda não terminei a barba.
03. Terminar o banho e não lembrar se lavei a cabeça.
04. A água do galão acabar enquanto estou enchendo o copo.
05. Esquecer ser tranquei o carro (liguei o alarme).
06. Corinthians perder.
07. Errar caminho.
08. Não achar lugar para estacionar.
09. Secretária de médico perguntar se "é convênio" antes de falar se tem horário na semana ou não.
10. Esperar.
02. A carga do barbeador elétrico acabar e eu ainda não terminei a barba.
03. Terminar o banho e não lembrar se lavei a cabeça.
04. A água do galão acabar enquanto estou enchendo o copo.
05. Esquecer ser tranquei o carro (liguei o alarme).
06. Corinthians perder.
07. Errar caminho.
08. Não achar lugar para estacionar.
09. Secretária de médico perguntar se "é convênio" antes de falar se tem horário na semana ou não.
10. Esperar.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
O nº 4: Sortilégios Corinthiano.
O 4 é (assim como os nºs 3, 7 e 12) um número mágico.
Quatro são as estações do ano, os pontos cardeais, os naipes do baralho, as fases da lua, os elementos da natureza, os estados da matéria, e tantas outras curiosidades envolvendo este número.
Para o Corinthians, o número 4 no entanto nem sempre é de boas lembranças.
Se a bem da verdade 1914 conquistamos nosso 1º Estadual, em 1924 nosso primeiro tri campeonato e 1954, com um de nossos melhores times, conquistamos o Paulista (o título do 4º centenário da cidade de SP) e o Bi do Rio São Paulo, ano terminado em 4, em via de regra não é bom para o timão.
1964 no auge do tabu amargávamos 10 anos sem conquistas, além de um tabu menor, não derrotar o Santos de Pelé.
Em 1974 o tabu nunca esteve tão perto de ser quebrado. O Timão, com o genial Rivelino, era franco favorito contra o Palmeiras na decisão do Paulista. Tanto que 90% do estádio estava tomado pelos otimistas corinthianos prontos para soltar o grito de campeão.
Mas o improvável aconteceu e o gol solitário do time de verde conferiu um clima de velório ao que seria a festa corinthiana e acabou por "expulsar" nosso maior craque.
No ano de 1984, o Santos impedia (na mão grande) o nosso Tri Campeonato estadual.
Em 1994, o vice campeonato Nacional, perdido para o maior rival, atrasaria em 5 anos nosso 2º título Brasileiro.
Em 2004, um quase rebaixamento no paulista, salvo pelos pés de um atacante, veja vocês, sãopaulino, Grafite, que não aceitou perder para rebaixar o rival; e a eliminação vergonhosa da Copa do Brasil contra o Vitória BA.
Neste ano de 2014 o time não parece que vai empolgar os torcedores: a não renovação do elenco, a volta de Mano Menezes, a ausência de contratações, a não disputa da Libertadores.
Nada melhor que no ano em que completarão 50 anos do Golpe Militar Brasileiro, o time que levou a política para dentro dos gramados, criando a Democracia Corinthiana, maior movimento político ideológico esportivo em favor de um Estado Democrático da história, consiga títulos importantes.
Mas como temos conquistado Copa do Brasil a cada 7 anos e Brasileirão a cada 6, será que apenas em 2016 veremos título importante de novo?
Se assim for, que venha o Paulistinha e uma vaga na Libertadores.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Rolezinhos e o poder da mobilização.
A onda dos "Rolezinhos" invadiu o
país.
Jovens que, convocados por meio de redes sociais se reúnem em dia e hora marcados para visitar determinado Shopping Center.
Centenas, e em alguns casos milhares destes jovens já entraram juntos em Shoppings Centeres de São Paulo, causando apreensão nos lojistas e consumidores e inevitavelmente, tumulto.
Muitos destes rolezinhos acabaram em confronto com a polícia, acionada para tentar impor algum respeito e ordem no local.
Os Shoppings pedem providência à Prefeitura de São Paulo, que disse que não dá pra empurrar todo problema para o Poder Público Municipal, que pede providências mais sérias junto ao Governo do Estado, que é quem cuida da segurança pública.
Shoppings conseguiram liminares da justiça proibindo a prática, que é vista pelos participantes como o livre direito de "ir e vir".
Enquanto nada se resolve, a prática (ao que parece, invenção brasileira) vai se disseminando da Capital Paulista e Grande São Paulo para outros Estados, como Rio de Janeiro.
Logo chega no interior, podem ter certeza.
Curioso como as manifestações de junho no Brasil e agora a prática do Rolezinho me despertaram para um assunto pouco pensado: O poder da mobilização.
Se as pessoas se reunirem com o intuito de invadir um lugar, em uma missão Kamikase onde a morte não seja empecilho, na tática do "o de trás vinga o da frente", eu me pergunto:
Teria como impedir a entrada de 6 mil jovens em um Shopping?
Teria como impedir a entrada de 100 mil pessoas numa Assembleia Legislativa?
Teria como impedir a entrada de 500 mil pessoas no Maracanã no dia da Final da Copa?
Teria como impedir a entrada de 1 Milhão de pessoas no Congresso Nacional?
Se fosse apenas pra fins pacíficos, veria com bons olhos, mas quase nunca é assim.
Perigoso isso!
Jovens que, convocados por meio de redes sociais se reúnem em dia e hora marcados para visitar determinado Shopping Center.
Centenas, e em alguns casos milhares destes jovens já entraram juntos em Shoppings Centeres de São Paulo, causando apreensão nos lojistas e consumidores e inevitavelmente, tumulto.
Muitos destes rolezinhos acabaram em confronto com a polícia, acionada para tentar impor algum respeito e ordem no local.
Os Shoppings pedem providência à Prefeitura de São Paulo, que disse que não dá pra empurrar todo problema para o Poder Público Municipal, que pede providências mais sérias junto ao Governo do Estado, que é quem cuida da segurança pública.
Shoppings conseguiram liminares da justiça proibindo a prática, que é vista pelos participantes como o livre direito de "ir e vir".
Enquanto nada se resolve, a prática (ao que parece, invenção brasileira) vai se disseminando da Capital Paulista e Grande São Paulo para outros Estados, como Rio de Janeiro.
Logo chega no interior, podem ter certeza.
Curioso como as manifestações de junho no Brasil e agora a prática do Rolezinho me despertaram para um assunto pouco pensado: O poder da mobilização.
Se as pessoas se reunirem com o intuito de invadir um lugar, em uma missão Kamikase onde a morte não seja empecilho, na tática do "o de trás vinga o da frente", eu me pergunto:
Teria como impedir a entrada de 6 mil jovens em um Shopping?
Teria como impedir a entrada de 100 mil pessoas numa Assembleia Legislativa?
Teria como impedir a entrada de 500 mil pessoas no Maracanã no dia da Final da Copa?
Teria como impedir a entrada de 1 Milhão de pessoas no Congresso Nacional?
Se fosse apenas pra fins pacíficos, veria com bons olhos, mas quase nunca é assim.
Perigoso isso!
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Sugestão simples para uniformes das escolas municipais para este ano de 2014.
Vou dar uma sugestão bem simples, fácil de ser realizada, caso haja o interesse evidentemente.
O Depto Municipal de Educação de Ipuã
poderia criar um uniforme especial para ser usado pelos alunos da rede neste ano de Copa do Mundo no
Brasil, algo diferente do convencional, com as cores do pavilhão nacional e algum desenho estilizado reforçando
o ano de 2014.
Com o devido cuidado para não usar as palavras "Copa", "Mundial" etc... porque são de domínio da FIFA e da CBF e têm rendido processos a quem as utiliza, mas um uniforme quecomemore o evento e que seja uma lembrança futura de que os alunos do município entraram no clima dos festejos pela realização do mundial em solo tupiniquim.
Com o devido cuidado para não usar as palavras "Copa", "Mundial" etc... porque são de domínio da FIFA e da CBF e têm rendido processos a quem as utiliza, mas um uniforme quecomemore o evento e que seja uma lembrança futura de que os alunos do município entraram no clima dos festejos pela realização do mundial em solo tupiniquim.
Quem sabe não vira peça de museu ou de
colecionador daqui muitas décadas?
Quem sabe não vira matéria televisiva de
alguma emissora de TV e atraia propaganda positiva para a nossa cidade?
Quem sabe não melhor o clima escolar
durante o mundial?
Quem sabe não repara o erro de não ter
distribuído uniformes para os alunos ano passado? aliás, 2013 pela primeira vez
em mais de 10 anos, os alunos das escolas municipais não ganharam uniformes
novos (eram 02 conjuntos desde 2006) para o ano letivo.
Correção: No ano de 2012 também não foram distribuídos uniformes aos alunos da rede municipal.
Correção: No ano de 2012 também
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Música japonesa da melhor qualidade.
A Banda Begin na verdade é de Okinawa, e só quem nasceu nesta província pra saber o sentimento de pertencimento que eles têm, a ponto de muitas
vezes "desligar-se" do gentílico japonês como forma de preservação de sua cultura, história e tradição.
Mas seja como for, a Banda foi uma grata
surpresa para o Blogueiro, que tradicionalmente corre da TV aos domingos por
razões óbvias, mas que ontem estava assistindo à reprise do Altas Horas,
programa onde a Banda se apresentou.
E foi assim que conheci algumas músicas da simpática banda japonesa, abaixo reproduzida.
E foi assim que conheci algumas músicas da simpática banda japonesa, abaixo reproduzida.
A primeira, uma canção em ritmo mais romântico, quase uma balada.
A segunda, segundo o próprio vocalista, um samba de Oknawa. Se é que tal gênero existe. Clique aqui.
Além de uma bela interpretação da canção símbolo da capital paulista, Trem das Onze. Clique aqui.
domingo, 12 de janeiro de 2014
10 coisas que me fazem parecer um ET.
Segue abaixo uma relação de 10 coisas que quando digo que não conheço ou não sei o que é, as pessoas me olham como se eu fosse um Extra Terrestre recém chegado ao Planeta sem um mínimo estudo prévio sobre a vida terráquea:
01. Não sei quem é David Guetta.
02. Nunca usei android.
03. Não uso Whatsapp.
04. Não tenho instagram.
05. Meu celular não tem chip com internet.
06. Meu celular tem apenas 1 chip.
07. Minha operadora é CTBC.
08. Nunca assisti a nenhum dos filmes da saga Crepúsculo.
09. Não sei a diferença (e nem uso nenhum deles) entre Ipad, Ipod e Iphone.
10. Não assisto a novela.
01. Não sei quem é David Guetta.
02. Nunca usei android.
03. Não uso Whatsapp.
04. Não tenho instagram.
05. Meu celular não tem chip com internet.
06. Meu celular tem apenas 1 chip.
07. Minha operadora é CTBC.
08. Nunca assisti a nenhum dos filmes da saga Crepúsculo.
09. Não sei a diferença (e nem uso nenhum deles) entre Ipad, Ipod e Iphone.
10. Não assisto a novela.
sábado, 11 de janeiro de 2014
À minha eterna orientadora.
À primeira impressão, vi apenas sua sinceridade áspera, seu jeito impositivo, seu conhecimento e domínio sobre os assuntos Educação e Avaliação.
Depois vi mais, muito mais: bom humor, paciência, as palavras usadas sempre com um bom propósito, sua sabedoria, seu carinho, sua generosidade...
Talvez generosidade seja a palavra que melhor define a Profª Isabel Cappelletti.
E só quem foi aluno dela sabe o que eu quero dizer com isso. Só sendo seu aluno para saber sua boa vontade em ensinar o que sabia.
Profª Isabel era daquelas pessoas que acrescentam algo na vida de todos que conviveram com ela.
Mesmo que seja por apenas 2 anos, como este seu ex (e eterno) orientando, que ela pegou na mão e conduziu pelos caminhos da pesquisa em Avaliação Educacional.
Fico feliz por ela ter feito parte de um capítulo de minha história.
E com a notícia de ontem, fica em mim a certeza de que em um futuro doutorado, inevitavelmente estarei sorrindo, mas com um travo de amargura.
Obrigado Profª Isabel.
Depois vi mais, muito mais: bom humor, paciência, as palavras usadas sempre com um bom propósito, sua sabedoria, seu carinho, sua generosidade...
Talvez generosidade seja a palavra que melhor define a Profª Isabel Cappelletti.
E só quem foi aluno dela sabe o que eu quero dizer com isso. Só sendo seu aluno para saber sua boa vontade em ensinar o que sabia.
Profª Isabel era daquelas pessoas que acrescentam algo na vida de todos que conviveram com ela.
Mesmo que seja por apenas 2 anos, como este seu ex (e eterno) orientando, que ela pegou na mão e conduziu pelos caminhos da pesquisa em Avaliação Educacional.
Fico feliz por ela ter feito parte de um capítulo de minha história.
E com a notícia de ontem, fica em mim a certeza de que em um futuro doutorado, inevitavelmente estarei sorrindo, mas com um travo de amargura.
Obrigado Profª Isabel.
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